14 de mai de 2010

Partidos definem datas de convenções que homologarão candidaturas à Presidência da República

Os partidos de República Marina Silva (PV), Dilma Rousseff(PT) e José Serra (PSDB) já agendaram as convenções que homologarão os nomes dos candidatos à presidência da República. Todas as convenções serão realizadas em Brasília. Veja o calendário:

Junho
Dia 10 - Convenção nacional do PV
Dia 12 - Convenção nacional do PSDB
Dia 13 - Convenção nacional do PT

José Serra exclui o Maranhão de seu tour de campanha pelo Nordeste

Ao menos por enquanto o pré-candidato à Presidencia da República José Serra (PSDB) não pretende incluir o Maranhão no seu roteiro de viagens. Peregrinando pelo nordeste desde quinta-feira, 13, Serra não tem um cicerone forte para barrar os Sarney.  A viagem se iniciou no Pernambuco (foto).

Arquiinimigos políticos do paulista desde o episódio Lunus, no qual  Jorge Murad foi pilhado pela PF com mais de um milhão em cédulas de R$ 50 em seu escritório, os Sarney pretendem barrar a vinda do pré-candidato tucano. Com a popularidade em baixa o prefeito de São Luís, João Castelo (PSDB), não é recomendado para cumprir o papel de anfitrião. Entre buracos da ilha Serra pode afundar de vez sua candidatura no estado que deu uma das mais expressivas votações a Lula em 2006.

Serra nesta segunda-feira estará no Ceará, onde pretende convencer os irmãos Ferreira Gomes (Cid e Ciro) a apoiá-lo. A estratagema é usar o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) como medidados das conversas para retirar Dilma Rousseff da cena cearense. A passagem da candidata de Lula pelo estado de Ciro Gomes não foi lá essas coisas.

Depois do Ceará o tucano vai até o Piauí, dá uma esticada até a Paraíba e retorna então ao Pernambuco.O Maranhão fica para depois das convenções.

Em artigo na Folha de S. Paulo Flávio Dino afirma que "Aumento para aposentados é justiça social"


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Tenho certeza de que o aumento aprovado pela Câmara é, neste momento, a melhor solução para a questão dos aposentados
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HÁ DÉCADAS , a questão dos aposentados ocupa um lugar central na agenda política.

No período de 1988 a 1991, com a Constituição e as novas leis previdenciárias, muitos direitos passaram a ser concretizados.

Posteriormente, contudo, seguiram-se medidas restritivas, especialmente com as reformas da Previdência, inspiradas em diagnósticos sombrios quanto às contas públicas.

Naturalmente, no centro dos debates sempre esteve o tema do reajuste do valor das aposentadorias. Agora, novamente cabe ao Congresso Nacional decidir a esse respeito. A principal dúvida que existe diz respeito ao índice de reajuste dos aposentados que ganham mais de um salário mínimo (cerca de 8 milhões de segurados).

Em janeiro, o governo, por meio da medida provisória nº 475, concedeu um reajuste de 6,14%, correspondente à inflação de 3,45% somada a um aumento real de 2,60% (percentual equivalente a 50% da variação do PIB do ano de 2008).

A Câmara resolveu ampliar o reajuste para 7,7%, usando, como aumento real, 80% do PIB de 2008. Muitas críticas surgiram, pela suposta inspiração demagógica da medida, ameaçadora à responsabilidade fiscal. São procedentes as críticas ?

No ano passado, atravessamos grave crise econômica, que fez com que a variação do PIB de 2009 fosse zero.

Porém, a economia brasileira logo retomou o ritmo anterior de crescimento, gerando milhões de empregos formais. Temos à nossa frente uma avenida de prosperidade, que já começará a ser trilhada em 2010, quando o PIB crescerá no mínimo 6%.

Há muitas causas que levaram a essa demonstração de vigor do nosso país, entre as quais está a força do nosso mercado interno, provada pela consolidação da chamada nova classe média. Vinte milhões de pessoas foram deslocadas das classes D e E, alçando patamares mais altos de renda.

Outro fator que gerou a rápida retomada do ciclo de crescimento foram as medidas anticíclicas que, corretamente, o governo propôs e o Congresso aprovou em 2009.

Somente em desonerações tributárias, foram R$ 13 bilhões em 2009, aos quais se somam mais R$ 4 bilhões estimados para 2010. Se somarmos os efeitos de outras medidas (por exemplo, anistias e parcelamentos de dívidas), os benefícios fiscais concedidos ultrapassam R$ 20 bilhões.

É com essa moldura que respondo à pergunta formulada acima: o aumento aprovado pela Câmara é, neste momento, a melhor solução para a questão dos aposentados? Tenho certeza de que sim.

Em primeiro lugar, por um imperativo de justiça social. Os aposentados e pensionistas perderam direitos nos anos difíceis. Agora, que a economia cresce, é hora de redistribuir renda, de modo acelerado.

Nada de crescer o bolo para depois dividir; a divisão mais equânime deve beneficiar, prioritariamente, os setores mais vulneráveis, aí incluídos os idosos. Em segundo lugar, temos que continuar a fortalecer o nosso mercado interno, ampliando o consumo das famílias mais pobres.

Todos sabem que, nas áreas menos desenvolvidas, são os aposentados os maiores responsáveis pelo sustento familiar. Em terceiro lugar, há argumentos fiscais a favor de um reajuste maior para os aposentados e pensionistas. Com efeito, registra-se agora o melhor trimestre de arrecadação tributária da nossa história.

Em 2010, projeta-se que a receita global será 12% maior do que a de 2009. Os bons resultados também se verificam no Regime Geral da Previdência Social, especialmente na arrecadação líquida do setor urbano. O debate está se desenvolvendo no Senado. Posteriormente, irá para sanção ou veto do presidente.

No final, se o reajuste for de 7%, teremos um impacto adicional (comparado com 6,14%) de R$ 583 milhões; se de 7,7%, é de R$ 1 bilhão; se de 8,77%, o impacto adicional será de R$ 1,7 bilhões.

Assim posta a questão, basta que comparemos esses números com os benefícios fiscais concedidos em 2009 e com o projetado crescimento da arrecadação, para que possamos concluir que a Câmara decidiu corretamente, conjugando responsabilidade fiscal e social.

Daí nossa expectativa de que o Senado e o presidente Lula consolidem nosso passo em benefício dos aposentados.
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FLÁVIO DINO DE CASTRO E COSTA, deputado federal pelo PC do B-MA, é vice-líder na Câmara do bloco dos partidos PSB, PC do B, PMN e PRB. Foi presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe).

No Painel da Folha de S. Paulo

Cumpra-se. Em encontro com José e Roseana Sarney, Lula disse ter avisado ao presidente do PT, José Eduardo Dutra, que o PT do Maranhão precisa recuar do apoio à candidatura de Flávio Dino (PC do B) ao governo, sob pena de Dilma Rousseff perder o PMDB no Estado.

População de Paço do Lumiar organiza manifestação contra Oligarquia Aroso

Moradores do município de Paço do Lumiar realizam no próximo domingo, 16, manifestação contra a Oligarquia Aroso e os desmando da administração da prefeita Bia “Aroso” (Glorismar Rosa Venâncio ).

Desde o dia 6 de maio o Ministério Público, através da 1ª Promotoria de Justiça de Paço do Lumiar, solicitou em caráter liminar o afastamento de Bia Aroso por improbidade administrativa. A prefeita é acusada de prática descarada de nepotismo e de contratação irregular de funcionários. Cerca de três mil nomes de contratados recheiam a folha de pagamento do município.

A concentração do movimento será no Conjunto Paranã 4 a partir das 16 horas. Diversas lideranças partidárias estão envolvidas no movimento que tem nas fileiras até mesmo representantes de igrejas com atuação no município, localizado na área metropolitana de São Luís.

Enquanto o pedido da promotora Gabriela Tavernard não se efetiva, a prefeita segue cometendo irregularidades administrativas. Sem informar valores dos contratos a prefeita faz remendos na estrada que liga a sede do conjunto Maiobão à estrada da Maioba.

A construtora Piripiri, com escritórios no Bairro do São Cristovão e no Conjunto Maiobão, realiza o trabalho de forma desordenada. Na tarde de quarta-feira trabalhadores sem equipamentos de proteção realizavam uma operação tapa-buracos. O asfalto transportado em caminhão inadequado era despejado em poços sem aparentar aderência.

Bia é uma dissidente postiça da oligarquia.Nos mesmos moldes do grupo que a norteia na vida pública dá continuidade à oligarquia Aroso no comando da prefeitura de Paço do Lumiar. Para ser eleita numa disputa com Carmem Aroso, do mesmo tronco familiar, a atual prefeita recebeu apoios solares do ex-deputado Luiz Pedro (PDT), na época Chefe de Gabinete do  governador Jackson Lago, e do deputado federal Domingos Dutra (PT). 

Fiel à linhagem Aroso, mal o TSE decidiu pela cassação de Jackson Lago, a prefeita filiada ao PDT assanhou uma claque para saudar a peemedebista Roseana Sarney. Pelo andar da carruagem foi preterida em prol de Gilberto Aroso, um parente adversário, mas tudo em casa.

Manchetes dos jornais

AQUI-MA- Covardia
GAZETA DA ILHA - Mulher reage a assalto e é assassinada
JORNAL A TARDE - STJ adia escolha de ministro e deixa MA de fora
JORNAL EXTRA - Luís Moura e Ilce Gabine estão de volta à Polícia
JORNAL PEQUENO - Filme sobre Sarney custou R$ 650 mil aos cofres públicos
O ESTADO DO MARANHÃO - Justiça reintegra Luis Moura e Ilce Gabina à Polícia Civil
O IMPARCIAL - Hospital Dutra fica 24 horas sem energia
TRIBUNA DO NORDESTE - Justiça manda reintegrar delegado assassino a PC

Manchetes dos jornais

O ESTADO DO MARANHÃO - MP fecha quatro abatedouros
O IMPARCIAL - POlícia prende onze asssaltantes de banco