26 de set de 2010

Às vésperas do pleito

Ferreira Gullar
     A PROXIMIDADE do dia das eleições, quando iremos às seções eleitorais exercer nossa cidadania, votando nos candidatos de nossa preferência, tem inevitavelmente acirrado os ânimos, não só dos candidatos, como os nossos, de eleitores.
     Isso pode ser bom ou mau. É bom quando indica empenho em escolher os melhores para legislarem e governarem -e é mau quando nos leva a perder a capacidade de discernir o certo do errado, a mudar a convicção política ou ideológica em fanatismo.
     Sem pretender me dar como exemplo de isenção, verifico, não obstante, como algumas pessoas passam dos argumentos objetivos -ainda que impregnados de paixão- a afirmações que mitificam a personalidade deste ou daquele candidato.
     Como já escrevi aqui, repito agora que não pertenço a partido político nem tampouco estou engajado na campanha de nenhum candidato. Ao opinar sobre qualquer deles, faço-o na condição de articulista que, assim como discute questões culturais e sociais (arte, política psiquiátrica, inoperância da Justiça, ficha suja etc.), discute também a conjuntura política que, neste momento, interessa à maioria dos leitores.
     Podem meus comentários, eventualmente, influir na decisão de um ou outro leitor, mas não é essa minha intenção prioritária e, sim, contribuir para que sua escolha se faça da maneira mais lúcida e autônoma possível. Acresce o fato de que outros comentaristas opinarão em sentido diverso, trazendo à baila outros argumentos e, com isso, contribuindo para que o debate se amplie e se aprofunde. Situo-me no polo oposto àqueles que aspiram chegar a uma sociedade de uma opinião só.
     É com esse propósito que tenho abordado aqui alguns aspectos polêmicos da conjuntura eleitoral e política. Procuro, igualmente, refletir a preocupação de outras pessoas que, mantendo-se à margem da disputa eleitoral, manifestam preocupação com o rumo que as coisas estão tomando, sendo que alguns deles temem pelo futuro da própria democracia brasileira.
     Para estes, a vitória de Dilma Rousseff, por implicar o prosseguimento no poder do mesmo partido, poderia ter consequências imprevisíveis, dado o crescente aparelhamento da máquina do Estado por petistas e sindicalistas, que a utilizam partidariamente.
    Isso poderia levar à crescente privatização do Estado, em benefício de um mesmo grupo político e, em última instância, ao cerceamento da ação política divergente.
     Faz parte deste processo a mitificação da figura de Lula que, no curso de sua história pessoal, passou de líder raivoso a Lulinha paz e amor e agora -para meu espanto- à categoria de grande estadista, que teria mudado a face do Brasil.
     Nessa linha de raciocínio, vem se formando a teoria segundo a qual quem se opõe a Lula opõe-se na verdade ao povo brasileiro, uma vez que ele é o primeiro presidente, "que veio do seio do povo".
     Trata-se de um argumento curioso, que busca qualificar o indivíduo -no caso, um líder político- por sua origem social de classe. Digo curioso porque os que assim argumentam consideram-se obviamente de esquerda, mas não se dão conta de que, com esta postura, repetem as elites do passado, que também qualificavam os indivíduos por sua classe social de origem.
     Naquela visão -que a esquerda definia como reacionária-, quem tivesse origem nobre era tacitamente superior a quem não o tivesse. Agora, na sua inusitada avaliação, superior é quem nasce do "seio do povo" e, por isso, quem critica Lula coloca-se, na verdade, contra o povo. E povo -entenda-se- é só quem for pobre. Mas atrevo-me a pergunta: e quem não recebe Bolsa Família é o que?
     Não resta dúvida de que a ascensão de um operário à Presidência da República brasileira é uma importante conquista de nossa democracia, mas não porque quem nasce no seio do povo venha impregnado de virtudes próprias aos salvadores da pátria. Do seio do povo também veio Fernandinho Beira-mar.
     Lula chegou onde chegou não por sua origem e, sim, por sua capacidade de liderança e sua sagacidade política; a origem social e a condição de operário, que certamente influíram na decisão do eleitor, não devem servir de pretexto para transformá-lo num líder a quem tudo é permitido, acima de qualquer juízo crítico.

Maranhão: Imagem de São José de Ribamar vista da baía de São José

Crescimento da frota em São Luís é quarta maior do país

     São Luís ocupa o quarto lugar no ranking de crescimento da vfrota de veículos entre as capitais brasileiras e mais o Distrito Federal. Com taxa de crescimento de 13,3% entre 2009 e 2010 a capital do Maranhão supera Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Macapá (AP) e Teresina (PI).
     De acordo com o Departamento Nacional de Trânsito, Denatran, há 22,7 veículos para cada grupo de 100 mil habitantes em São Luís. A capital maranhense supera as dos estados de Alagoas, Pará e Bahia na proporionalidade número de carros por habitantes.
Curitiba(PR) lidera o ranking com 65,4% veículos para cada grupo com mesmo número de habitantes. Por outro lado, o crescimento da frota na capital paranaense é um dos mais baixos do país desde o ano passado. O número de carros que circulam na cidade aumenta a uma taxa de 5% ao ano.
     O crescimento da frota nacional superou a casa dos 50% nos últimos cinco anos.

No Pará, cidade "devolve" migrantes a local de origem

     "Você não quer retornr para sua cidade? Estão aqui a passagem e o lanche." É assim que agentes da prefeitura de Paragominas (306 km de Belém) abordam migrantes desempregados e sem escolaridade há cinco anos.
     A ação faz parte do programa "Mão Amiga", que convence retirantes a voltar aos seus locais de origem e já financiou o retorno de 3.486 migrantes entre 2005 e 2008.
Paragominas fica no sudeste do Pará, está na região de expansão da fronteira agrícola sobre a Amazônia.
     O prefeito Adnan Demachki (PSDB), ideólogo do programa reclama que a política de povoamento da Amazônia fez com que a população crescesse mais do que a economia na região.
     A taxa de migração tem caído, diz ele, também por acordo com empresas locais que só contratam quem tem dois anos de Paragominas.
     Os migrantes são abordados quando chegam. Ao dizerem que não têm emprego nem onde ficar, os funcionários propõem pagar a volta. Caso a pessoa recuse, responde a um questionário e informa o endereço para onde vai.
     Quinze dias depois a equipe bate à porta do imigrante e pergunta: “Conseguiu emprego? Não? Quer passagem e lanche?”
     O prefeito conta da vez em que a prefeitura constatou uma explosão de migrantes de Santa Rita (MA). Mandou um contrainformante para lá. Um agente foi à Santa Rita, e na parada de ônibus dizia: “Vim de Paragominas agora e me lasquei. Não tem emprego, tu vais perder teu tempo”.
     “Isso é gestão”, afirmou Demachki. Segundo relatório da prefeitura,71% dos mirantes são analfabetos ou tem ensino fundamental incompleto e 50% recebem ajuda de programas de governo.
Da Folha de S. Paulo

SESI Bonecos encanta crianças e adultos em São Luís

     Com quase 40 anos de existências o Grupo Contadores de Estórias da cidade de Paraty (Rio de Janeiro) é uma das atrações do SESI Bonecos que encerra temporada neste domingo em São Luís. O grupo já arrancou elogios das páginas do The New York Times e do Le Monte, publicações de destaques no mundo.
     Em São Luís o Contadores de Estórias levou o público que foi à Praça Maria Aragão ao delírio com apresentação de "Em Concerto", em que sete vinhetas poéticas são apresentadas com bonecos em manipulação direta por Rachel Ribas e Inz Petri. Trajando preto e encapuzadas fica difícil reconhecê-las após baixar o pano. A direção e autoria das vinhetas são de Macos Caetano Ribas. Dono de uma carreira de sucesso e batalho o Grupo Contadores de História já montou 25 espetáculos e se apresentou em 15 países e 18 estados brasileiros.

Veja clipes de Em Concerto do grupo Contadores de Estórias (RJ)
Valsa

Índia

Concepção

     Neste domingo o grupo Laborarte, de São Luís(MA), apresenta o espetáculo "As Aventuras de Cassimiro Coco"

Confira a programação deste domingo - 26 de Setembro
16h30min Abertura da Exposição Uma Volta ao Giramundo (MG) Livre Pavilhão da Exposição
16h30min Desfile Grupo XPTO Desfile (PE) Livre Entre o público
17h - 21h Gente Falante Circo Minimal (RS) Livre Circo
17h Anima Sonho Bonecrônicas (RS) Livre Palco 1
17h Waldeck de Garanhuns Simão e o Boi Pintadinho (PE/SP) Livre Palco 3
17h30min Trip Teatro de Animação O Velho Lobo do Mar (SC) Livre Palco 3
18h - 21h Ateliê ao Vivo dos Mestres Mamulengueiros Mestres Zé di Vina, Zé Lopes, Josivan e Tonho de Pombos (PE/RN) Livre Tenda dos Mestres
18h XPTO Coquetel Clown (SP) Livre Palco 2
19h Laborarte As Aventuras de Cassimiro Coco (MA) Livre Palco 3
19h Catibrum Homem Voa? (MG) Adulto Palco 1

Secretaria de Segurança desmonta conselhos comunitários a partir da região do Itaqui-Bacanga

     Se depender da Secretaria de Estado de Segurança Pública o Conselho de Segurança com Cidadania da área Itaqui-Bacanga (área Sul)  será um dos primeiros a ser desativado logo após as eleições.
     O conselho, instalado em novembro de 2008, representa os bairros da região circunscrita ao 5º Distrito Policial. O comando do DP está localizado no bairro do Outeiro da Cruz, a mais de dez quilômetros de distância. Representantes de movimentos comunitários e entidades de bairro inegram o conselho com 14 representantes.
     O desmonte se alastra para os outros 23 conselhos da região metropolitana de São Luís. O Conselho de Segurança Cidadã é parte integrante das ações implementadas pelo Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci) do governo Lula. Começou a ser instalado no Maranhão durante a gestão do pedetista Jackson Lago, logo após a criação da Secretaria de Segurança Cidadã. 
     Com capacidade para abrigar até 30 integrantes, entre representantes do poder público e socirdade civil organizada, os conselhos foram vistos como estratégia política pelo secretário de Segurança, deputado estadual Raimundo Cutrim (DEM), em sua passagem pelo órgão.
     Há casos ilustrativos deste uso, como em São Francisco do Maranhão.Cutrim foi pessoalmente até o municipio instalar este que seria o 44º conselho de segurança comunitária  no interior do Maranhão. De grande porte, o conselho em São Francisco contou inicialmente com 33 membros. Desavenças políticas incluíram o município nas eleições suplentares ocorridas no país. A disputa envolvia o prefeito Jonatas de Almeida (PDT) e Chico Pechó(DEM). Advinhe quem ganhou no çpleito suplemtnar? O óbvio Chico Pechó.
     Após Aluysio Mendes assumir o lugar de Currim os conselhos foram postos de banda.
     "Neste ano ainda não houve nenhum reunião dos conselhos com a Secretaria de Segurança. Por isso achamos que de fato, eles ainda não vestiram a camisa da segurança com cidadania. As ações do conselho poderiam ser mais amplas, mas a falta de atenção e apoio por parte do governo nos impede de fazer mais”, reclama Angélica Barros, integrante do conselho.
     Os conselheiros reclamam da forma autoritária como estão sendo impostos os projetos pela Secretaria de Estado de Segurança Pública. “Os projetos nos são colocados, ou melhor, impostos, e nós temos que aceitar da forma que eles chegam, ou então ficamos de fora. Estes conselhos foram criados para atuar de forma preventiva. Sem apoio a comunidade jamais poderá participar da melhoria da segurança”, constata Patrício de Jesus.
     Através do conselho estão sendo canalizadas as principais reivindicações da região como instalações de agências bancárias do Banco do Brasil e Caixa Econômica. Ofícios já foram encaminhados pelo Conselho para as direções das instituições financeiras, sem resposta concreta até o momento.
     A região é roteiro obrigatório de dez entre dez candidatos às eleições deste ano.
Com inofrmações do jornal  Itaqui-Bacanga

Editorial de O Estado de S. Paulo

O MAL A EVITAR
     A acusação do presidente da República de que a Imprensa "se comporta como um partido político" é obviamente extensiva a este jornal. Lula, que tem o mau hábito de perder a compostura quando é contrariado, tem também todo o direito de não estar gostando da cobertura que o Estado, como quase todos os órgãos de imprensa, tem dado à escandalosa deterioração moral do governo que preside. E muito menos lhe serão agradáveis as opiniões sobre esse assunto diariamente manifestadas nesta página editorial. Mas ele está enganado. Há uma enorme diferença entre "se comportar como um partido político" e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste país.
     Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.
     Efetivamente, não bastasse o embuste do "nunca antes", agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder. É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tão grave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir. O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.
     Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa - iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique - de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana. Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.
     Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia - a começar pelo Congresso. E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o "cara". Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: "Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?" Este é o mal a evitar.

Editorial da Folha de S. Paulo

TODO PODER TEM LIMITE
     Os altos índices de aprovação popular do presidente Lula não são fortuitos. Refletem o ambiente internacional favorável aos países em desenvolvimento, apesar da crise que atinge o mundo desenvolvido. Refletem,em especial, os acertos do atual chefe do Estado.
     Lula teve o discernimento de manter a política econômica sensata de seu antecessor. Seu governo conduziu à retomada do crescimento e ampliou uma antes incipiente política de transferências de renda aos estratos sociais mais carentes.A desigualdade social, ainda imensa, começa a se reduzir. Ninguém lhe contesta seriamente esses méritos.
     Nem por isso seu governo pode julgar-se acima de críticas.O direito de inquirir,duvidar e divergir da autoridade pública é o cerne da democracia, que não se resume apenas à preponderância da vontade da maioria.
     Vai longe, aliás, o tempo em que não se respeitavam maiorias no Brasil. As eleições são livres e diretas, as apurações, confiáveis -e ninguém questiona que o vencedor toma posse e governa.
     Se existe risco à vista, é de enfraquecimento do sistema de freios e contrapesos que protege as liberdades públicas e o direito ao dissenso quando se formam ondas eleitorais avassaladoras, ainda que passageiras. Nesses períodos, é a imprensa independente quem emite o primeiro alarme, não sendo outro o motivo do nervosismo presidencial em relação a jornais e revistas nesta altura da campanha eleitoral.
     Pois foi a imprensa quem revelou ao país que uma agência da Receita Federal plantada no berço político do PT, no ABC paulista, fora convertida em órgão de espionagem clandestina contra adversários.
     Foi a imprensa quem mostrou que o principal gabinete do governo, a assessoria imediata de Lula e de sua candidata Dilma Rousseff, estava minado por espantosa infiltração de interesses particulares. É de calcular o grau de desleixo para com o dinheiro e os direitos do contribuinte ao longo da vasta extensão do Estado federal.
     Esta Folha procura manter uma orientação de independência, pluralidade e apartidarismo editoriais, o que redunda em questionamentos incisivos durante períodos de polarização eleitoral.
     Quem acompanha a trajetória do jornal sabe o quanto essa mesma orientação foi incômoda ao governo tucano. Basta lembrar que Fernando Henrique Cardoso, na entrevista em que se despediu da Presidência, acusou a Folha de haver tentado insuflar seu impeachment.
     Lula e a candidata oficial têm-se limitado até aqui a vituperar a imprensa, exercendo seu próprio direito à livre expressão, embora em termos incompatíveis com a serenidade requerida no exercício do cargo que pretendem intercambiar.
     Fiquem ambos advertidos, porém, de que tais bravatas somente redobram a confiança na utilidade pública do jornalismo livre. Fiquem advertidos de que tentativas de controle da imprensa serão repudiadas - e qualquer governo terá de violar cláusulas pétreas da Constituição na aventura temerária de implantá-lo.

Manchetes dos jornais

ATOS & FATOS - Confusão: Indefinição do STF sobre Ficha Suja embaraça eleições no país
CORREIO DE NOTÍCIAS - Candidatura de Jackson Lago em uma "sinuca de bico"
ITAQUI-BACANGA - Tiros e facadas deixam dois mortos no Anjo da Guarda e Vila Isabel
JORNAL A TARDE - PAC Rio Anil vai beneficiar mais 224 famílias
JORNAL EXTRA - João Teimoso: O velhinho continua
O ESTADO DO MARANHÃO - Candidatos acirram a campanha na reta final
O IMPARCIAL - MIséria é explorada na compra de votos no Maranhão
TRIBUNA DO NORDESTE - São José de Ribamar deve receber mais de 300 mil pessoas