29 de mai de 2010

Morre a folclorista Dona Santa, do boi Símbolo da Fazenda, de São João Batista

Morreu na noite de sexta-feira,28, a senhora Feliciana Santos, folclorista de mais de 70 anos e organizadora do boi Símbolo da Fazenda, no bairro Paulo VI, em São João Batista. Dona Santa, como era conhecida a folclorista, morreu por volta das 8h30.
     Feliciana Santos era dona de um dos grupos de bumba-meu-boi mais tradicional da cidade de São João Batista. A notícia consternou a cidade e integrantes dos principais grupos de bois da cidade.
     Mãe de mais de 10 filhos, Feliciana era aposentada e passava uma temporada em São Luís. Passou uma semana internada. Recebeu alta e foi para sua residência, onde veio a falecer na noite de ontem.
     O corpo foi velado em sua residência, no bairro Paulo VI, próximo ao estádio municipal Dorindão. O enterro  foi realizado na tarde deste sábado. A diretoria do  boi Símbolo da Fazenda confirmou a participação do grupo nos festejos juninos, conforme desejo de Dona Santa.

Lambe-lambe: Centro histórico de São Luís do Maranhão

Partidos marcam convenções nacionais para a partir do dia 10

O PV, da senadora e pré-candidata à Presidência Marina Silva, vai inaugurar, no dia 10 de junho, uma quinta-feira, em Brasília, a série de convenções dos partidos com vistas à eleição de 2010. Será a primeira convenção nacional de uma legenda no prazo legal para a realização deste tipo de atividade, de acordo com a Lei 9.504, que rege as eleições.
     A seguir, no dia 12, sábado, será a vez de o PSDB e o PMDB promoverem suas convenções nacionais. A do PMDB será no Congresso Nacional, em Brasília, e a do PSDB, do pré-candidato José Serra, em Salvador (BA). No dia seguinte, será a festa do PT, da pré-candidata Dilma Rousseff, também em Brasília.
     Ainda no dia 12, será a vez do PDT fazer, dessa vez em São Paulo, maior colégio eleitoral do País, a sua festa política. Dois dias depois, em Brasília, o PSB de Ciro Gomes promoverá a sua convenção nacional. A data deve sacramentar o apoio dos socialistas à petista Dilma, com a retirada de Ciro do páreo.
     No dia 16, o PCdoB, outro partido da base de apoio ao governo federal, faz sua convenção. O PPS, aliado do PSDB, e o PSTU promoverão na mesma data, dia 26, seus encontros nacionais. O DEM, também integrante da coligação de Serra, o fará na segunda-feira seguinte, dia 28.
     O Psol destoará dos outros partidos e realizará sua convenção nacional no dia 30 de junho - último dia de prazo segundo a legislação eleitoral - na Assembleia Legislativa paulista.

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Chapa do PSDB, PPS, PDT e PTC pode ter mesma formação de 2006

O nome do vice na chapa do ex-governador Jackson Lago (PDT) está sendo disputada internamente pelo PPS. Dois nomes já emergiram da disputa: o Sininger Vidigal, ligado ao movimento jovem do partido no município de Açailândia; e o ex-vice-governador cassado Pastor Luiz Carlos Porto. Seria a reprise da chapa que venceu as eleições em 2006.
     Nos bastidores da pré-convenção do PPS, PDT, PSDB e PTC no Poty Hotel, a especulação cresceu em torno de um terceiro nome. O ex-ministro do Supremo Tribunal de Justiça, Edison Vidigal, até agora lançado como candidato ao senado fazendo dupla com o presidente regional do PSDB, deputado Roberto Rocha, também estaria no páreo.
     A opinião de Vidigal  sobre vice foi expressada em artigo publicado no Jornal Pequeno e postado em seu blog (http://www.edsonvidigal.com/).
     O assunto vice não foi sequer tangenciado durante a pré-convenção dos quatro partidos. Pelo número de candidatos do PSDB e pela ausência dos partidos menores na chapa, é possível que seja mesmo do PPS o nome do vice de Jackson Lago. O PTC do deputado estadual Edvaldo Holanda não teria se manifestado. Nesse caso a escolha recairia sobre o próprio parlamentar que tem o filho como candidato à Câmara Federal.

Leia abaixo o artigo do ex-ministro Edson Vidigal, pré-candidato ao Senado:

Difícil
     A palavra vicissitude quer dizer - seqüencia de coisas que se sucedem, mas quer dizer também instabilidade que conduz à imprevisibilidade, condição que contraria ou é desfavorável a algo ou a alguém. Dificuldade.
     Não sei se deriva daí a palavra Vice. Mas pelas definições léxicas tem tudo a ver.
Daí que a escolha de um Vice, destinado à substituição ou a sucessão do titular, há que ser precedida sempre dos maiores cuidados. Os norte-americanos levam isso tão a sério que preferem deixar com o titular da chapa a responsabilidade da escolha, sem qualquer tipo de ingerência partidária.
      Houve um caso de um Senador ter sido escolhido para Vice por se tratar de figura pública respeitadíssima no plano nacional e em seguida ter que renunciar à indicação só porque num passado lá muito atrás submeteu-se a tratamento médico à base de remédios controlados. Um outro foi constrangido a renunciar só porque pegou uma multa de transito na pequena cidade do seu Estado.
      O Vice de Nixon, ex Governador de Maryland, renunciou meses depois de tomar posse no cargo por problemas com o imposto de renda.
     O Vice tem que ser alguém não apenas ficha limpa, capaz, em condições de numa emergência assumir o comando da administração e ter o bom senso de resistir às tentações para mudanças de rumos no que estiver certo. E não só isso. Tem que ter ostensiva empatia com o titular e sua família, e seus amigos. E a confiança geral.
Serra sabe disso. E Jackson também.

Slogan de campanha de Jackson Lago

No Painel da Folha de S. Paulo

Precursora O PT despachará para o Maranhão na segunda o secretário-geral do partido, José Eduardo Cardozo, e o de Organização, Paulo Frateschi. A dupla tem a missão anunciada de apurar as denúncias de compra de votos de delegados do partido por parte do PMDB de Roseana Sarney.

Fechado Apeado do governo pela Justiça Eleitoral em 2009, Jackson Lago (PDT) lançou sua pré-candidatura ontem no Maranhão prometendo palanque para José Serra (PSDB). A chapa ao Senado terá os tucanos Roberto Rocha e Edson Vidigal.

Jackson Lago critica Lula por fortalecer oligarquias brasileiras e declara apoio a Serra


Durante a pré-convenção dos quatro partidos (PSDB-PDT, PPS e PTC) que apoiarão sua reeleição ao governo do estado, o ex-governador Jackson Lago (PDT) não poupou críticas à postura política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o exercício de seu mandato e da usurpação deste pelo grupo liderado pelo cacique do PMBD, senador José Sarney (PMDB-AP).
     “Como foi triste que no governo desta importante liderança popular, que é o presidente Lula, pudesse não apenas ter sobrevivido, mas o que é mais grave, pudessem ter se fortalecido as oligarquias dos Collors, dos Renans e dos Sarneys da vida”, disse o pré-candidato ao governo do estado nas eleições de outubro deste ano.
     O ex-governador acredita que para avançar econômica e socialmente, o Maranhão precisa colaborar com a eleição de um presidente que isole as oligarquias brasileiras.
     “Vamos eleger para Presidente da República quem não seja objeto, quem não seja instrumento de dominação das oligarquias brasileiras”, defendeu o ex-governador, fazendo referência ao ex-governador José Serra (PSDB), candidato à Presidência da República com apoio dos mesmos partidos de sua base no estado.
     Para Jackson Lago, Lula não apenas colaborou com sua cassação em conluio com a oligarquia do Maranhão, mas o tratou com indisfarçável discriminação durante os dois anos e cinco meses de mandato. “Bastou que nos tirassem do governo para que ele viesse aqui por várias vezes seguidas”, ressaltou.
     O ex-governador, que teve o mandato cassado por decisão de quatro ministros do Tribunal Superior Eleitoral, TSE, acha que é necessária uma análise clara sobre os avanços do governo do presidente Lula.
     “Não podemos misturar as ações positivas, os avanços do governo do presidente Lula, o carinho, amor e ternura da população por ele, com que o que feito por debaixo desse manto: a sobrevivência dos exploradores do nosso povo” salientou o pedetista Jackson Lago.
     No entendimento do ex-governador, a eleição de José Serra contribuirá para o isolamento das oligarquias, uma aspiração de grande parcela da população do Maranhão. “Não basta só vencer no Maranhão e continuar exposto aos riscos das alianças que eles constroem em Brasília. Precisamos vencer no Brasil para governar no Maranhão”, destacou Lago.
     Segundo Jackson o grupo dominante no estado, liderado pelo cacique do PMDB, senador José Sarney (PMDB-AP), não permitiu que houvesse avanços na forma de governar, como a participação popular, descentralização do poder e realizações que se refletem no estágio de dominação dessa população, como as realizações no setor da educação.
     “Não podemos continuar objeto de pressão, de uso dos poderosos, que se uniram ao poder não importando a corrente ideológica, mas ao lado de quem estivesse em Brasília. Eles conseguiram cassar não o mandato do Jackson lago, mas da grande maioria do povo maranhense”, destacou o ex-governador que concorrer à reeleição este ano.
     A suspensão dos convênios entre Estado e Município, primeira medida de Roseana Sarney ao assumir o governo, na avaliação de Jackson Lago causou enormes prejuízos para populações como dos municípios de São Luís e Imperatriz. Os prefeitos dos dois municípios, João Castelo e Sebastião Madeira, confirmaram os efeitos da ação predadora da governadora do PMDB.

Manchetes dos jornais

O ESTADO DO MARANHÃO - Superlotação fechou o SPA do materno infantil, rebate procuradora
O IMPARCIAL - MPF vai investigar falta de leitos hospitalares