18 de abr de 2011

Via Sacra em Guaramiranga, na Serra do Baturité (CE)


1.Estação: Jesus é condenado à morte
 


2.Estação: Jesus carrega a cruz às costas



3.Estação: Jesus cai pela primeira vez




4.Estação: Jesus encontra a sua Mãe

5.Estação: Simão Cirineu ajuda a Jesus


6.Estação: A Verônica limpa o rosto de Jesus


7.Estação: Jesus cai pela segunda vez


8.Estação: Jesus encontra as mulheres de Jerusalém

 
9.Estação: Terceira queda de Jesus


10.Estação: Jesus é despojado de suas vestes



11.Estação: Jesus é pregado na cruz


12.Estação: Jesus morre na cruz


13.Estação: Jesus morto nos braços de sua Mãe

 
14.Estação: Jesus é enterrado


Lambe-lambe: Em Boa Vista do Gurupi a fronteira entre MA e PA nas alturas

Frase do dia

"A poesia e a política são demais para um homem só"
Paulo Martins, herói do filme "Terra em Transe" (1967), de Glauber Rocha.

Filha de Ulysses pede a Simon resposta a Sarney

Fábio Góis
    A filha do ex-deputado Ulysses Guimarães (1916-1992), Celina Campello, recorreu ao senador Pedro Simon (PMDB-RS) para contestar as declarações do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), registradas contra o “senhor Constituinte” no livro Sarney – A biografia, da jornalista Regina Echeverria, lançado em março. No início da tarde desta segunda-feira (18), Simon subiu à tribuna do plenário com a cópia impressa de um e-mail em que Celina lembra a “admiração e amizade” que ele nutria por Ulysses. Filha de Dona Mora, ela pede que o peemedebista, “com sua inteligência e capacidade de comunicação”, lembre “mais uma vez o legado político” de Ulysses, por meio de artigo ao jornal O Estado de S. Paulo, que publicou na última semana de março as declarações de Sarney.
    “Ulysses não tem grandeza de espírito público. É um político menor, que tem o gosto da arte política. Puro gosto do jogo, sem nada mais”, declarou Sarney, em espécie de diário da época em que governou o Brasil, entre 1985 e 1990. Nos escritos, o senador peemedebista reclama de Ulysses ao listá-lo como um dos políticos que prejudicaram sua gestão, a primeira de um civil após o período da ditadura militar. A assessoria de imprensa de Sarney, que está fora do país, disse que os registros refletiam as ideias do senador à época, e não seu pensamento atual.
    “Olha, quando li essa frase [registrada acima], pedi a um jornalista, meu colega do gabinete, que me emprestasse o livro e fui conferir, porque achei que era um exagero do jornal. Nunca me passou pela cabeça que era isso”, declarou Simon, para quem “o biografado é uma pessoa de pensamento muito duro, muito rígido”.
    Com a mensagem eletrônica em mãos, Simon parecia fazer auto-referência no pronunciamento, bem como a Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) – dois dos fundadores da legenda, ambos têm postura legislativa independente do partido, principal aliado do governo federal. “É verdade que estamos vivendo uma época de esquecimento, inclusive dentro do PMDB. (...) Por isso, faço questão de vir aqui, minha querida Celina, para dizer que, perante a história do Brasil, a figura do Doutor Ulysses continua notavelmente respeitada”, acrescentou o senador peemedebista.
    “Ele [Sarney] não pode usar uma frase como essa e atingir uma pessoa que morta está, que não pode se defender. Se, durante os tantos anos em que vivos estavam os dois, eles poderiam ter debatido um com o outro. A saída é essa, e não é humilhante. O doutor Sarney voltará a ter o respeito de todos nós se disser: ‘Houve um equívoco, houve um erro, houve um vazio, e eu peço desculpas’”, acrescentou Simon.
    O lançamento do livro em Brasília, em 22 de março, reuniu figuras conhecidas da política nacional – em evento que, provocando esvaziamento no Congresso, interrompeu a pauta de votações em plena terça-feira, dia tradicionalmente reservado às deliberações em plenário. Por lá passaram nomes como Agaciel Maia (agora deputado distrital pelo PTC), ex-diretor-geral do Senado e pivô da mais grave crise da história do Senado, com o caso dos atos secretos; e Renan Calheiros (AL), líder do PMDB.
Do Congresso em Foco

Beijar-Flor de Nilópolis quer R$ 8 milhões para enredo "São Luís, 400 anos de amor"


Foto: Secom    Laíla e a governadora: Topam tudo por dinheiro
        A Secretaria de Estado Comunicação, Secom, tem repugnância por cifras quando alusivas ao erário. Confirmando a regra  a notícia sobre a reunião entre a governadora e representantes da escola de samba Beija-Flor, do Rio, sobre o enredo "São Luís, 400 anos de amor” não faz referência a patrocínio. A proposta da escola carioca para levar o enredo-encomendado para o Sambódromo é de R$ 8 milhões. Foi a governadora do estado quem propõs o tema do enredo.
    Na conversa entre o diretor da escola, Luís Fernando do Carmo, o Laíla, e a governadora Roseana Sarney, no Palácio dos Leões, as cifras foram postas na mesa.  No entanto, por orientação dos secretários Sérgio Macedo (Comunicação), Tadeu Palácio (Turismo) e Luís Bulcão (Cultura) optou-se por meias-verdades.
    Para dourar a pílula chamaram para testemunhar o contrato os carnavalescos  maranhenses Chico Coimbra, Miguel Veiga, e os artistas funcionários ou parceiros financeiros da Secretaria de Estado da Cultura, Secma.
    “Tenho certeza que será um grande presente para todos nós mostrar São Luís pelo lado poético e musical que a Beija-Flor se reveste”, disse Bulcão.
    Durante as visitas eles serão acompanhados por membros da comissão, formada pelo pesquisador Sebastião Duarte, teatrólogo Aldo Leite, carnavalescos Miguel Veiga e Chico Coimbra, produtor cultural José Pereira Godão, cantores Roberto Brandão, Sergio Habibe, Mano Borges, Betto Pereira e pelo coordenador do Grupo Gdam, Cláudio Adão, todos conhecedores de um aspecto diferencial da cultura maranhense.
     Aos contribuintes maranhenses o modelo de gestão do "melhor governo da minha vida Roseana Sarney" com transparência zero pode acabar tornando-se aos poucos consuetudinário.

Sarney se complica na campanha contra armas

Vereadora de São Luís troca experiências com país africano sobre problemas fundiários e de moradia

Vereadora de Rose Sales (PCdoB)
    A vereadora de São Luís, Rose Sales (PcdoB), se encontra em Nairóbi (Quênia), depois de ter cumprido rápida agenda em Brasília, na Embaixada do Quênia. Ela é a única parlamentar brasileira convidada a apresentar seu mandato na 23ª reunião do UN-HABITAT (agência da ONU dedicada às políticas de assentamentos humanos no mundo) , que aconteceu entre os dias 11 e 15 de abril.
   "Recebi com muita satisfação esse convite  para apresentar no stand que está sob minha responsabilidade um resgate histórico de alguns problemas fundiários e de moradia digna de São Luís, e uma proposta de mudança com pedido de ajuda à ONU e demais organismos mundiais”, ressaltou a vereadora.
    Rose Sales ocupou espaços importantes em reuniões com representações de vários países como Zâmbia, Estados Unidos, Canadá, Tanzânia, Quênia, Afeganistão e outros. A parlamentar disse ter construído relações internacionais importantes com objetivo principal de gerar mudança social, principalmente para as comunidades que vivem em situação de maior vulnerabilidade social em São Luís.
    As discussões foram  nas áreas de moradias dignas em ambientes saudáveis, regularização fundiária, garantia de acesso das mulheres a direitos, bens e serviços e a participação da mulher nos espaços políticos. Ela manteve relações diplomática entre a Embaixadora do Brasil no Quênia e do Quênia no Brasil a fim de facilitar projetos futuros para a capital.
    Rose Sales foi recebida pela Embaixadora do Brasil no Quênia, Dra. Ana Maria Sampaio, no dia14. Na oportunidade expôs sua linha de trabalho parlamentar e pediu apoio para a realização de projetos na cidade de São Luís. Ela participou  de reuniões com a Huairou Comission, organismo não governamental que desenvolve parcerias estratégicas e cria vínculos entre as organizações femininas de base, avançando nas suas capacidades de terem coletivamente influência local no âmbito global e ocupar espaços políticos em nome de suas comunidades.

Duda cuidará de Roseana

    Duda Mendonça vai cuidar da imagem da governadora Roseana Sarney e do estado do Maranhão. A sua agência venceu licitação do governo e será a responsável pela propaganda oficial em rádio, TV, jornal e internet para este ano. Apesar de o Maranhão ser apontado como o mais carente do país, a governadora destinará R$ 45,2 milhões para publicidade até dezembro, cujo Orçamento foi aprovado pela Assembleia Legislativa. Duda foi o marqueteiro de campanha da reeleição de Roseana, na qual ela prometeu construir 72 hospitais. Como o governo ainda não tem dinheiro para isso, ela vai precisar do marqueteiro.
Do Informe JB, por Leandro Mazzini

PDT lança novo portal na internet

    Hoje, às 18h, na Liderança do PDT na Câmara será lançado o novo portal  do partido, na internet, com a presença do Ministro do Trabalho e presidente licenciado do PDT  Carlos Lupi, do secretário nacional, Manoel Dias, dos líderes partidários, deputados, senadores.

Deputado Romário diz que não liga para pressões nem para a imprensa

"O convite partiu da presidência da Câmara, acredito que deva ser oficial, e, por isso, seria bem normal que a Casa arcasse com os gastos. Quando entra o jogo, as pessoas confundem. Deixam de entender que é uma coisa oficial. Não fui porque não quero mais. Não é porque a imprensa questionou. E, se tivesse que ir, seria um prazer ver o Barcelona ganhar de novo do Real Madrid."
O deputado federal Romário (PSB-RJ) sobre viagem bancada pelo contribuinte para assistir jogo na Espanha, em entrevista do Jornal do Brasil.

Sarneyzinho, meu filho, meu filho

Helio Fernandes
    O relator do processo contra o ex-ministro que tem o nome do pai, foi o Ministro do Tribunal de Contas da União, Augusto Nardes. Rejeitou as contas de Sarneyzinho, cheias de irregularidades. E não foi só isso, ou só ele.
    Também foram trucidadas as contas de José Carlos Carvalho, secretario executivo do Ministério do Meio Ambiente. E Edeijavá Rodrigues Lira, Presidente da Fundação Universitária de Brasília. Os três recorreram, um direito liquido e certo.
    Só que o Tribunal de Contas, usando o mesmo direito liquido e certo, recusou o recurso das contas dos três, alegando e provando: “Estão cheias de irregularidades, principalmente nas licitações”. Puxa, LICITAÇÃO é a parte mais suculenta.
    Agora vem o que considero negativo, Deus queira que esteja completamente equivocado. As punições se esgotarão com multas. O valor ainda não foi fixado. Pela experiência do repórter, vão “se considerar injustiçados”, mas pagarão.
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Da Tribuna da Imprensa

José Dirceu na novela do SBT

O SBT marcou para a próxima quarta-feira a exibição do depoimento gravado de José Dirceu para a novela Amor e Revolução do SBT. Pode ser um bom momento para a emissora alavancar a audiência da atração, até agora na casa dos seis pontos de média.
Por Lauro Jardim, de VEJA Online

Carta de estudante é retrato da educação pública sem photoshop

Dijeis de reggae do Maranhão participam da Virada Cultural 2011 em São Paulo

 Treze dijeis do movimento reggae do Maranhão participaram da Virada Cultural no final de semana passado em São Paulo. Nomes lendários como Serralheiro, Junior Black, Jorge Black,Neturbo e novos como Giovanni, Marcos, Evando e Belo Roots, Nenzoka Show, Tarcizo Slektah e Nega Glícia inflamaram a galeria no Super Musical Jah com a radiola Princesa Izabel, na Rua General Rondon, zona central da cidade.
    Das 18 horas de sábado até aàs 16 horas de domingo as pedras rolaram na pauliceia. O primeiro a detonar foi Tarciso Slektah, recentemente chegado da European High Vibes Tour por Portugal, Espanha e França. Proprietário da High Vibes Sound System, Selektah já rodou pelo Bar do Nelson, Roots Bar, Túnel do Tempo, Kingston 777, Bar do Moleza, Point do Celso Cliff, Jamming, Ritmo da Ilha. Fora de São Luís tem passagem por Belém, Fortaleza, Salvador e São Carlos (São Paulo).
    Em seguida foi a vez dos DJs Giovanni e Marcos, do Disc Memory, tocarem grandes sucessos do reggae mundial diretamente do vinil.
    Ex-proprietário das Radiolas Black Power, Sonzão do Junior Black e Rebel Lion e com mais de 30 viuagens a Jamaica em busca das pedras mais raras, Junior Black levou o som até a meia-noi na Virada Cultural 2011 reservada ao ritmo jamaicano.
    Com passagens pelo Bar Túnel do Tempo com uma seqüência consagrada na Ilha maranhense e por vários bares como Roots Bar, Kingston 777, Ritmo da Ilha Night and Day, Jamming, Jorge Black mostrou os caminhos das pedras aos paulistanos e regueiros presentes na virada.
    Grande anunciado na noite, com mais de trinta anos de reggae,  ‘O Magnata do Reggae’ Serralheiro, proprietário da Radiola Voz de Ouro Canarinho, tocou na madrugada.Os DJ’s Valdinei Tavares e Henrique Chaves, da Mega Vibes; e Evandro Roots e Belo Roots, da Irie Disc, também resgataram as pedras dos bolachões de vinil na noite de São Paulo, às primeiras horas da manhã.
    Dono de um acervo muito grande de música reggae, Nenzoka Show, o terceiro dj do Disc Memory, no início da tarde de domingo, puxou da mala sucessos de Bob Marley, Gregory Isaacs, Eric Donaldson. Na sequência quem tomou o controle foi Nega Glícia, uma DJ de peso descoberta pelo radialista e Dj Ademar Danilo, parceiro de Fauzy Beydoun no primeiro programa de reggae de São Luís em FM, o "Reggae Night".
    O encerramento do Super Musical Jah ficou nas mãos de Neturbo, o lendário dono do Pop Som, clube do bairro da Jordoa, uma das casas pioneiras dedicada exclusivamente ao ritmo jamaicano na ilha de São Luís do Maranhão.

Chico Escórcio está feliz com situação aeroporto de São Luís

Aeroporto de São Luís - fechado para reforma desde 30 de março

"Sra. Presidenta, ontem estivemos com o Presidente da INFRAERO. Os aeroportos de Imperatriz e de São Luís estão com um problema sério. Para a nossa felicidade, a maquete do aeroporto de São Luís já está pronta, e tivemos a sinalização de que esses dois aeroportos serão erguidos brevemente.
    Então, manifestamos aqui nossa felicidade por termos recuperado os aeroportos de São Luís do Maranhão e de Imperatriz.
Obrigado."
Discurso do suplente de deputado federal Francisco Escórcio (PMDB), ex-secretário de Representação Especial do Governo do Maranhão em Brasília, realizado em 12 de abril na tribuna da Câmara Federal.

Procissão do Fogaréu em Caxias será realizada na quarta-feira,20


Cristo Redentor em Caxias, no Maranhão
    Quando as luzes das ruas do Centro Histórico de Caxias forem apagadas, o clarim soar no silêncio da noite e os fiéis acenderem suas tochas, é o sinal que a Procissão do Fogaréu estará saindo da Catedral de Nossa Senhora dos Remédios pela cidade.
    A cerimônia será realizada na quarta-feira Santa (20) e já é a terceira maior do Brasil, ficando atrás apenas das que ocorrem em Goiás Velho (GO) e Oeiras, no Piauí, que são as mais antigas.
    A expectativa de público é de 20 mil pessoas, e tanta gente se dá pelo diferencial da procissão. Antes da peregrinação, há um espetáculo teatral de duas horas de duração com atores locais, mostrando passagens importantes da vida de Jesus Cristo.
    Entre as cenas novas que serão apresentadas este ano estão algumas passagens dos milagres de Cristo. O espetáculo começará às 20h.
    O diretor do espetáculo, Richter Wenzel Bezerra, que também é um dos coordenadores da Procissão do Fogaréu, comentou que está quase tudo pronto e que hoje a equipe se reúne em regime de mutirão apenas para concluir a confecção de alguns adereços, como máscaras e espadas usadas pelos soldados.
    "Está tudo adiantado e nada ficará para a última hora, o que poderia atrasar a apresentação. Estipulamos um cronograma e conseguimos cumpri-lo", adiantou o diretor.

Gonçalves Dias, o poeta nascido em Caxias
Diferença - A Procissão do Fogaréu de Caxias se diferencia de todas as outras realizadas no país, porque, além dos farricocos que seguem encapuzados pelas ruas da cidade com tochas nas mãos, há a encenação teatral, o que não acontece em nenhuma outra do estilo, nem mesmo em Goiás Velho, onde é realizada a mais antiga e tradicional Procissão do Fogaréu do Brasil. São mais de 200 anos.
    No adro da Catedral de Nossa Senhora dos Remédios, acontecerá a acolhida dos romeiros com o sermão do bispo de Caxias, dom Vilsom Basso.
    Logo em seguida, será encenado o primeiro ato da procissão: Apresentação de Jesus no Templo, Batismo de Jesus, Entrada Triunfal em Jerusalém, Última Ceia, Tentação de Jesus no Horto das Oliveiras, A Venda de Jesus por Judas. Depois disso, começará a procissão por 14 ruas de Caxias, com um percurso de 4,5 quilômetros.
    Nesses locais, a iluminação das ruas será desligada, para dar maior dramaticidade à procissão. Às 22h45, está previsto o segundo ato da procissão com a procura de Jesus no local da Última Ceia em frente à Igreja do Rosário.
    No Santuário do Sorriso, será realizado Toque do Clarim, Prisão de Nosso Senhor Jesus Cristo e sermão do Monsenhor José Mendes. Na Capela de Nossa Senhora da Assunção, acontecerá o Lamento de Verônica, Arrependimento de Judas e a mensagem final. A procissão está prevista para ser encerrada à meia-noite.
    Participam do evento deste ano cerca de 80 atores. Dezesseis deles encenarão os atos e os demais farão parte da figuração do espetáculo.
História
- A primeira Procissão do Fogaréu aconteceu em 2004 com a participação de 80 jovens.
- Mesmo sob forte chuva, o grupo não se intimidou e percorreu as ruas da cidade acompanhado por pouco mais de mil pessoas.
- Nesse ano, não houve encenações teatrais.
- Em 2005, aconteceu a primeira adaptação do teatro e é este um dos fatores apontados para o sucesso da procissão.
- Desde então, o número de participantes só cresce e somente em 2006 as luzes da cidade começaram a ser desligadas durante o percurso, o que deu vida e mais emoção ao evento.
Fonte: Anele de Paula

PT vai debater plantio de maconha

DE BRASÍLIA
    Líderes do PT no Congresso Nacional disseram que o partido vai discutir a criação de cooperativas para o plantio de maconha, ideia defendida pelo líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP).
    O líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse que discorda de Teixeira, mas que as propostas serão debatidas pelo partido. Vaccarezza disse que a posição de Teixeira é individual e que, por essa razão, não irá polemizar com o colega.
    No Senado, o líder do PT, Humberto Costa (PE), saiu em defesa de Teixeira. "A legalização seria uma maneira de combater o tráfico, mas não tem unanimidade. Os desdobramentos precisam ser estudados", disse Costa, que foi ministro da Saúde no governo Lula.
    Segundo o senador, o partido defende que o foco do combate à droga não deve ser no usuário, mas no traficante. "Nunca discutimos o plantio", atentou.
Da Folha de S. Paulo

O jornalista e o assassino

Fernando de Barros e Silva
SÃO PAULO - Há notícias que são de interesse público e há notícias que são de interesse do público. Se a celebridade "x" está saindo com o ator "y", isso não tem nenhum interesse público. Mas, dependendo de quem sejam "x" e "y", é de enorme interesse do público, ou de um certo público (numeroso), pelo menos.
    As decisões do BC para conter a inflação têm óbvio interesse público. Mas quase não despertam interesse, a não ser dos entendidos.
    O jornalismo transita entre essas duas exigências, desafiado a atender as demandas de uma sociedade ao mesmo tempo massificada e segmentada, de um leitor que gravita cada vez mais apenas em torno de seus interesses particulares.
    Um caso como a tragédia de Realengo reúne interesse público e interesse do público em grau máximo. Como combater a circulação de armas no país? Como aumentar a segurança nas escolas? Como enfrentar o problema do bullying? São questões de interesse público e de interesse difuso do público.
    Aquém delas, porém, há o fato trágico. Como fazer sua cobertura? Até onde saciar a curiosidade (mórbida) das pessoas? Até onde devassar o sofrimento das famílias? Deve-se expor sem limites os vídeos "preparatórios" do assassino? Deve-se preservar as crianças disso tudo? Até que ponto? E como?
    Não há respostas conclusivas a essas perguntas. Mas não fazê-las, sob pretexto de que seriam ingênuas numa época de informação instantânea, equivaleria a deixar o jornalismo e suas opções fora do debate público. É preciso refletir melhor sobre os nossos critérios.
    Sobretudo quando o jornalismo se converte em "infotainment" e parece inclinado a se guiar quase exclusivamente pelos interesses "do público". A superexposição midiática, apelativa e, afinal, monótona do assassino serve bem de exemplo. Nunca um vídeo foi tão visto e comentado. É contra esse espetáculo que deveríamos nos opor. Mesmo, ou principalmente, que isso nos pareça uma batalha perdida.
Da Folha de S. Paulo

Charge do dia - Sponholz


Manchetes dos jornais

Maranhão
JORNAL PEQUENO - Garçom é assassinado por adolescente na Ponta D ´Areia
O ESTADO DO MARANHÃO – Domingo de Ramos marca início de ritos da Semana Santa
O IMPARCIAL - MA perde R$ 40 milhões com furto de energia
Nacional
CORREIO BRASILIENSE:Por que o serviço de táxi no DF é caro e ruim
FOLHA DE SÃO PAULO:PF reduz atuação nas fronteiras
O ESTADO DE MINAS:E a lei que proíbe a sacola de plástico, vai pegar?
O ESTADO DE S. PAULO:Japão prevê crise nuclear até janeiro
O GLOBO:Governo não segura dólar e inflação, mas reforça caixa
VALOR ECONÔMICO:Remuneração de diretores cresce 36%
ZERO HORA:Gravações mostram o poder de chefe do tráfico preso na Pasc
Regional
JORNAL DO COMMERCIO:Semifinais do hexa
MEIO-NORTE:Olaria empata e elimina Palmeiras
O POVO:Avanço do mar ameaça litoral