1 de ago. de 2011

No Claudiohumberto.com.br

"Estamos tipo o Vasco, de vice em vice-campeonato, chegando lá"
Deputado Federal Ribamar Alves (PSB-MA), sobre lançar Eduardo Campos à Presidência



Manchetes dos jornais

Maranhão
AQUI-MA - Tiro no pescoço
O ESTADO DO MARANHÃO - PSL estuda candidaura prória em São Luís
Nacional
CORREIO BRASILIENSE:Obama fecha acordo para evitar calote
FOLHA DE S. PAULO: Obama anuncia acordo que evita calote nos EUA:
ESTADO DE MINAS:Impunidade à vista
O ESTADO DE SÃO PAULO:Concessionárias públicas lideram queixas no Procon
O GLOBO:EUA:Obama anuncia acordo que evita calote
VALOR: Só o projeto do trem-bala custa R$ 1 milhão por km
ZERO HORA:Colapso no Central força ida de presos para Charqueadas
Regional
DIÁRIO DO PARÁ:Mototaxista é morto por policial
JORNAL DO COMMERCIO:Volta às aulas exigirá paciência no trânsito
MEIO-NORTE:9 são presosapós roubarem R$162 mil
O POVO: Frota de motos cresce duas vezes mais que a de carros

31 de jul. de 2011

MEC oferece bolsa para mestrado em cinema nos EUA

    Interessados em concorrer a bolsas de mestrado na área de roteiro cinematográfico nos Estados Unidos têm prazo até 15 de setembro para se candidatar. A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Fulbright Master of Fine Arts (MFA) concederão até três bolsas de estudo, renováveis anualmente e com duração máxima de três anos, de acordo com o edital n° 031.
    Os interessados poderão se inscrever gratuitamente pela página da Fulbright, por meio do preenchimento de um formulário e o envio do signature form e um argumento de longa metragem. Os bolsistas da receberão mensalidade no valor de US$ 1.300 e vários outros benefícios.

Uns craseiam, outros levam fama

Ferreira Gullar
    Foi em 1955 que ganhei de Simeão Leal, diretor do Serviço de Documentação do Ministério da Educação e Cultura, um exemplar do livro "Tudo sobre a Crase". Tomei o ônibus que me levaria à revista Manchete, então na rua Frei Caneca, comecei a ler o livro e, antes de descer, já havia sacado um aforismo: "A crase não foi feita para humilhar ninguém".
    Era de fato uma brincadeira com a preocupação dos gramáticos com o uso da crase. Esse primeiro aforismo desencadeou uma série de outros, que publiquei, meses depois, no suplemento literário do Diário de Notícias.
    Essa mania de inventar aforismos me veio dos surrealistas, que faziam uso deles com humor e irreverência. Ainda outro dia citei aqui um deles, de autoria de Paul Éluard: "Bate em tua mãe enquanto ela é jovem". E este: "Parents! Raccontez vos rêves à vos enfants!" (Pais! Contem seus sonhos aos seus filhos!").
    Naquela tarde, como quase não tinha nada a fazer na Redação da revista, aproveitei para bolar outros aforismos: "Maria, mãe do Divino Cordeiro, craseava mal. E o Divino Cordeiro mesmo não era o que se pode considerar um bamba da crase!".
    Escrevia e ria. Borjalo interrompeu a charge que desenhava para vir saber o que me fazia rir tanto. Mostrei-lhe os aforismos e ele, rindo também, chamou o Otto Lara Resende, o diretor da revista. Este, brincalhão como era, pegou o papel de minha mão e leu alto. "Ouve aí, Armando!". Armando Nogueira, redator e repórter de fino humor, logo se juntou ao grupo. Foi uma farra.
    Isso só me animou a prosseguir. Depois que o ambiente se acalmou e cada um foi cuidar de seus afazeres, continuei me divertindo: "Quem tem frase de vidro não joga crase na frase do vizinho". E este: "Frase torcida, crase escondida". Mas eis que chegou um texto para copidescar e deixei de lado os aforismos.
    Voltei a eles naquela mesma noite, no quarto onde morava, em Copacabana. É que, àquela altura, ganhando melhor, mudara-me da pensão de dona Hortência, no Catete, onde dividia um quarto com Oliveira Bastos e Carlinhos Oliveira.
    Sozinho, agora, no sossego daquele aposento silencioso, retomei minha tarefa divertida: "Antes um abscesso no dente que uma crase na consciência". E logo: "Uns craseiam, outros ganham fama". Escrevi mais alguns nos dias que se seguiram até que a fonte secou.
    Publiquei-os com uma introdução engraçada, que infelizmente se perdeu. A verdade é que, já na semana seguinte à publicação, os estudantes universitários de Curitiba, que estavam em greve, puseram uma faixa no refeitório com o meu aforismo: "A crase não foi feita para humilhar ninguém". Mas, numa entrevista a um jornal do Recife, um crítico literário o atribuiu a Paulo Mendes Campos. Não gostei mas não dei muita importância, pois, no final das contas - disse a mim mesmo -, o que importa são meus poemas, que até agora ninguém atribuiu a outro poeta.
    A vida seguiu até que alguém, escrevendo sobre erros gramaticais, citou o aforismo como sendo de Otto Lara. Comecei a ficar grilado mas me tranquilizei, lembrando que o Otto deve ter me citado e o cara não guardou meu nome. Mas não demorou muito e a autoria do mesmo aforismo foi atribuída a Machado de Assis e em seguida a Rubem Braga.
    Este, porém, já a par da confusão que se armara, decidiu esclarecer as coisas: publicou uma crônica afirmando que o verdadeiro autor do aforismo, agora tão citado, era o poeta Ferreira Gullar. Fiquei felicíssimo, telefonei a ele, agradecendo.
     Anos depois, veio o golpe militar e a ditadura. As circunstâncias me levaram à clandestinidade e foi no buraco onde me escondera que abri a revista Veja daquela semana e me deparei com um anúncio de página inteira: "A crase não foi feita para humilhar ninguém. Computadores IBM". Era demais. Senti-me mais que nunca explorado pelo imperialismo americano.
    Nos últimos anos, talvez porque esqueceram a frase, os equívocos cessaram. Já estava tranquilo, certo de que finalmente me tornara autor do aforismo, quando, faz uns três domingos, surge um artigo em O Globo afirmando que "Carlos Drummond escreveu: ´A crase não foi feita para humilhar ninguém´". Minha esperança é que, no futuro, alguém mal informado atribua a mim, ainda que por equívoco, a autoria do aforismo que é meu.
Da Folha de S. Paulo

Manchetes dos jornais

Maranhão
O ESTADO DO MARANHÃO - São Luís já tem garantido por lei mais 10 vereadores
Nacional
CORREIO BRASILIENSE:O sonho de ser brasileiro
FOLHA DE S. PAULO:Comando do Exército é alvo de ivestigação
ESTADO DE MINAS:As vítimas de Julho
O ESTADO DE SÃO PAULO:País não pode 'ficar para trás' na guerra cambial, diz Mantega
O GLOBO:Quatro órgãos públicos repetem vícios do Dnit
ZERO HORA:Polícia desativa primeiro laboratório de óxi no RS
Regional
DIÁRIO DO PARÁ:Rios do Pará na rota do tráfico
JORNAL DO COMMERCIO:Usuário vira refém de planos de saúde
MEIO-NORTE:Venda ilegal de casas revolta teresinenses
O POVO:Quando gastar vira doença

30 de jul. de 2011

Direito de resposta

    Em resposta à matéria postada neste blog em 27/07/2011, onde conjectura-se o envolvimento da FUNDETEC em desvio de verbas do Ministério do Trabalho e Emprego, a FUNDAÇÃO DE EDUCAÇÃO CULTURA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO e vem, publicamente, através de sua Assessoria Jurídica, esclarecer o seguinte:
    1-A FUNDETEC e sua secretaria executiva, na pessoa do Prof. Herbert Lago, ignoram quaisquer parcerias com a entidade citada na matéria,não tendo jamais firmado qualquer parceria ou sequer contato com a instituição CAPACITAR;
    2- A FUNDETEC jamais firmou qualquer convênio com o Ministério do Trabalho e Emprego em seus 10 anos de funcionamento. Apenas e tão-somente, no ano de 2008, participou da Chamada Pública de Parcerias SPPE/MTE Nº 01/2008 -Qualificação Social e Profissional do Plano Setorial de Qualificação – PlanSeQ Nacional da Construção Civil, logrando aprovação apenas na fase de habilitação documental, não passando às fases posteriores;
    4- A FUNDETEC, não aufere e nunca auferiu nenhum privilégio financeiro oriundo de nenhum convênio ou parceria firmados com outras instituições, muito menos ainda, do suposto convênio citado na matéria;
    5- A FUNDETEC não corrobora com qualquer forma de ilegalidade, principalmente quando se trata de verbas públicas que se originam do esforço de trabalhadores;
    7- Quanto à matéria publicada no blog, a FUNDETEC e sua diretoria encontram-se num estado de profunda indignação com as ofensas imputadas, até porque não foi dado, sequer, o direito de oitiva antes da publicação da matéria, prática que, esta sim, condiz com a postura do bom e sério jornalismo.
    8-A FUNDETEC esclarece ainda que repudia veementemente a citação, na mesma matéria, no que concerne à não aprovação de nenhum aluno da Faculdade Maranhense São José dos Cocais no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil, aproveitando-se do fato de ter como dirigente o Prof. Herbert Lago, também seu secretário executivo, denegrindo e maculando também a IES, que não tem qualquer relação com o tema principal da matéria. Sendo assim, a Faculdade São José vem ressaltar que, conforme publicado na imprensa nacional, os examinandos eram apenas “treineiros”, visto que não tinham concluído o curso de Direito, daí não se ter como se exigir aprovação num Exame que, inclusive, obteve índice de quase 90% de reprovação;
    Explanados os reais fatos, a FUNDETEC e a Faculdade Maranhense São José dos Cocais reafirmam seu comprometimento com a sociedade, baseado na ética e na clareza de suas ações, sempre voltadas para a responsabilidade social.
Larissa Cantanhêde do Lago
Assessora Jurídica
FUNDETEC
Faculdade São José

Os hospitais de Roseana na UTI

Fraudes em licitações colocam sob suspeita programa de construção de unidades de saúde da governadora do Maranhão, em um negócio de quase meio bilhão de reais
Claudio Dantas Sequeira


ESCÂNDALO


Relatório da Procuradoria de Contas aponta irregularidades na


licitação e pede a devolução de repasses feitos a empreiteiras



DENÚNCIA
Documento cita empresas envolvidas

     Quem percorre o interior do Maranhão se surpreende com a quantidade de esqueletos de grandes obras abandonadas e expostas ao tempo. Várias delas estão em municípios humildes como Marajá do Sena, Matinha e São João do Paraíso. São hospitais públicos inacabados do programa Saúde é Vida, principal bandeira da campanha de reeleição de Roseana Sarney (PMDB). Com apenas 12% do cronograma cumprido desde que foi lançado há dois anos, o projeto já tem um custo superior a R$ 418 milhões e corre o risco de virar mais um imenso monumento à corrupção. Relatório da Procuradoria de Contas maranhense, obtido com exclusividade por ISTOÉ, acusa o governo de fraudar o processo licitatório, pede a devolução de parte dos repasses e a aplicação de multa ao secretário de Saúde, Ricardo Murad, cunhado da governadora. A investigação dos procuradores Jairo Cavalcanti Vieira e Paulo Henrique Araújo, a partir de representação do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Maranhão, revela um cipoal de irregularidades e mostra como o governo beneficiou empreiteiras que depois abasteceram o caixa de campanha do PMDB com mais de R$ 2 milhões.
    Os problemas começaram no segundo semestre de 2009, quando o governo de Roseana resolveu lançar o Saúde é Vida. Mesmo sem previsão orçamentária, a governadora conseguiu incluir o programa no Plano Plurianual e entregou sua execução ao cunhado. Murad, alegando urgência, contratou sem licitação a empresa Proenge Engenharia Ltda. para a elaboração dos projetos básico e executivo. Os procuradores descobriram que, na verdade, o projeto básico já tinha sido elaborado por técnicos da própria Secretaria de Saúde. A mesma Proenge venceu, logo depois, um dos lotes da concorrência 301/2009 para a construção de 64 hospitais de 20 leitos. O edital da obra indicava que as empreiteiras vencedoras deveriam elaborar o projeto executivo dos hospitais. Ou seja, a empreiteira acabou recebendo duas vezes para prestar o mesmo serviço. No total, a Proenge recebeu R$ 14,5 milhões. Para os procuradores do TCE maranhense, que questionam o caráter emergencial da contratação, “os valores pagos à empresa Proenge constituem lesão ao erário e devem ser objeto de ressarcimento”. Eles calcularam em R$ 3,6 milhões o total que deve ser devolvido.
    As ilegalidades não param aí. A construção dos hospitais de 20 leitos foi dividida em seis lotes, mas três deles simplesmente não entraram na licitação. Foram entregues a três empreiteiras diferentes: Lastro Engenharia, Dimensão Engenharia e JNS Canaã, que receberam quase R$ 64 milhões em repasses e nem sequer construíram um hospital. A JNS Canaã é um caso ainda mais nebuloso. Os procuradores afirmam que a empreiteira, filial do grupo JNS, teve seu ato constitutivo arquivado na Junta Comercial do Maranhão em 24 de novembro de 2009, dias antes de fechar contrato com o governo. A primeira ordem bancária em nome da JNS saiu apenas quatro meses depois, em 16 de abril de 2010. Sozinha, a empresa recebeu R$ 9 milhões, não concluiu nenhum dos 11 hospitais e teve seu contrato rescindido por Murad. Antes, porém, a mesma JNS doou R$ 700 mil para a campanha de Roseana, por meio de duas transferências bancárias, uma de R$ 450 mil para a direção estadual do PMDB e outra de R$ 300 mil para o Comitê Financeiro, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral.

FAVORECIMENTO
Roseana e Ricardo Murad (à esq.), em inauguração
de hospital: eles beneficiaram empreiteiras

     A Dimensão Engenharia e Construção Ltda., outra das contratadas sem licitação, foi ainda mais generosa ao injetar R$ 900 mil no caixa do partido durante a eleição. A Lastro Engenharia, por sua vez, repassou aos cofres peemedebistas mais R$ 300 mil. A empresa conseguiu dois contratos com dispensa de licitação: a reforma do Hospital Pam-Diamante, em São Luís, e a construção de hospitais de 20 leitos. Além disso, foi uma das vencedoras da disputa (licitação número 302/2009) para erguer unidades de saúde com 50 leitos. Esses contratos foram aditivados em 25% (o limite legal previsto pela legislação). Ao todo, a empreiteira faturou R$ 58 milhões. O uso do limite para elevar o valor dos contratos foi utilizado também por outra construtora, a Ires Engenharia, o que alertou os procuradores do TCE. “Chama a atenção o fato de o valor acrescido aos contratos coincidir até nos centavos com o valor limítrofe previsto em lei. A impressão que se tem é que ou o valor originariamente contratado foi equivocado ou os aditivos foram firmados sem critério estritamente técnico”, escreveram no relatório.
    Para o deputado Domingos Dutra (PT), os problemas no programa Saúde é Vida vão além do anotado pelos procuradores. Um levantamento das ordens bancárias de 2010 mostra uma série de repasses redondos que, segundo Dutra, “indicariam a prática de caixa 2 para abastecer a campanha de Roseana.” A Dimensão Engenharia, por exemplo, recebeu R$ 1 milhão em 19 de julho. Três dias antes, a empreiteira Console apresentou fatura de R$ 2 milhões. No mesmo dia, o governo pagou mais R$ 1 milhão à Geotec e R$ 1,5 milhão à Guterres, que no dia 22 recebeu mais R$ 500 mil. A JNS teve três repasses redondos: R$ 300 mil e R$ 50 mil em 16 de abril e R$ 1,5 milhão em 16 de julho. A Lastro teve um repasse de R$ 1,5 milhão; a Proenge, dois repasses de R$ 600 mil e R$ 300 mil; e a Ires Engenharia, um pagamento de R$ 1 milhão. “Nenhuma empresa emite nota fiscal pela prestação de serviços com números redondos”, afirma Dutra. “Geralmente são valores fracionados, até em centavos, como vemos nas dezenas de outras ordens de pagamento.” O parlamentar encaminhou petição ao Ministério Público Federal e à Controladoria-Geral da União.
    Além dos indícios de corrupção e do uso das obras para angariar dividendos políticos, o deputado federal Ribamar Alves (PSB) ataca a concepção do Saúde é Vida, que, segundo ele, contraria determinações do próprio Ministério da Saúde sobre a construção de hospitais em cidades com menos de 30 mil habitantes. “Essas prefeituras não têm dinheiro para a manutenção desses hospitais nem médicos suficientes ou demanda”, afirma. Ele estima em R$ 500 mil o custo mensal para a manutenção dessas unidades, valor acima da soma dos repasses do Fundeb, do SUS e do Fundo de Participação dos Municípios. “Sem gente nem dinheiro, esses hospitais vão se transformar em imensos elefantes brancos”, diz Alves. O parlamentar lembra que a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara aprovou requerimento do deputado Osmar Terra (PMDB/RS) para convidar Murad a prestar esclarecimentos sobre o programa e outros problemas na área da saúde. “Ele tem muito o que explicar”, afirma. Procurado por ISTOÉ, o secretário de Saúde do Maranhão não se manifestou até o fechamento da edição.

Da revista ISTOÉ

Manchetes dos jornais

Maranhão
AQUI-MA - Chamado da morte
O ESTADO DO MARANHÃO - 40% dos táxis de São Luís são piratas, estima sindicato
O IMPARCIAL - Diretor de escola acusado de ter relações com menor
Nacional
CORREIO BRASILIENSE:“A droga me tirou tudo”
FOLHA DE S. PAULO:PIB cresce pouco, apoio cai e Obama faz ‘tuitaço’
ESTADO DE MINAS:Por que os planos de saúde não querem dona Maria Inês
O ESTADO DE SÃO PAULO:Republicanos aprovam plano, mas impasse nos EUA continua
O GLOBO:Crise nos Transportes prejudica PAC e contratos serão revistos
ZERO HORA:Apuração do vôo 447 muda a aviação civil
Regional
DIÁRIO DO PARÁ: Acidente mata 2 mulheres na alça viária
JORNAL DO COMMERCIO:HR investiga ação de superbatéria
MEIO-NORTE:Obras do aniversário custam R$ 17,5 mi
O POVO:Polícia estoura depósito clandestino de remédios