16 de jul de 2010

Padre disputa vaga na Assembleia Legislativa do Maranhão

     Aos 38 anos de idade, o Padre Moisés (foto), da Paróquia de Nossa Senhora da Vitória, vai disputar uma das 42 vagas da Assembleia Legislativa do Maranhão nas eleições de outubro deste ano. É o único no Estado.
      Moisés Pereira Dias, nascido em Imperatriz, é filiado ao Partido Socialista Brasileiro, PSB. Ele concorrerá nas eleições majoritárias pela Coligação "Muda Maranhão", que reúne além do PSB, PCdoB e PPS, este último com grande presença de evangélicos como a deputada estadual Eliziane Gama, que tenta a renovação do mandato.
     Em sua declaração de bens à Justiça Eleitoral, Padre Moisés declarou possuir um patrimônio avaliado em R$ 17. 389,35. São 300 livros avaliados em R$ 6 mil; uma câmera sony no valor de R$ 9.500,00, um celular nokia de R$ 69,00 e saldo na caderneta de poupança de R$ 2.020,35.

Na agulha: Max Romeo e a eterna "War in a Babylon"


Guerra na Babilônia


War Inna Babylon

It sipple out deh!
War inna babylon, tribal war inna Babylon
Let me tell, it sipple out deh
A wha’ you seh, it sipple out deh, oh yeah
War inna babylon, tribal war inna Babylon
It sipple out deh, wha’ you seh, it sipple out deh, oh yeah
De baba men nuh like de dreadlocks man
De dreadlocks man nuh like de baba man, no
De po-lice men nuh like de dreadlocks man
De dreadlocks man nuh like de po-lice man, no
So war inna babylon, tribal war inna Babylon
Let me tell, it sipple out deh
A wha’ you seh, it sipple out deh, oh yeah
War inna babylon, tribal war inna Babylon
Let me tell, it sipple out deh
A wha’ you seh, it sipple out deh, oh yeah
When come pride then cometh shame
A man pride shall bring him low, yeah, oh yeah
Honour shall uphold the humble in spirit
And you know it’s true, yeah , oh yeah

War inna babylon, tribal war inna Babylon
A wha’ you seh, it sipple out deh
So wha’ fe do ? we slide out deh, oh yeah
War inna babylon, tribal war inna Babylon
A wha’ you seh, it sipple out deh
So wha’ fe do ? mek we slide out deh, oh yeah
True, true, true, it sipple out deh
So wha’ fe do ? mek we slide out deh, oh yeah
true, true, true, it sipple out deh
let me tell, we slide out deh
Marcus garvey prophecise, say:
"One mus’ live 10 miles away, yeah, in this time"
I-man satta at the mountain top
Watching Babylon burning red hot, red hot
War inna babylon, tribal war inna Babylon
A wha’ you seh, it sipple out deh
So wha’ fe do ? we slide out deh, oh yeah
War inna babylon, tribal war inna Babylon
A wha’ you seh, it sipple out deh
So wha’ fe do ? mek we slide out deh, oh yeah
True, true, true, it sipple out deh
So wha’ fe do ? mek we slide out deh, oh yeah
true, true, true, it sipple out deh
let me tell, we slide out deh

Zeca Baleiro participa do Festival da Loucura de Barbacena, em Minas Gerais

     Começou na quinta-feira e se prolonga até domingo em Barbacena (Minas Gerais) o 5º Festival da Loucura de Barbacena, no Campo das Vertentes. Conhecida como Cidade das Rosas e também Cidade dos Loucos – pelo grande número de hospitais psiquiátricos –, o festival deste ano terá a participação do artista maranhense Zeca Baleiro.
     O escritor paraibano Ariano Suassuna dará palestra antes do show de Baleiro. “O diferencial da programação deste ano está no foco dado aos recursos humanos”, diz Leonardo Carvalho, presidente da Cenatur, a empresa municipal de turismo de Barbacena. O Festival da Loucura é o terceiro maior evento na captação de turismo da cidade.
     Comemorando 13 anos de carreira fonográfica, o maranhense Zeca Baleiro retorna a Minas Gerais, onde morou em início de carreira, com show de sucessos, acompanhado de banda.
     Baleiro volta a gravar dois discos, simultaneamente, a exemplo do que fez com o sucesso de O coração do homem bomba, que rendeu trabalho ao vivo (CD e DVD) gravado em Belo Horizonte. Prepara o pacote Vocês vão ter de me engolir, que, além de programa de rádio que apresenta ao lado do poeta maranhense Celso Borges e do jornalista paulista Otávio Rodrigues (já no ar no site oficial do artista – www.zecabaleiro.com.br), prevê lançamentos de CDs, livros e um musical infanto-juvenil.

EUA querem derrotar Chávez nas eleições de setembro

     Empresários e organizações empresariais dos Estados Unidos e da Europa admitiram publicamente que estão investindo cerca de 50 milhões de dólares nas eleições de setembro na Venezuela com o objetivo de derrotar o presidente Hugo Chávez.
     É possível ouvir isso no depoimento de um soldado dessa máquina terrorista e de guerra. Uma confissão de vergonha por tudo o que fez a mando dos governantes e comandantes militares da organização EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.

Em Nossa Opinião do Correio de Imperatriz

Afeição
Impesssionnte o carismo que o médico Jackson Lago desperta principalmente na juventude imperatrizense. Uma relação de afetividade e confiança que se estreita na medida em que o tempo passa. Uma empatia emblemática que nem a figura nova do jovem Flávio Dino consegue ameaçar.

Estado terá que pagar R$ 33 mil de indenização a família agredida por PMs na Vila Maranhão

     O Estado do Maranhão deverá pagar R$ 33 mil de indenização por danos morais a três pessoas de uma mesma família – pai e dois filhos – por agressão verbal e física de policiais militares na saída de um clube na Vila Maranhão em maio de 2004. A 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça manteve a condenação de primeira instância na sessão de ontem, 15.
     Segundo os autos, em 1º de maio de 2004, os irmãos saiam do clube “Corel”, na Vila Maranhão, quando o PM Michel Albert Diniz, ao engatar a marcha ré na viatura, atingiu o abdômen de um deles, o que ocasionou a quebra do retrovisor do veículo. A vítima teria pedido ao policial que prestasse um pouco mais de atenção, prosseguindo em direção à sua residência.
     Em seguida, teriam sido abordados pelo PM Inaldo de Jesus Ferreira Lindoso, que queria saber quem teria quebrado o retrovisor do veículo, agredindo-os com palavras ofensivas, dando-lhes golpes de cassetete e conduzindo-os ao interior do carro. Neste momento, o pai das vítimas fora chamado e teria sido agredido no braço pelos militares.
     A Polícia Militar do Maranhão abriu uma sindicância para apurar os fatos e concluiu pela punição dos policiais, considerando que o PM Diniz não possuía habilitação para dirigir e pelo fato de o PM Lindoso ter usado de força excessiva e desnecessária para efetuar a prisão dos três.
     Os policiais contestaram, afirmando que já haviam sido punidos com oito dias de prisão, e alegaram ainda que os fatos ocorreram em frente a um clube e, portanto, deveriam ser considerados “normais”, sustentando ainda que as agressões, de acordo com os exames de corpo delito, não ocasionaram a incapacidade laboral ou danos irreversíveis às vítimas, de modo que entendiam não haver dano moral.

Eleição em São Francisco do Maranhão será no próximo domingo,18

     O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão realizará dia 18 de julho, domingo, nova eleição no município de São Francisco do Maranhão, termo da 21ª Zona Eleitoral (Sede: Barão de Grajaú).
     Nesta eleição, concorrerão ao cargo de Prefeito os candidatos: Francisco Ademar dos Santos (Chico Pechó) pela Coligação "A Vontade do Povo" e Valdivino Alves Nepomuceno pela Coligação "A Força Que Vem do Povo".
     A eleição, que será presidida pelo Juiz Eleitoral Rogério Monteles da Costa, dará aos 8.530 eleitores de São Francisco do Maranhão, divididos em 29 seções eleitorais, distribuídas em 16 locais de votação, o direito de escolher o representante do poder executivo municipal.
Da Assessoria de TRE-MA

Jingle de Roseana traça personalidade da candidata

     O jingle de campanha à reeleição de Roseana - desvencilhada da alcunha Sarney para bem parecer aos eleitores - logo nos acordes iniciais  remonta um passado amargo: sua derrota nas urnas, que a fez sofrer. Continua a musiquinha, que desanda para um baião insosso, afirmando que a filha do senador José Sarney (PMDB-AP) mudou e voltou graças à forças divinas e com uma mãozinha dos ministros do TSE.
     Em psiquiatria a alteração de personalidade, permanente ou definitiva, é qualificada como transtorno psíquico. Ocorre após um estresse fulminante. O paciente passa a encontrar barreiras para relacionar-se consigo mesmo e com o mundo externo. Um de seus sintomas é o sentimento crônico de estar no limite, ou seja, constantemente ameaçada.
     Desatento à exposição que submete a figura enaltecida, o letrista versifica ainda que, para Roseana isso é coisa do passado.  Em nada contribui o tal autor para aplacar o transtorno de mudança de personalidade, ao afirmar que ela voltou para trabalhar, construir estradas, cuidar da saúde e outras e outras afirmativas inverídicas.
    Em ritmo dois por quatro do baião, o jingle de campanha aprovado pelo publitário Duda Mendonça associa a candidata a situações naturalmente sublimes para, finalmente, concluir que seu apego ao poder é algo tanto quanto natural. Apelas para simbioses como abelha e mel, coração e amor, enveredando por licenciosidades, deixando de fora os laços de poder e dinheiro cultivados pelo clã.

Entenda como impugnações serão julgadas

Mário Coelho
     Na última semana, a palavra impugnação tem aparecido com destaque no noticiário político brasileiro. Levantamento parcial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aponta que foram apresentadas 2.776 ações contestando os registros de cerca de 20 mil candidatos que desejam concorrer às eleições este ano. As irregularidades encontradas até o momento são diversas. As mais banais ocorrem apenas pela falta de algum documento exigido, como a foto do candidato. Outras, as mais graves, contestam as candidaturas com base na Lei da Ficha Limpa, por conta, por exemplo, de condenações criminais. Essas são as que mais provavelmente implicarão mesmo em inelebibilidade dos candidatos.
     As impugnações com base no ficha limpa, até o final da tarde de ontem, somavam 403. Já foram divulgados os nomes de 397 políticos impugnados. Os outros seis, do Mato Grosso do Sul, ainda estão sob sigilo, porque o Ministério Público Eleitoral verifica se não são homônimos de outras pessoas.
     Em primeiro lugar, é importante explicar que impugnações não significam já a decretação da cassação da candidatura. Impugnação é sinônimo de contestação. Ou seja, por entender que determinadas candidaturas estão irregulares, o Ministério Público Eleitoral, ou mesmo outros partidos e cidadãos entraram com ações de impugnação, questionaram as candidaturas. Feitas essas contestações, caberá à Justiça Eleitoral julgá-las e confirmar ou não que tais candidatos estão inelegíveis. Assim, a impugnação é apenas o início de um processo.
     Para qualquer pessoa concorrer, é preciso respeitar uma série de requisitos previstos na legislação eleitoral. Os candidatos, entre outras coisas, devem comprovar que possuem idade mínima para o cargo, que se descompatibilizaram de função pública no tempo correto e possuem grau de escolaridade suficiente. Além disso, quem tiver problemas na Justiça, condenações por órgãos colegiados ou rejeição de contas pelos tribunais especializados também podem ficar de fora da eleição.
     O primeiro passo para se candidatar é ser filiado a um partido político. Mas, para entrar na disputa, é preciso estar filiado na agremiação por pelo menos um ano antes da eleição. Depois, a legenda tem que aprovar os nomes em convenção, para depois entrar com o registro de todos os candidatos no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de cada estado e do Distrito Federal. Os nomes e as chapas são publicadas no Diário da Justiça.
     Mesmo com a publicação, não significa que o candidato pode contar com a aprovação do registro. A partir da divulgação da lista, o Ministério Público, partidos políticos e coligações podem apresentar, no prazo de cinco dias, ações de impugnação de registro de candidato (AIRC). O objetivo do instrumento jurídico é impedir a homologação judicial da inscrição de um candidato no pleito eleitoral.
     Os promotores eleitorais e os advogados dos partidos e coligações vão examinar toda a documentação apresentada pelos candidatos. Se alguém não preencher um requisito previsto na Lei Complementar 64/90 - que foi atualizada pela Lei do Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10) - vai ter que se defender na Justiça. A impugnação é a contestação contra uma candidatura que tem problemas. Que pode ser a falta de um documento - do diploma escolar a uma certidão criminal - até uma condenação com sentença transitada em julgada.
     Apresentadas as ações de impugnação, tanto os tribunais regionais quanto o TSE têm prazos estabelecidos para julgar todos os registros de candidatura. As cortes locais precisam analisar os casos até o dia 5 de agosto. Já para o TSE, a data final é 19/08, quando todos os recursos sobre pedido de registro de candidatos deverão estar julgados, assim como as decisões publicadas. Na prática, porém, isso pode se estender além desse prazo. O próprio presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, já adiantou que é possível que algumas ações de impugnação só sejam julgadas depois das eleições. Isso já aconteceu em pleitos passados. Impugnado um candidato pelo TRE, ele pode recorrer ao TSE. Mas o Tribunal Superior Eleitoral é a instância final sobre esses casos. Não cabe recurso ao Supremo Tribunal Federal.
     Não havendo impugnações, os pedidos de registro de candidatura são encaminhados aos juízes relatores, que levarão os processos para análise do plenário de cada tribunal. Mesmo que não haja contestação, a inscrição pode ser negada pela corte eleitoral, já que o magistrado responsável pelo caso vai verificar se o candidato preenche as condições de elegibilidade. Entre elas, estão a nacionalidade brasileira, o pleno exercício dos direitos políticos, o alistamento eleitoral, o domicílio eleitoral na circunscrição, a filiação partidária, a idade mínima exigida para cada cargo, bem como a verificação dos antecedentes para fins de inelegibilidade.
Do Congresso em Foco

Manchetes dos jornais

O ESTADO DO MARANHÃO - Roseana inicia campanha e prega desenvolvimento
O IMPARCIAL - O homem bomba

Na agulha: Fernando de Carvalho canta João do Vale

Coordenação de campanha de Jackson Lago nega acordo com Roseana sobre agenda de campanha

     O coordenador de campanha da coligação "O Povo é Maior", que tem Jackson Lago (PDT) como candidato ao governo do Estado, desmentiu no início da noite desta quinta-feira que tenha feito qualquer "acordo de cavalheiros" com a coordenação da candidata Roseana Sarney.
      Segundo Lima, quem faz acordo com adversário numa contenda política é candidato fraco, o que não é o caso de Jackson Lago. O coordenador disse que nunca teve qualquer conversa sobre assuntos de campanha com os adversários. "Não fazemos acordo com adversários que covardemente usam tribunais para em nome da lei usurpar o direito ao voto da população", refutou Cândido Lima.
    A filha do senador José Sarney (PMDB-AP) escolheu como local para o início de sua campanha eleitoral a região Tocantina onde tem o maior índice de rejeição no Estado. Nas eleições passadas para o governo, em que foi derrotada nas urnas pelo pedetista Jackson Lago, a região Tocantina  expressou de maneira clara sua reprovação à permanência do grupo Sarney no comando do Estado. Jackson obteve quase 78% dos votos em Imperatriz.
     Sabedora da impossibilidade de mudar os votos dos imperatrizenses, Roseana vem insistentemente investindo na região, cooptando prefeitos com baixíssima aprovação do eleitoral. O prefeito de João Lisboa, Emiliano Meneses, é um desses cooptados.
    Eleito pelo PDT, Menezes enriqueceu subitamente a olho nu e se mudou da cidade para desfrutar do dinheiro público. Por outro lado, a cidade amarga as consequências de uma administração inoperante e irresponsável. 
    Nas poucas vezes em que esteve na cidade, extravasou seu desrespeito com a população. Há cerca de 60 dias, Menezes levou a governadora judicial até o município para mostrar seu prestígio eleitoral a recém-aliada. Para atrair a população, Menezes mandou sacrificar dois bois, servidos aos convidados na festa. Distribuiu ainda mais de 500 cestas básicas.
     Não fosse a miopia do Ministério Público, a festança para Roseana no mínimo se igualaria ao crime que impingiram ao ex-governador Jackson Lago para tirar-lhe o mandato. Só que, ao contrário da situação emblemática do chamado episódio de Codó, que tanto impressionou o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, TSE, ministro Ayres Brito, Roseana ocupa cargo público administrativo, sendo benefíciária direta do festiva de bonança do prefeito aliado.