8 de mai de 2011

Projeto MPB Petrobras recebe Arnaldo Antunes em São Luís

Arnaldo Antunes faz show dia 24 no Artur Azevedo
    O cantor e compositor Arnaldo Antunes é a próxima atração do Projeto MPB Petrobras. No dia 24 de maio, às 20 horas, o artista se apresenta no palco do Teatro Arthur Azevedo em um show de voz e violões, relembrando os grandes sucessos de sua carreira. No show de abertura, o público confere a apresentação do músico Glad Azevedo. Com preços populares (R$ 20,00 / R$ 10,00), o projeto promove a formação de plateia para artistas locais e nacionais, além de valorizar a canção brasileira. O MPB Petrobras conta com o patrocínio exclusivo da PETROBRAS e o apoio da Lei de Incentivo à Cultura – Ministério da Cultura. Realização: Caderno 2 Produções Artísticas.
    Arnaldo Antunes chega a São Luis para apresentar um show intimista e revisitar importantes canções de sua carreira. Em formato acústico, o artista se fez acompanhar por bons músicos para mostrar as composições mais representativas de sua trajetória como “Alegria” (do CD “Ninguém”), “Longe” (“Iê Iê Iê), “Socorro”- que já foi gravada por Gal Costa e Cássia Eller e faz parte do álbum “Um Som” (1998) – e “Fim do Dia”, do mesmo CD, dentre outras. No palco, Antunes conta com a companhia dos músicos Chico Salem e Betão Aguiar, nos violões.
    Os ingressos para o show de Arnaldo Antunes dentro da programação do MPB Petrobras podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Arthur Azevedo por R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada). A data de inicio de vendas será divulgada nos próximos dias.
Serviço: MPB Petrobras
Show: Arnaldo Antunes
Show de Abertura: Glad Azevedo
Dia: 24 de maio
Horário: 20h
Local: Teatro Arthur Azevedo
Convites: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada)
Realização e Produção: Caderno 2 Produções Artísticas
Patrocínio: Petrobras
Apoio: Lei de Incentivo à Cultura – Ministério da Cultura

Azul poderá fazer voos diários entre São Luís (MA) e Belo Horizonte (MG)

    A Azul Linhas Aéreas Brasileiras pediu autorização à Agência Nacional de Aviação Civil – Anac – para inclusão de nova frequência de voo entre o Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado, no Maranhão, e o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins. Se aprovado, São Luís estará conectado por Belo Horizonte/Confins, com voos diários e noturno, com saída da capital mineira às 23h38, que terão início em 10 de julho. As operações estão previstas para serem realizadas com os modernos jatos Embraer.
Sobre a Azul
    Com dois anos de operações, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras conecta 35 destinos, 34 cidades, com 230 voos diários. Somando-se às 8 linhas de ônibus, são 42 cidades brasileiras conectadas pela Azul. A companhia opera uma frota de 34 aeronaves, composta por dez Embraer 190 e 19 Embraer 195, e cinco ATR 72-200. O papel da Azul é estimular o tráfego aéreo e dinamizar a economia brasileira por meio de uma equação tão simples de entender quanto difícil de imitar: preços baixos com alta qualidade de serviços.

Na agulha: Gal Costa canta "Mãe" de Caetano em Água Viva

Lambe-lambe:Casa de corintiano no Alto do Moura, em Caruaru (PE)

E o lobo virou cordeiro

Ferreira Gullar
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Se Lula aderiu às ideias do adversário,
 foi porque estas correspondiam
às necessidades do país
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O LEITOR sabe muito bem que não sou nem pretendo ser cientista político, mas apenas alguém que, como qualquer cidadão, acompanha com atenção o que ocorre em nossa vida política e procura, tanto quanto possível, compreendê-la. Mas não o esgoto, dou palpites. Não obstante, pelos muitos anos que tenho de observar, ler e refletir sobre os fatos políticos, creio às vezes perceber algo que ainda não foi formulado claramente pelos analistas profissionais.
    Mas, também, pode ocorrer que me engane, claro. Ainda assim, me atrevo a dizê-lo, correndo o risco de não ir além do óbvio. É o que farei agora. Mas, antes, advirto os petistas de que, se lerem esta crônica até o fim, podem até concordar comigo.
    Começo pelo que todo mundo sabe e que Lula e sua turma tudo fazem para ocultar: sem o Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal, o Proer e outras medidas tomadas por Itamar e Fernando Henrique, o êxito do governo Lula teria sido simplesmente impossível.
    Não se trata, aqui, de uma simples opinião, mas de um fato incontestável de que nenhum economista ou cientista político que veja os fatos com isenção discordará. Todos sabemos, o Plano Real foi o que pôs fim à inflação galopante que arrasava os salários e a economia brasileira como um todo.
    A criação do Real e os procedimentos que possibilitaram uma atitude disciplinadora em face dos problemas estruturais de nossa economia assinalaram o início de uma nova fase em nossa história.
    Em seguida, a Lei de Responsabilidade Fiscal liquidou com uma das principais fontes do processo inflacionário: os gastos sem controle promovidos sobretudo pelos governos estaduais.
    Essa lei, que condiciona as despesas públicas à arrecadação efetivamente conseguida, só foi posta em prática porque Lula e o PT não lograram impedir sua aprovação pelo Congresso. Foram derrotados na Câmara, depois no Senado, mas não desistiram e entraram com uma ação no Supremo Tribunal Federal para sustá-la.
    A campanha do PT contra o Plano Real foi igualmente feroz, chegando Lula a afirmar que se tratava de um lance eleitoral demagógico, feito para não durar mais que três meses. O Proer, que evitou uma crise bancária de consequências imprevisíveis, contou igualmente com a furiosa oposição dos petistas.
     A conclusão inevitável é que, se dependesse deles, nenhuma dessas medidas teria sido adotada e a economia brasileira não teria alcançado o equilíbrio e a consistência que permitiram ao governo Lula realizar o que realizou.
   Cabe agora perguntar: não foi bom para o país que o governo Lula tenha dado certo? Claro que foi. Então, não tem sentido criticá-lo por ter feito o que era certo fazer.
    Ideologia é uma coisa, realidade é outra. Quando Lula se deu conta de que sua pregação radical não o levaria ao poder, mudou de tom e de mensagem, assumindo uma posição moderada que lhe possibilitou ganhar as eleições. À frente do governo, adotou tudo o que seu adversário implantara, desde os programas assistenciais até a política econômica "neoliberal", imprimindo àqueles um colorido populista e à política externa um cunho antiamericano para salvar a face.
    Com esses toques, que chegavam aos ouvidos do povão ampliados pela retórica de Lula, construiu-se a imagem de um governo que contou com a simpatia popular e ganhou a confiança do empresariado.
    Nada melhor para o capital do que um país sem greves nem crises econômicas.
    Uma visão simplista atribuiria tudo isso ao carisma e à sagacidade política de Lula quando, na verdade, se trata de coisa bem mais complexa, conforme entendo. Se Lula mudou de retórica e de visão social, aderindo às ideias do adversário, foi porque a visão e os projetos deste é que correspondiam às necessidades reais do país.
    As mudanças que ele introduziu, por serem necessárias, tornaram-se irreversíveis. E, assim, o PT virou PSDB, como um lobo que se metesse em pele de cordeiro. Com a diferença de que, se o lobo da fábula continuou lobo, o lobo Lula virou cordeiro mesmo. E Dilma, mais ainda, se não quiser fracassar.
    Daí por que o PSDB tem dificuldade de fazer oposição, pois seria como opor-se a si mesmo.
    E também por isso Serra defendeu um salário mínimo de R$ 600, como se fosse possível cordeiro virar lobo, de repente.
Da Folha de S. Paulo

Trabalhadores paralisam linha de produção da Alumar/Alcoa

    Os trabalhadores da Alumar/Alcoa acabaram de suspender as atividades na linha de produção da empresa. Outra parte dos trabalhadores estão de braços cruzados no km 02 da BR-135 (antes do Funil) desde às 22h30h de sábado, 7.
    A greve é liderada pelo Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de São Luís – Sindmetal e Central dos Trabalhadores do Brasil –CTB/MA. A paralisação ocorre em virtude do impasse ocasionado pela Alcoa/Alumar em não querer repassar um reajuste salarial com ganho real, ou seja, com índices acima da inflação do período que foi de 6,36%.
    A Alumar/Alcoa é a única empresa do ramo que se opõe ao reajuste mesmo tendo tido um lucro de 309 milhões de dólares somente no 1º trimestre de 2011, com um crescimento de 22%.
    De acordo com representantes do Sindmetal, a manifestação é o terceiro ato da greve da categoria deflagrada desde o dia 14 de abril, quando os trabalhadores paralisaram as atividades ao longo do acostamento da BR 135.
    Saúde e segurança no ambiente de trabalho, fim do assédio moral e das terceirizações precárias/fraudulentas, redução da jornada e novo turno de trabalho, são algumas das outras reivindicações.
    A gerência da Alumar/Alcoa tentou impedir a greve dos Metalúrgicos através da Justiça. A decisão liminar prolatada pelo Juízo da 2ª Vara do Trabalho determinou que os trabalhadores não bloqueassem a BR 135 – decisão que os trabalhadores sempre cumpriram, pois em nenhuma das paralisações qualquer trecho da BR foi bloqueado - mas que utilizassem de todos os meios legais para reivindicar melhores salários e condições de trabalho.
    A diretoria do Sindmetal informa que os movimentos paredistas continuarão até que a Alumar/Alcoa se posicione propositivamente acerca do reajuste salarial dos trabalhadores.
Da Assessoria do Sindmetal 

Manchete do dia

Manchetes dos jornais

Maranhão
ITAQUI-BACANGA:Violência nos quatro cantos da cidade
JORNAL EXTRA: Teatro de merda
JORNAL PEQUENO - Prefeitura garante que processo do novo IPTU foi transparente
O ESTADO DO MARANHÃO - Roseana anuncia duro combate à pobreza
4º PODER: Desrespeito a deficientes
Nacional
CORREIO BRASILIENSE:A odisseia da mãe moderna
FOLHA DE SÃO PAULO:Demissão é maior nas companhias de origem chinesa
O ESTADO DE S. PAULO:'Bolsa-aluguel' eleva salário de promotores em 5 Estados
O GLOBO:Obras do fim do governo Lula estão abandonadas
ZERO HORA:Caça-níqueis, Caça-vidas
Regional
DIÁRIO DO PARÁ:Pará que posse de 7 mil ilhas
JORNAL DO COMMERCIO: Amor de mãe no calor do clássico
MEIO-NORTE:Piauí é campeão em mulheres no poder
O POVO:Quer ser bem sucedido? Seja gentil