4 de ago de 2010

Frase de efeito

"Vou permitir a indústria da maconha no Brasil. Agora, o crack não. Cocaína também não".
Plínio Arruda, candidato à Presidência da República pelo PSOL

É um real, é um real - Eleitores vendem voto no site Mercado Livre

     De celulares novos e superpoderosos a revistas em quadrinhos velhas e amareladas, o site de compras da internet Mercado Livre se gaba de ser o local “onde você compra e vende de tudo”. Levando a propaganda à risca, a novidade nas prateleiras virtuais é uma mercadoria muito em alta este ano: o voto do eleitor nas eleições de outubro.
     A transação é, na verdade, uma forma de protesto vem ganhando força na internet. É possível encontrar internautas oferecendo “apoio” em troca de módicas quantias. Módicas mesmo. Basta desembolsar entre R$ 0,01 e R$ 1,99. Mas, nem tudo seja facilidade: há eleitor que só aceita pagamento à vista. O jeito é procurar “negociantes” mais flexíveis. Como as condições oferecidas por um internauta do Distrito Federal. Ele “vende” o seu voto a R$ 1, à vista, ou em doze vezes, de R$ 0,10, cada. Aceita todos os cartões de crédito.
     “É uma brincadeira. Não é crime. É um protesto, a exemplo do voto cacareco”, diz o juiz Paulo César de Carvalho, responsável pela fiscalização da propaganda eleitoral na capital do Rio.
Com informações do jornal Extra.

Morte do boi de São José de Ribamar será neste fim de semana

     Os rituais da morte do boi de São José de Ribamar vão ocorrer de 7 a 9 de agosto, na quadra do ‘Pai da Malhada’ , no bairro do Outeiro, na cidade balneária. No sábado,7, no barracão do reggae tem a participação da radiola "Terremoto".
     O boi faz apresentações nas comunidades locais, e a festança na quadra fica por conta das bandas ‘Raízes Nova’, Reinaldinho – conhecida como o arrastão de Ribamar.
     No domingo,8, tem a busca do boi, seguida de morte, com muita animação e participação de todo novilho com as vozes de João Chiador, Modelson e Dedê.Na segunda-feira,9, ocorre o derrubamento do mourão, a ferra da burrinha. No barracão do reggae, que vai dar o tom, é a radiola Estrela do som. E aos amantes de uma boa seresta, a musicalidade troa com Reinaldinho e banda.

Emissoras não podem utilizar montagens que ridicularizem candidatos

     Por se tratarem de concessões, emissoras de rádio e televisão não poderão realizar efeitos em áudio ou vídeo com a intenção de ridicularizar ou beneficiar algum candidato, partido político ou coligação. Essa norma está na Lei das Eleições, sancionada em setembro de 1997.
     As restrições, que estão em vigor desde o dia 01/07, atingem telejornais, programas de entretenimento, novelas e humorísticos. A finalidade da lei é assegurar que as emissoras dêem tratamento igualitário entre os candidatos.
     Em caso de descumprimento da lei, o veículo de comunicação poderá ser multado no valor que varia de 20 mil a 100 mil Ufir.
Do Comunique-se

Sarney responde a procurador sobre atos secretos

     O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), enviou ontem à Procuradoria-Geral da República a resposta sobre os questionamentos ligados aos atos secretos. A iniciativa de Sarney ocorreu somente cinco meses depois de receber um ofício do Ministério Público com várias indagações. Os dados foram remetidos três dias após reportagem do Estado revelar que o inquérito civil que apura o episódio estava parado à espera das respostas de Sarney sobre os boletins sigilosos que criaram privilégios e nomearam parentes e aliados de senadores nos últimos 15 anos.
     O inquérito sobre os atos secretos, revelados pelo Estado no ano passado, foi aberto em junho de 2009 e deveria ter sido concluído no dia 16 de junho, mas foi prorrogado por mais um ano por causa da demora de Sarney em responder aos questionamentos.
     Somente entre março e junho de 2010 dois ofícios foram enviados diretamente ao próprio senador. O primeiro, de número 169/2010, foi remetido em 5 de março. Sem retorno, o Ministério Público insistiu no dia 8 de junho com o ofício 3286/2010, em que deu um prazo de 15 dias para Sarney. Esses dois ofícios reúnem pedidos incluídos em outros três documentos endereçados em 2009, sem sucesso, à diretoria-geral.
     A assessoria de Sarney divulgou ontem o ofício em que o senador diz ter enviado as informações solicitadas. A assessoria alega que o Senado tem prestado as informações necessárias e que esses questionamentos não tinham sido respondidos devido à "quantidade de dados envolvidos e a complexidade de seu processamento".
     O Ministério Público Federal considera fundamental o esclarecimento dessas indagações. Nas quatro páginas do ofício enviado ao Senado está, por exemplo, uma pergunta sobre um neto de Sarney, João Fernando Michels Gonçalves Sarney. O rapaz trabalhou por 1 ano e 9 meses no gabinete de Epitácio Cafeteira (PTB-MA) e foi demitido, por ato secreto, em outubro de 2008, em meio ao cumprimento à decisão judicial antinepotismo. Os procuradores querem saber quem substituiu João Fernando no Senado.
     O Ministério Público quer saber ainda quanto o Senado pagou por meio de atos secretos que autorizaram dar gratificações retroativas a funcionários. Nesse caso, o objetivo é tentar buscar uma forma de, se necessário, obrigar a Casa a devolver o dinheiro aos cofres públicos.
     Houve casos em que um ato produzido em agosto de um ano autorizou o pagamento de benefícios referentes aos seis meses anteriores.
     Outro questionamento é se havia permissão do setor técnico de Orçamento do Senado para produzir atos secretos que dividiram os cargos de servidores, permitindo a multiplicação de funcionários nos gabinetes.
Pressão leva senador ao PS
O presidente do Senado, José Sarney, mediu a pressão no Centro Médico da Casa e foi em seguida para o serviço médico, a 1 km do Congresso. Ao sair, disse que só tinha ido "arrumar uma obturaçãozinha que deslocou".
CELSO JUNIOR da Agência Estado

No Painel da Folha de S. Paulo

Sobrecarga. Ligado ao setor elétrico por muitos circuitos, José Sarney (PMDB-AP) recomendou ao ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) que fique atento à Aneel. A agência autorizou reajustes de energia em SC,ES e PA. O presidente do Senado teme possíveis reflexos na campanha de Dilma.

Manchetes dos jornais

O DEBATE-Semana do Aleitamento Materno
JORNAL PEQUENO -TRE garante candidatura de João Alberto
O ESTADO DO MARANHÃO - TRE confirma candidatura de João Alberto ao Senado
O IMPARCIAL - Alidos de Dilma brigam na Justiça