25 de fev de 2011

A musa do hit do verão: ‘Minha mulher não deixa não’

Rosivane, a musa de Reginho
“Quando os amigos o convidam para beber, eu sempre falo ‘Não vai não. Só se eu for junto’”. Essa constante proibição feminina levou o cantor Reginaldo Alves da Silva, o Reginho, de 39 anos, a compor o maior sucesso do verão: "Minha mulher não deixa não". Mas, afinal, quem é a musa geniosa que inspirou o hit da estação? Ela atende por Rosivane Maria do Nascimento, de 31 anos, namorada do músico há mais de três e autora da declaração acima. Os dois moram juntos na cidade de Abreu e Lima, região metropolitana de Recife.
    Ciumenta assumida, a mulher "que não deixa não" foi a primeira pessoa a escutar a canção-chiclete. Mas, apesar da música ser uma crítica a sua postura controladora, Rosivane diz que achou graça.
    — Tomei um susto quando ele cantou para mim. Mas depois achei engraçado, combina comigo. Sou muito possessiva — admite.
    O casal se conheceu na escola dos filhos: ambos eram divorciados. Reginho tem três filhas, e ela é mãe de dois meninos.
    — Nossos filhos eram da mesma turma, a gente sempre se via no colégio. Até que começamos a namorar. Ele é um excelente pai e marido — derrete-se Rosivane.
    Desde que a música estourou pelo Brasil — já foi cantada por nomes como Ivete Sangalo, Alexandre Pires, Aviões do Forró, Molejo e Parangolé e foi escolhida como trilha sonora da campanha do Ministério da Saúde em prol do uso da camisinha — o casal têm aturado muitas brincadeiras dos amigos.
    — Eles sempre falam para Reginho "Quando você vai deixar de ser pau-mandado da mulher?" Mas a gente nem liga. O importante é que ele faça sucesso.
    O músico, no entanto, admite que a canção não foi baseada somente em Rosivane, mas retrata também o relacionamento de um amigo próximo.
    — Tenho um amigo DJ que é totalmente dominado pela mulher. Mas claro que a música tem muito de Rosivane. Ela também é controladora — diverte-se Reginho.as no quesito ciúme o compositor não fica atrás. A dona de casa diz que Reginho implica todas as vezes que ela tenta arranjar emprego:
     — Quando eu quis trabalhar, ele não deixou, disse que eu não podia largar a nossa casa. Mas não desisto. Quero fazer um curso de soldador elétrico, que era a profissão do meu pai. Sei que o Reginho não vai gostar, porque é uma carreira predominantemente masculina, mas acho que é uma profissão muito bonita.
Do Extra

Na agulha: Maria Bethânia na opinião de João do Vale

Monteiro emaranha o vice-governador Washington Oliveira nas trapaças do INCRA

Washington Oliveira, Roseana Sarney e Raimundo Monteiro
    Natural de Castelo no Piauí, Raimundo Monteiro dos Santos, presidente do diretório estadual do Partido dos Trabalhadores, servidor público estadual, é ex-superintendente do INCRA. Ele  é um dos envolvidos na organização criminosa que desviou R$ 4 milhões dos recursos destinados à construção de casas em assentamentos no Maranhão, desbaratada pela Operação Donatários.
    Aliado do vice-governador do estado, Washington Oliveira (PT), Monteiro foi um dos defensores da repetição da aliança  entre seu partido e o PMDB de Roseana Sarney. Mesmo que esse se desse por uma intervenção escandalosa. Na eleição de 2010 Monteiro concorreu a uma vaga na Câmara Federal. Delcarou de limites de gastos em campanha no valor de R$ 3 milhões. Posou sorridente com Roseana, mas não foi eleito.
    A fumaça em torno do ex-superintendente do INCRA se adensou a ponto de ejetá-lo do cargo, em 2007. Durante sua gestão como superintendente, Monteiro foi assessorado diretamante por Washington Oliveira. Este despachava diuturnamente no órgão federal até a substituição do companheiro pelo indicado do senador Epitácio Cafeteira (PTB), o ex-deputado Benedito Terceiro. Blindado por um habeas corpus, Monteiro não deve ser preso, mas deixa um rastro no caminho do seu tutor.
    O nome de Washington Oliveira dificilmente emergirá na Operação Donatário, afinal ele dispõe de aliados poderosos na República. A citação do nome de Monteiro pela Polícia Federal torna o vice petista mais vulnerável. Em torno dele gravitam "suspeitos" de corrupção como Anselmo Raposo, indicado por Oliveira para ocupar a Secretaria de Estado da Educação, e afastado por indícios de desvios, insuado oficialmente pelo governo ao qual serviu e serviu-se.

Operação Donatário prende integrantes de organização criminosa que agia no Incra-MA

SÃO LUÍS/MA - A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) desencadearam nesta sexta-feira (25.02.2011) a "Operação Donatário", planejada para dar cumprimento a 39 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal no Maranhão.
    Os mandados estão sendo cumpridos em seis cidades do Maranhão (São Luis, São José de Ribamar, Turiaçu, Pindaré-Mirim, Santa Luzia e Buriticupu) por 160 policiais federais e 15 analistas da CGU, recrutados do Maranhão, Ceará, Pará, Piauí, Tocantins e Distrito Federal.
    A investigação tem âmbito estadual e visa coibir a ação de quadrilha envolvida no desvio de recursos públicos federais da modalidade de Crédito Instalação, liberados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) para construção de casa em projetos de assentamentos (PA) em favor de beneficiários do Programa Nacional de Reforma Agrária.
    Constam do inquérito, por exemplo, 535 fotografias de casas inacabadas, não construídas ou construídas com material de baixíssimo custo (taipa) apesar da liberação de recursos pelo INCRA para conclusão dos imóveis.
    Após serem realizadas diligências em 16 assentamentos nos municípios de Arame, Morros, Icatu, Santa Helena, Turiaçu, Santa Luzia, Centro Novo e Barrerinhas, foi identificada a participação no esquema de pelo menos 55 pessoas, entre as quais: servidores e ex-servidores do INCRA, do Instituto de Colonização e Terra do Maranhão (ITERMA), um policial civil (atualmente delegado agrário), construtores, lobistas e presidentes de associações e cooperativas de assentados.
    Os integrantes da organização criminosa são investigados pelos crimes dos arts. 288 (quadrilha ou bando), 312 (peculato), 317 (corrupção passiva), 333 (concussão), do Código Penal.
    O nome da OPERAÇÃO DONATÁRIO é uma referência ao título que, na organização colonial portuguesa, era dado à pessoa a quem era concedida a donataria de um território ou capitania, o qual, agindo por delegação do rei, administrava-o, buscando sua colonização e o aproveitamento dos seus recursos.

Conselho Nacional do Ministério Público vistoria obra do prédio das promotorias na segunda

    A presidente da Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão (AMPEM), Doracy Moreira Reis, informou através de sua assessproa que a diretoria da entidade dará total apoio à diligência que o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) fará no prédio das promotorias de justiça de São Luís no dia 28de fevereiro.
    A diligência do Conselho atende à Representação nº 1142/2009 de autoria de quatro promotores de justiça da capital, que alegam no documento inércia por parte da Procuradora-Geral de Justiça “frente a denúncias de irregularidades flagrante na prestação de serviços da empresa contratada para obras de reforma no prédio sede das Promotorias de Justiça da Capital”.

Presidente do Geia ignora trabalho de ilustrador com a colaboração de imortal



 
 O genro do senador José Sarney (PMDB-AP) e presidente do Instituto Geia, Jorge Murad, é economista por formação e, consequentemente, voraz devorador de números. Para despistar essa predileção, "Jorginho" (como é tratado entre cupinchas) tem imantado intelectuais, materializando a definição gramsciana (do filosófo Antonio Gramsci), segundo a qual cada classe produz seus próprios pensadores.
     Favorecido pelos patrocínios domésticos, o mais intelectual dos Murad tem dado vazão a seu talento de mecenas em episódios isolados. Destes, o Festival Geia, que ganha a sétima edição realizada em São José de Ribamar este ano, é o mais popular.

    Como fomentador das artes e cultura, "Jorginho" tem pontificado em textos de apresentação da produção do próprio instituto que preside. É o bastante. Porém, como todo mecenas que se preze seus dotes artísticos, mesmo que parcos, são festejados pela classe mantenedora do status quo e alhures.

    Na sua trajetória inoxidável Jorge Murad almejou compartilhar espaço com o bibliófilo José Midlin (1914-2010), dono da Metal Leve, na condição de editor.


    Para lustrar a dita coleção, "Jorginho" cercou-se de pronomiais da literatura maranhense contemporânea. O imortal Sebastião Moreira Duarte figurou na proa. Em ao menos um caso, Jorginho derrapou na acuidade como editor: o livro "O caso Pontes Visgueiro-Um erro judiciário", de Evaristo de Moraes (1871-1939).
    O livro esmiuça à luz da lei o caso de Mariquinhas assassinada pelo desembargador José Cândido de Pontes Visgueiro em agosto de 1873, trespassado de passionalidade e célebre na história da criminologia brasileira, inicia a série de comentários de Moraes. A primeira edição em livro foi publicada pela Editora Ariel, do Rio de Janeiro, em 1934. No entanto, a edição da Maranhão Sempre peca ao sonegar a autoria de todas as ilustrações do livro. Suas assumidas hão de dizer que isso é coisa sem importância, afinal que seria de Duhrer, Caribé e outros tantos se todos fossem iguais a Duarte ou Jorginho?

    Antes do gestar o Geia, para empreender uma carreira de editor, Jorginho contou com o inarredável apoio do Governo do Estado do Maranhão. A coleção Maranhão Sempre, publicada pela paulistana Editora Siciliano (perceba o nome!) em 2002, antes de Roseana Sarney se despedir do segundo mandato como governadora, foi uma aventura nessa direção.

Bispos do Maranhão destacam a pobreza e o sofrimento das comunidades locais.

    O Regional Nordeste 5 da CNBB (Maranhão) realizou, entre os dias 12 a 14 de janeiro, a Reunião Anual dos Bispo do Regional, que ocorreu na cidade de Carolina, Sul do Maranhão. A partir de relatórios apresentados durante a reunião, os bispos puderam refletir um pouco mais sobre a realidade do povo maranhense.
    No último dia 14 de fevereiro, os bispos escreveram uma carta como síntese dos assuntos debatidos na reunião. Nela [a carta], que é destinada a população do Maranhão, os bispos destacam o sofrimento e o abandono em que vivem uma parte da população do estado. “Fomos tocados por sentimentos de compaixão, pois a dura verdade é que grande parte desse povo continua vivendo em situação de sofrimento e abandono. Não podemos negar que a realidade social e econômica do Maranhão é particularmente dura e iníqua. Como bispos, queremos nos associar àquelas ovelhas que, mesmo ‘no vale das sombras não temem mal algum’, pois, afinal, o Senhor é o único pastor e guarda do rebanho que nos conduz”.
    Por outro lado, num dos pontos da carta, os bispo afirmam que a vida intra-eclesial chama a atenção, de maneira positiva, por dois motivos: “Primeiro, em 2010, com a nomeação de cinco novos bispos para o estado, uma terça parte do episcopado maranhense foi renovado, observando que quatro dos cinco nomeados, são de comunidades locais. Segundo, é a constatação que, nas três últimas décadas, como fruto de um trabalho contínuo, verifica-se um aumento significativo do clero local”.
    Os bispos destacam o momento de mudanças que devem ser priorizados pelo povo maranhense, como valorizar a educação, a ética e o bem comum. “Para inaugurar um novo momento histórico, precisamos nos educar para um trato totalmente novo, maus ético, com o bem comum. Sentimos que chegou a hora de se fazer uma radical inversão de prioridades e valores. Não podemos deixar que o Estado continue colocando sua estrutura a serviço, quase que exclusivo, dos grandes exportadores de minério, de soja, de sucos e carnes, construindo-lhes as infra-estruturas necessárias para obter sempre maiores dividendos. Ao contrário ou paralelamente a isto, os aparatos do Estado devem estar a serviço da integridade humana de todos os seus cidadãos e cidadãs”, afirmam.
    Ao final carta os religiosos pedem que as instituições públicas, que são chamadas a defender os direitos coletivos, não se omitam diante dessa realidade social marcada pela exclusão social que defende apenas os grandes proprietários de terras. “Como pastores, juntamente com as nossas comunidades, Pastorais e Movimentos, queremos apostar no surgimento de uma nova consciência para que o direito e a justiça se unam definitivamente, para que aquelas instituições públicas que são chamadas a defender os direitos coletivos de nosso povo – Ministério Público, Defensoria Pública, Conselhos e outros – não se omitam. E que assim, como fruto deste esforço e compromisso coletivo, ninguém tenha poder de matar os sonhos e os desejos de felicidade de cada criança, de cada mãe e pai, de cada jovem do nosso Estado”.
    A carta é assinada pelo bispo de Bacabal, dom Armando Martín Gutierrez; bispo de Zé Doca, dom Carlo Ellena; bispo de Balsas, Enemésio Ângelo Lazzaris; bispo de Grajaú, dom Franco Cuter; bispo de Imperatriz e presidente do Regional, dom Gilberto Pastana de Oliveira; bispo emérito de Bacabal, dom Henrique Johannpoetter; arcebispo de São Luiz do Maranhão, dom José Belisário da Silva; bispo de Carolina, José Soares Filho; bispo de Brejo, José Valdeci Santos Mendes; bispo de Pinheiro, Ricardo Pedro Paglia; bispo de Coroatá, Sebastião bandeira Coêlho; bispo de Viana, Sebastião Lima Duarte; bispo de Caxias, dom Vilson Basso e o bispo emérito de Viana, dom Xavier Gilles de Maupeou d’Ableiges.

No Painel da Folha de S. Paulo

Contraponto
Direito autoral
Em discurso para explicar seu voto nos R$ 545, a (ainda) oposicionista Kátia Abreu (DEM-TO) registrou:
-Se o salário mínimo teve ganho, nós o devemos ao Plano Real, a Fernando Henrique Cardoso.
Itamar Franco (PPS-MG) não deixou barato:
-A senadora comete um erro histórico, sobre o qual eu não poderia me calar. Isso é uma inverdade. Eu pediria que ela se corrigisse ou lesse a história.
José Sarney (PMDB-AP) fez coro:
-Toda a Casa sabe que foi o presidente Itamar Franco quem realmente implantou o Plano Real.
Renata Lo Prete

À moda Sarney, juiz impõe censura e ameaça de prisão jornalista do Jornal Pessoal do Pará

    O juiz Antônio Carlos Almeida Campelo, titular da 4ª Vara Cível Federal do Pará, enviou uma intimação ao jornalista Lúcio Flávio Pinto, para que deixe de publicar informações sobre o processo contra os principais executivos do Grupo O Liberal, responsável por vários veículos de comunicação no estado.
    A intimação diz que o jornalista será preso em flagrante caso publique qualquer informação sobre o processo, que corre em segredo de Justiça. Além disso, caso desacate a ordem, também terá que pagar R$ 200 mil de multa.
    Lúcio Flávio mantém o Jornal Pessoal há 23 anos. O jornalista publicou uma matéria sobre o caso dos empresários Romulo Maiorana Júnior e Ronaldo Maiorana no início deste mês.
    Os executivos do grupo de mídia foram denunciados pelo Ministério Público Federal por crime contra o sistema financeiro nacional, pelo uso de fraude, para a obtenção de recursos dos incentivos fiscais da Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia).
    "Pretendo recorrer para revogar essa decisão, que é abusiva. A minha matéria defende o interesse do povo que teve o dinheiro desviado. Quando existe um caso de conflito entre a privacidade e o direito da sociedade, vale o direito da população de saber o que está acontecendo", afirmou Lúcio Flávio.
    Segundo ele, o juiz tomou a decisão por "conta própria", já que os autos não estavam conclusos. "Ele tomou a decisão por conta própria, mas não provocado pelas partes do processo", disse.
    A reportagem ainda não conseguiu contato com o juiz da 4ª Vara Cível Federal do Pará.
Do Comunique-se

Maranhão prende um pedófilo a cada dez dias

Wilson Lima *
    A prisão do lavrador José Agostinho Bispo, em junho do ano passado, desencadeou uma onda de prisões e de denúncias contra outros pedófilos em todo o Maranhão. Hoje, pouco mais de seis meses após a descoberta deste caso, 18 pessoas já foram presas pelo crime de pedofilia. A última prisão ocorreu na terça-feira no final da tarde, na cidade de Pirapemas, distante 196 quilômetros de São Luís.
    Isso significa, aproximadamente, um pedófilo preso a cada 10 dias no Maranhão nesse período. Segundo o levantamento feito pelo iG, das 18 pessoas presas, nove cometeram abusos contra filhas, netas ou enteadas. A lista dos 18 pedófilos presos no Estado em seis meses também inclui empresários, pastores evangélicos e até um ex-vereador da cidade de Paulino Neves, nas proximidades de Barreirinhas.
    Na maior parte dos casos, as pessoas presas por abusos sexuais contra crianças e adolescentes no Maranhão moravam no interior do Estado. Dos 18 presos, apenas um residia em São Luís e outra em Imperatriz, a segunda maior cidade do Maranhão. Os outros casos foram descobertos em cidades como Pinheiro (onde José Agostinho morava), Bacabal, Buriticupu, Alto Alegre do Pindaré, Vargem Grande, Paulino Neves, Boa Vista do Gurupi, Colinas, Cururpu e agora Pirapemas.

Agostinho Bispo, morto na chacina de Pinheiro

    Mas foi justamente em Pinheiro que ocorreram o maior número de prisões. Pelo levantamento do iG, somente na cidade de Pinheiro, cinco pessoas foram presas por esse crime. Após a prisão de Agostinho Bispo, foram descobertos casos como do também lavrador Raimundo Pimentel Correia, de 69 anos, que abusava da filha de 12 anos e ainda permitia que ela fosse molestada por quatro irmãos. Eles tinham 10, 14, 15 e 16 anos.
    Outro caso ligado a abusos sexuais em Pinheiro foi do pastor evangélico José Pedro Campos Coelho. Ele foi preso em julho do ano passado após ter engravidado duas adolescentes de 14 e 15 anos, respectivamente. Às meninas, ele dizia, conforme informações da Delegacia de Pinheiro, que era um enviado de Deus e que as relações sexuais eram “obra do Espírito Santo”.
    Durante o ano passado, as prisões de pedófilos também suscitaram a instalação de uma CPI da Pedofilia. No final dos trabalhos, a CPI recebeu 328 denúncias contra possíveis adultos que abusavam sexualmente de crianças e adolescentes.
Do IG

Peixeira


    No ano do centenário de Lampião, ele e Maria Bonita serão tema de palestras em universidades de Stanford e Califórnia.
    Luiz Bernardo Pericás, autor de Os Cangaceiros, apresentará o casal aos americanos.
Sônia Racy - Direto da Fonte

Museu de Tudo: Pousada e restaurante Tia Maria na Praia da Ponta D´Areia em foto de Marcio Prado

Maranhão lidera número de resgates em trabalho escravo nos últimos cinco anos

    De 2005 a 2010, mais de 17 mil trabalhadores foram resgatados em situações degradantes no país, segundo dados divulgados nesta quinta-feira,24, pelo MPT (Ministério Público do Trabalho).
    Os Estados com maior número de resgates são o Maranhão, com 3.920, e o Pará, com 2.500.
    Hoje, o procurador geral do Trabalho, Otavio Brito, lançou o projeto "Resgatando a Cidadania", que tem como objetivo reincluir no mercado trabalhadores submetidos a essas situações.
    "Queremos mostrar para a sociedade que discutir o trabalho escravo e erradicá-lo é uma prioridade", afirmou Débora Tito, da Conaete (Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo).
    A meta do projeto tem como base uma experiência positiva de um programa similar desenvolvido no Mato Grosso em 2008.
    O "Resgatando a Cidadania" terá início no Maranhão, mas a meta final é transformar a iniciativa em política pública de cada Estado que desenvolver o projeto.
    "Apesar do foco do projeto não ser a fiscalização de políticas públicas, o projeto trará esse fator como resultado", afirmou Brito.
    Os cursos de capacitação do projeto serão oferecidos e financiados por meio de parcerias firmadas com instituições governamentais ou privadas, além dos recursos advindos de indenizações e multas.
Da Folha de S. Paulo

Manchetes dos jornais

ATOS & FATOS -Governo conversa com mestres para evitar greve
JORNAL A TARDE -Secid inicia mudança dos beneficiários dos apartamento do PAC Rio Anil
JORNAL EXTRA - Sampaio quando não perde, empata
JORNAL PEQUENO -Deputado denuncia volta do crime organizado ao Maranhão
O ESTADO DO MARANHÃO - Aeroporto de São Luís pode sofrer intervenção
O IMPARCIAL - Barreirinhas vai cobrar taxa diária a turistas
TRIBUNA DO NORDESTE - Maranhão é líder no trabalho escravo
NO PAÍS
CORREIO BRAZILIENSE: Kadafi denuncia Bin Laden e crise chega ao Brasil
FOLHA DE S. PAULO: Governo já discute idade mínima de aposentadoria
O ESTADO DE MINAS: O mistério do corpo 134
O ESTADO DE S. PAULO: Rebeldes se aproximam de Trípoli; mortos já seriam 2 mil
O GLOBO: Forças rebeldes já controlam poços de petróleo na Líbia
ZERO HORA: População foge da Líbia conflagrada
DIÁRIO DO PARÁ - Amazonino Mendes pede desculpas
JORNAL DO COMMERCIO: Galo gigante só fecha ponte na quinta-feira
MEIO-NORTE - 50% dos jorvens têm morte violenta no PI
O POVO - Fortaleza tem o 6º metro quadrado mais caro do país