20 de abr de 2011

Na agulha: Velho, bom e terno rock´n´rol do Deep Purple

Maranhão foi estado que teve maior crescimento de assinaturas de celular em três meses de 2011

    Pesquisa da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mostra que o Maranhão foi o estado que teve o maior crescimento de assinaturas de celulares, com 5,63%.  O número supera em quase o dobro do crescimento do número de assinaturas no Brasil este ano.
    No primeiro trimestre de 2011 houve um aumento de 3,73% no número de assinaturas de telefonia celular em todo país. Até março, foram registrados 210,5 milhões de assinantes na telefonia celular.
     Os dados da Anatel revelam ainda que  número de novas habilitações no trimestre foi o maior dos últimos onze anos. O número de novas habilitações no trimestre foi o maior dos últimos onze anos.
    Ainda segundo a Anatel, a teledensidade, ou seja, o número de celulares por habitantes, atingiu os 108,34 acessos por 100 habitantes, anotando um aumento de 3,50% no ano.A maior teledensidade do País é em Salvador, onde existem 164,78 acessos a cada 100 habitantes.
Com informações da Anatel

Emissora de rádio dos Haickel dará mais valor ao esporte

    Em spots frequentes a rádio Mais FM anuncia seu ingresso no universo esportivo. Será a primeira emissora de frequências moduladas a transmitir jogos e programa esportivos na grade de programação.
    A emissora faz parte da penca de concessões de rádio e televisão que detém o ex-deputado estadual e secretário de estado de Desporto e Lazer do governo Roseana Sarney, Joaquim Haickel. Um irmão do secretário responde pela emissora especializada em forró e outras distrações.
    O anúncio não cita patrocinadores da empreitada radiofônica. Admirador confesso do senador José Sarney (PMDB-AP), o imortal Joaquim Haickel mira-se no exemplo do guru: no mais concreto exemplo de ubiquidade (essa é de lascar o imortal) ficar dos dois lados do balcão, como contratado e contratante dos serviços de publicidade.Não custa, porém, acreditar nos nobres sentimentos que o esporte suscita.

Ala roseanista do PT faz aliança com com deus e o diabo no interior do Maranhão

    A ala do PT que defende a aliança com aliados do grupo Sarney costura acordos em diversos municípios vidrada nas eleições de 2012. Em Barra do Corda o grupo petista ligado ao vice-governador Washington Oliveira trabalha para emplacar Paulo Lima numa eventual chapa encabeçada pela vereadora Nilda Barbalho, presidente da Câmara Municipal do município.
    Ela é do grupo político ligado ao prefeito Manoel Mariano (PV), Nenzim, que esteve foragido da Polícia Federal suspeito de comandar um esquema de desvio de verbas públicas em Barra do Corda erm tonro de R$ 50 milhões.
    Com o acordo fechado, Washington Oliveira e Raimundo Monteiro, presidente da legenda no estado, retirariam de cena o grupo do deputado federal Domingos Dutra no município da região central do estado.
    Na região os petistas aliados da governadora Roseana Sarney (PMDB) trabalham candidatura própria no município de Jenipapo dos Vieira. Vereasdores do Partido dos Trabalhadores no município trabalham a indicação de Owaldo Amorim, recém-filiado ao PT, nome ligado ao Núcleo de Apoio Local da Funai em Jenipapo dos Vieiras.

Assassinatos de negros continuam crescendo no país

A probabilidade de um negro ou pardo morrer assassinado é mais que o dobro se comparado a de um branco. Assim como a mortalidade entre as afrodescendentes. A expectativa de vida dessa população é inferior à branca. Apesar de o número de homicídios no Brasil permanecer estável nos últimos anos, o número de pessoas negras assassinadas continua subindo. É o que revela o Relatório anual das desigualdades sociais, desenvolvido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e divulgado na terça-feira,19.
    Enquanto os homicídios entre homens brancos vêm caindo ao longo dos anos, a mortandade dos negros e pardos é inversa. O estudo indica que a probabilidade de um homem preto ou pardo morrer assassinado é mais do que o dobro se comparado a de um indivíduo que se declara branco.
    Em 2001, homens pretos ou pardos representavam 53,5% do total. Ao mesmo tempo, os brancos significavam 38,5%. Já em 2007, do total de homicídios registrados, 64,09% eram de negros. Já a proporção de brancos recuou para 29,24%. Em 2007, para cada 100 mil habitantes, 59,8 homens pretos ou pardos morreram assassinados. Entre a população masculina branca, essa proporção foi de 29,2 homens mortos a cada 100 mil habitantes.
    No início da década, foram registrados 44.105 assassinados de homens. Em 2007, esse dado ficou estatisticamente estável, recuando para 43.938. Entre as mulheres, diz o relatório, a razão de mortalidade das pretas ou pardas era 41,3% superior à observada entre as mulheres brancas, segundo os dados de 2007.
Vida
    A expectativa de vida da população negra continua inferior à da branca. Entre a população preta e parda, a expectativa de vida, em 2008, era de 67,03 anos. Entre a parcela de cor branca, a perspectiva era de 73,13 anos.
    O levantamento inédito foi preparado pelo Núcleo de Estudos de População (Nepo) da Universidade de Campinas (Unicamp), em São Paulo, estando incluído no relatório desenvolvido pela UFRJ. O estudo foi elaborado a partir de dados do Ministério da Saúde e da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (Pnad).O Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil 2009-2010 aponta a persistência e até agravamento da desigualdade entre negros e pardos, de um lado, e brancos, de outro, no Brasil.
Da Folhapress

Maranhão: Festa do Divino Espírito Santo na ilha de São Luís (MA)

Em novela, Dirceu relata maus-tratos sofridos no Dops


O ex-ministro José Dirceu, em gravação de depoimento
sobre prisão para novela do SBT




 Vera Magalhães
Vai ao ar hoje, no encerramento do capítulo da novela "Amor e Revolução", do SBT, o depoimento gravado pelo ex-ministro José Dirceu sobre sua prisão pela ditadura, em 1969, e o período em que viveu exilado em Cuba e clandestino no Brasil.
    Já gravaram para a trama de Tiago Santiago nomes como Criméia Almeida, ex-guerrilheira do Araguaia, e Rose Nogueira, que dividiu a cela no Dops com a presidente Dilma Rousseff.
    A participação de Dirceu é menos dramática. Ele faz uma distinção entre a época em que foi preso, quando a tortura ainda não era corrente, e o recrudescimento posterior. "Quando chegamos ao Dops houve uma sessão de pancadaria, de chutes."
    Ele narra que foram para o 4º RI, unidade do Exército em que Lamarca esteve preso, onde teria havido mais maus-tratos. "A comida era uma lavagem, a cela era pra ter pneumonia e tuberculose. Percebemos que aquilo já era prenúncio do que estaria pra começar de tortura e da ditadura", diz Dirceu no vídeo, ao qual a Folha teve acesso.
    Ele descreve as condições do congresso da UNE (União Nacional dos Estudantes), que levou à prisão de cerca de 800 participantes, em 1969, como "precárias".
    "Nós recebemos a informação de que o lugar estava cercado e decidimos não sair. Fomos todos presos", conta Dirceu, que está inelegível após ser cassado pela Câmara, sob acusação de ter chefiado o mensalão. Ele é réu na ação penal do STF (Supremo Tribunal Federal).
    Seu depoimento, de uma hora, deve ser usado em outros capítulos. A novela do SBT, que vai ao ar às 22h, estreou no último dia 5, com média de audiência de 7 pontos na Grande São Paulo.
Da Folha de S. Paulo

Sarney, Aécio e Bolsonaro: quando o mau exemplo vem de cima

Bárbara Souza
    Na semana passada, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), tentou minimizar a gravidade da sua decisão de dispensar parte dos servidores do seu gabinete da tarefa de registrar o ponto. Vale lembrar: foi na gestão de Sarney à frente da Presidência do Senado que foram criadas aberrações como a chamada “Diretoria de Garagem”, formalmente batizada pelo pomposo nome de "Coordenação de Administração de Residências".
    Ao dispensar um terço dos servidores que trabalham em seu gabinete, o senador desdenhou o fato de que foram gastos mais de R$ 1 milhão para a instalação dos novos equipamentos de registro de ponto no Senado. Além disso, a liberação do ponto é um ato que depõe contra a suposta intenção de moralizar o serviço público. Sarney, que está no quarto mandato como presidente do Senado Federal, disse à Folha de S. Paulo que não considera sua decisão um mau exemplo. "Ao contrário, é um bom exemplo porque são muito poucos os que nós liberamos, são aqueles que essencialmente o diretor achou que para o seu serviço era preciso. Muitos gabinetes liberaram todos os funcionários", afirmou.
    No último domingo (17), foi a vez do senador Aécio Neves (PSDB-MG). Parado por uma blitz no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, às 3h, o parlamentar estava com a carteira de habilitação vencida e não quis fazer o teste do bafômetro. Segundo alegou em nota enviada à imprensa, Aécio não fez o teste porque o documento estava vencido mesmo, e ele não iria mais dirigir o automóvel. Por isso, diz a nota, o senador não viu sentido em se submeter ao teste. Então, tá.
    Recentemente, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) fez declarações que beiram o estado da arte do racismo e da homofobia, ao responder à cantora Preta Gil, que não discutiria “promiscuidade”, se referindo à possibilidade de um filho seu se apaixonar por uma negra. A emenda saiu pior que o soneto. O polêmico deputado tentou justificar sua resposta, alegando que teria confundido a palavra “negra” com “gay”. Problemas auriculares à parte, o resultado não se altera: é preconceito puro e aplicado. No último dia 13, Bolsonaro apresentou sua defesa e disse que está sendo alvo do “fascismo das minorias”. Agora, o discriminado é ele?
    São três situações distintas que revelam o mesmo: a classe política no Brasil tem se mostrado pródiga em dar mau exemplo e subestimar a inteligência do cidadão, apresentando justificativas toscas para decisões e atitudes que afrontam o decoro parlamentar e as leis.
Do Polícia Hoje

Seis mil índios foram à Semana dos Povos Indígenas


Vinte barcos levaram os índios, além de lanchas, ônibus e aviões

    Evento em São Félix do Xingu uniu etnias em uma troca de culturas e também por reivindicações de melhorias aos índios.
    Cerca de seis mil índios de 14 aldeias de diversos municípios do sul do Pará participaram da Semana dos Povos Indígenas, que encerrou ontem(19), no Dia do Índio, em São Félix do Xingu. A programação começou no dia 16 de abril. Para chegar ao município, algumas tribos viajaram cerca de 15 horas pelos rios Fresco e Xingu. Os índios chegaram em 20 barcos, oito lanchas voadeiras, dois ônibus e dois aviões.
    O cacique Piudô, da tribo Kikretum, disse estar contente em trazer seu povo para as festividades, mesmo com uma viagem que durou mais de 10 horas de barco.
    A Prefeitura de São Félix do Xingu, em parceria com o governo do Estado, organizou o evento. A semana contou com jogos esportivos, apresentações culturais, danças indígenas, atividades lúdicas, concurso de miss, lançamento de um CD de músicas indígenas, entre outras atrações.
    Todos os caciques tiveram uma reunião reservada na prefeitura municipal com o governador em exercício, Helenilson Pontes, onde fizeram várias reivindicações. Entre elas, transporte escolar para as tribos.
    Na ocasião, o governador foi batizado por um cacique da etnia Kaiapó com o nome nome indígena de “Amore Kaiapó”, que significa “avô”.
    O governador em exercício parabenizou os indígenas e enfatizou que o Pará mostra um pouco do que é o Brasil, rico pela natureza e pelas pessoas que fazem o Estado. Durante a abertura oficial, no domingo, a tribo Gorotire, de Redenção, homenageou os presentes com uma dança.
Do Diário do Pará

O ocaso do sindicalismo emergente

Elio Gaspari
     Alguém fez papel de bobo em Jirau. Na segunda-feira, milhares de trabalhadores aceitaram um acordo coletivo negociado pela empreiteira Camargo Corrêa com a CUT e o sindicato dos operários na construção civil de Rondônia. Horas depois, a empreiteira anunciou que demitirá quatro mil empregados. Fez papel de bobo quem achou que essas demissões não ocorreriam.
    Na semana passada, o ministro Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, antecipara a degola, argumentando que a construtora contratara gente demais. Aquilo que durante a campanha eleitoral era crescimento do emprego, virou "contratação desenfreada".
    Há um mês, os peões do PAC fizeram na Amazônia o maior movimento de trabalhadores das últimas décadas. Parados, mais de 30 mil operários das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio conseguiram um acordo emergencial que lhes deu 5% de aumento real e pagamento regular de horas extras. Poucos dias depois, receberam a maior demissão em massa ocorrida desde o massacre da Embraer, em 2009.
    É direito da Camargo Corrêa dispensar quantos funcionários queira. Não é razoável, contudo, que o Ministério do Trabalho e a nobiliarquia sindical façam de conta que nada aconteceu. Na noite de segunda-feira, o portal da Força Sindical dedicou 74 palavras ao assunto, contra 838 para uma greve grega. A CUT, nem isso. Destaque, só na página da "Conlutas", ligada ao minúsculo PSTU, o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado.
    A justificativa da mudança de ritmo na obra pode ser sincera de parte da empreiteira, mas é capciosa quando vem do governo. Uma semana antes do quebra-quebra de Jirau, a presidente Dilma Rousseff pediu pressa nas obras das hidrelétricas da Amazônia.
    Nenhum baronete das centrais sindicais perderia uma perna se pusesse a cara na vitrine, como fez Gilberto Carvalho (um petista histórico, formado na Pastoral Operária), sustentando que há lógica nas dispensas. O assunto foi tratado com o silêncio da floresta porque as obras estão no mato e os trabalhadores são peões. Se as demissões acontecessem numa grande cidade, degolando numa categoria com melhores salários e algum ativismo político, o barulho seria enorme.
    Os baronetes do novo sindicalismo pregarão uma peça nos empresários que há anos veem neles exemplos de moderação. Ela poderá vir da mesma farinha que surpreendeu o andar de cima nos anos 70 com o surgimento dos metalúrgicos do ABC e de um barbudo chamado Lula. Até então, federações, confederações e sindicatos de empregados variavam apenas na medida da docilidade. O peleguismo da ditadura ajudou a criar o PT. A nobiliarquia emergente começou a servir de tablado para a Conlutas e o PSTU. Para se ter uma ideia do que é essa novidade, seu programa defende o "rompimento com o FMI", a suspensão do pagamento da dívida pública, a expropriação de grandes empresas, reestatização daquelas que foram privatizadas, monopólio estatal do comércio exterior, bem como o congelamento de preços, tarifas e mensalidades escolares. Tudo isso e mais reajuste mensal de salários.
    Em 1980, quando o PT foi fundado, defendia coisa muito parecida.
Elio Gaspari é jornalista. De O Globo

Manchetes dos jornais

Maranhão
ATOS E FATOS - Deputados defendem combate ao câncer
JORNAL A TARDE - CONSUP aprova transformaçao do Carlos Macieira em hospital de alta complexidade
JORNAL PEQUENO - Crise no Aldenora Belo faz governo prometer melhorias na área do SUS
O DEBATE - PC realiza megaoperação de combate ao crack
O ESTADO DO MARANHÃO – Chuvas em São Luís tem ventos de até 154 Km/h
O IMPARCIAL - A cracolândia persiste
Nacional
CORREIO BRASILIENSE:Condomínio nas alturas
FOLHA DE SÃO PAULO:Como FHC, Lula quer atrair nova classe média
O ESTADO DE MINAS:Vai doer no seu bolso
O ESTADO DE S. PAULO:Governo quer mais capital estrangeiro em aéreas
O GLOBO:País tem mais 100 empresas notificadas por biopirataria
VALOR ECONÔMICO:Arrecadação amplia superávit fiscal
ZERO HORA:Ministra promete para o campo incentivos ao adotar Código Florestal
Regional
DIÁRIO DO PARÁ:Quatro são presos por fraude na AL
JORNAL DO COMMERCIO:
MEIO-NORTE:Acidente mata 7 na BR-373
O POVO:Saidinha: 21 casos no mês