4 de mar de 2010

Vale a pena ver de novo.



VIVA EDUCAÇÃO!!!!!!

Eros Grau conta com apoio de Sarney para fazer parte da ABL

      O ministro Eros Grau , do  Supremo Tribunal Federal Eleitoral e que relatou o processo de cassação do governador Jackson Lago (PDT) no Tribunal Superior Eleitoral está entre os candidatos à vaga aberta na Academia Brasileira de Letras com a morte do bibliófilo José Midlin.

     Se eleito vai confirmar as especulações que circularam à época da cassação, sobre o empenho do senador José Sarney, também imortal da ABL, na eleição do ministro como acadêmico. Ex-professor da Universidade de São Paulo, USP, Eros Grau (na foto cumprimento o senador José Sarney) também foi professor visitante da Universidade de Paris.

     Grau também ficou responsável pelo julgamento do agravo de instrumento 10625, que acusa Roseana de abuso de poder econômico e de ter pago as despesas eleitorais da coligação União Democrática Independente, formada pelo PSL e PTC.

      Nomeado para o Supremo Tribunal Federal pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o considerado ministro de esquerda é autor de vários livros jurídicos. Mas é o erotismo a principal inspiração do membro da União Brasileira de Escritores. Ele é autor de "Triângulo no ponto” (Editora Nova Fronteira - leia trechos abaixo). Gaúcho de Santa Grau deve se aposentar do STF em agosto deste ano.

Trechos de Triângulo no ponto"

· “[Vânia] tinha uma válvula de sucção no lugar do sexo e soltava sonoras flatulências vaginais pós-coito”.

· “[Dóris] adorava contar-me suas façanhas sexuais, penso que quase todas elas reais. De quando em quando se queixava do marido por obrigá-la a fazer aquilo. Deitava-se de bruços, erguia as ancas e, mostrando-me como, seguíamos por ali”.

· "Abre a geladeira para servir-lhe um copo de água e faz um comentário ousado a respeito de um pedaço de manteiga, que toma em uma das mãos, e do filme de Marlon Brando e Maria Schneider; Beth transpira. É tomada de excitação, mamilos intumescidos; a boca entreaberta”.

· "Os dois entraram na casa para buscar alguma coisa. Xavier abraçou-a, juntou seu corpo ao dela e ela sentiu o pênis teso. Tirou para fora e pediu-lhe que pegasse. Foram não mais do que dois ou três segundos, agarrou e largou, como se tocasse um ferro em brasa -era, de fato, um ferro em brasa. Uma amiga, ao voltar da lua-de-mel, contou-lhe que, quando entrava, era como se aquela coisa viesse, por dentro, até a garganta".

· "Contou que ao entrar na sauna, no dia anterior, ela lá estava, nua, como se o esperasse. ´Uma putinha´, afirmou outra vez, ´uma putinha com peitinhos de perdiz´.”
 
Outras obras de Grau

Planejamento econômico e regra jurídica, 1978;

Elementos de Direito Econômico, 1981;

Direito urbano, 1983;

A Constituinte e a Constituição que teremos, 1985;

Direito, conceitos e normas Jurídicas, 1988;

Licitação e contrato administrativo, 1995;

La doppia destrutturazione del diritto, Milano, 1996; (em italiano)

La doble desetruturación y la interpretación del derecho, Barcelona, 1998; (em espanhol)

O direito posto e o direito pressuposto, 2005;

O Estado, a Empresa e o Contrato (em co-autoria com Paula Forgioni), 2005;

A ordem econômica na Constituição de 1988, 2006;

Ensaio e discurso sobre a interpretação/aplicação do direito, 2006.

Do ofício de orador, Editora Revan, Rio de Janeiro, 2006, 2ª edição

Triângulo no Ponto, Nova Fronteira, 2007;

Interpretación y aplicación del derecho, Madrid, 2007. (em espanhol)

Começa briga pelo fardão de José Mindlin na Academia Brasileira de Letras

     Oficialmente, só no fim da tarde desta quinta-feira o presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL), Marcus Vilaça, vai declarar vaga a cadeira 29, até o último domingo ocupada pelo bibliófilo e empresário José Mindlin. A partir daí se abrirão as portas para os eventuais candidatos começarem a correr atrás dos votos que lhes garantam um posto na imortalidade da casa. Apenas oficialmente também, porque nos últimos dias o clima de campanha rondou os corredores da ABL e atingiu os telefones dos imortais-eleitores. Pelo menos um candidato não esperou sequer 24 horas para começar a trabalhar na substituição de Mindlin. O iG ouviu acadêmicos e observadores externos acostumados à política da Academia. Sob condição do anonimato, eles contaram os bastidores do processo em busca de uma vaga na imortalidade.

     Os dias de luto pela morte do bibliófilo se encerrarão com a chamada “sessão da saudade”, que ocorre tradicionalmente no Salão Nobre do imponente Petit Trianon, no centro do Rio, na primeira-quinta-feira após a morte de um membro da ABL. A sessão serve para homenagear o falecido e declarar aberta a vaga que este ocupava.

    "Os últimos dias foram de articulações prévias e projeções, mas depois da sessão devem surgir muitos candidatos”, prevê um observador. Ele conta: “A morte de Mindlin foi anunciada às 15h de sábado e, às 9h da manhã de domingo, um candidato já ligava, em tom impertinente, para acadêmicos, dizendo contabilizar 11 votos”.

     Com articulações, sugestões e gestos típicos de uma verdadeira disputa eleitoral, a sucessão da vaga de Mindlin exibe uma eclética lista de pré-candidatos. Desde domingo, fala-se em nomes como o escritor Ziraldo, o cantor e compositor Martinho da Vila, o ministro do Supremo Tribunal Federal Eros Grau, o diplomata, ensaísta e tradutor Geraldo Holanda Cavalcanti e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Candidatos – e perdedores – em outras disputas como Antônio Torres e Fernando Morais também são lembrados.

     Também apareceram referências a acadêmicos em potencial, como o escritor e apresentador Jô Soares. O humorista chegou a ser cogitado algumas vezes. Em 2001, desistiu diante da unanimidade em que se transformou o nome de Zélia Gattai para ocupar a cadeira deixada pelo marido Jorge Amado. Em 2005, seu livro "Assassinatos na Academia Brasileira de Letras", onde pôs um serial killer no encalço de seletos membros da ABL, foi interpretado como uma pré-candidatura, fato que negou.

Pré-campanha delicada

     Pelo menos até aqui, candidatos e acadêmicos evitam falar em público sobre o assunto. Por enquanto, porém, a pré-campanha incluiu telefonemas para acadêmicos ou o que, na cosmologia da casa, é chamado de “telegrama de intenções”. Esse gesto é visto com certa normalidade: trata-se da expressão de lamento pela morte do acadêmico (no caso, José Mindlin) e da manifestação do desejo de que o destinatário (e eleitor) possa examinar a candidatura futura.

    Entre telefonemas e telegramas, Marco Lucchesi, Muniz Sodré e Geraldo Holanda Cavalcanti se mexeram aqui e ali. Ziraldo, Eros Grau e Martinho da Vila têm se aproximado há algum tempo. Salvo pelo menos uma exceção, segundo apurou o iG, a estratégia se deu nem de maneira muito intensa para não parecer deselegante com a memória de Mindlin, nem discreta demais que sugerisse pouca disposição na candidatura. “Nenhum pleito pode ocorrer antes da sessão da saudade, sob pena de soar uma indelicadeza”, recomenda um acadêmico, que prefere não se identificar.

     Trata-se de um ritual delicado, pois envolve uma linha tênue que separa a vontade legítima do gesto ostensivo. “Este é o momento do pudor de cortesia”, resume outro acadêmico. Este, como outros integrantes da ABL e observadores externos com trânsito entre acadêmicos, lembram que qualquer contabilização de nomes e votos, neste momento, tem um quê de ilusório. Pode significar apenas o embarque na sedução de porta-estandartes de candidaturas – a disputa mesmo começará nesta quinta-feira, com prazo para durar cerca de dois meses. É o tempo de campanha para a sucessão de um imortal.

Extravagâncias

     Com a campanha deflagrada a partir desta semana, gestos mais “extravagantes” – expressão de uma fonte – começarão a se tornar mais comuns na relação entre candidatos e eleitores na academia. Para sonhar em ser um imortal da ABL, basta ter escrito um livro e ser brasileiro nato – a regra fechou as portas da academia para a escritora (ucraniana) Clarice Lispector, por exemplo.

     Mas sair vitorioso de uma disputa assim pode significar bem mais do que simpatia, convencimento, prestígio intelectual e livros publicados. Um acadêmico conta que um empresário, com ramificação na publicidade, chegou a oferecer viagens a Paris para “convencer” possíveis eleitores – com direito a passagens e hospedagem em hotel cinco estrelas.

     Frequentar os eventos organizados na casa é outra estratégia comum para ganhar a simpatia dos imortais. Na sexta-feira, por exemplo, Ziraldo almoçou na ABL com o presidente Marcos Vilaça e outros acadêmicos, como Tarcísio Padilha e Domício Proença. O ministro do Supremo Eros Grau passou a não recusar nenhum convite a conferências e almoços da academia. Martinho da Vila, o compositor da Vila Isabel, se aproximou dos acadêmicos por causa do “Ano Noel Rosa”. E por aí vai.

     “É um rito de passagem natural. O candidato precisa se aproximar, ouvir e ser ouvido”, diz um acadêmico. “É preciso ter convívio na casa”, reforça outro. Organização de jantares, presentes e convites para noitadas na própria casa completam o arsenal de sedução de um candidato em potencial. “Um dos atuais candidatos frequenta até chá de bebê do porteiro da Academia”, ironiza um observador. Tudo isso é importante, mas pouco vale se o candidato não tiver cabos eleitorais com musculatura para carregar mais votos.

“Milho bom”

     Pelo menos um caso mais ruidoso sobre os motivos mais heterodoxos de escolha de um candidato à ABL se tornou público no Brasil. Em O Mago, biografia de Paulo Coelho escrita pelo jornalista Fernando Morais, informa-se que alguns dos correligionários do escritor teriam começado a pedir votos, alegando que “o milho é bom”.
     O livro explica que, no jargão da ABL, “milho bom” é uma metáfora para candidatos que podem trazer benefícios materiais para a instituição: “O que amolecia até os mais empedernidos corações era o fato de o milionário Paulo Coelho não ter filhos, circunstância que alimentava esperanças de que, ao morrer, elegesse a Academia como um dos seus herdeiros”.

Do Portal IG

Banda vocal baiana será atração do TAA neste fim de semana

     A Banda de Boca, uma das mais originais novidades musicais brasileiras surgidas nos últimos tempos, será a próxima atração na pauta do Teatro Arthur Azevedo (rua do Sol – Centro). O espetáculo Boca vai à Ópera ficará em cartaz na sexta,5, e sábado, 6, sempre às 20 horas. O ingresso será trocado por dois quilos de alimento não perecível na bilheteria do TAA.

     Considerada uma das maiores acapellas do país, a banda baiana domina com maestria a arte de fazer música sem usar instrumentos. Em 2002, a Banda de Boca conquistou o reconhecimento nacional ao participar, em São Paulo, do V PRÊMIO VISA DE MPB – Edição Vocal, concorrendo com dois mil candidatos de todo o País e conquistando o 2o lugar.

     No espetáculo os cinco integrantes apresentam arranjos nos mais variados ritmos e estilos musicais brasileiros, da MPB ao clássico, passando por ritmos nordestinos, pop, funk, baladas, samba de roda, enfim, um mosaico de elementos, sons e referências da cultura musical brasileira. No show eles pincelam ainda o repertório de “MPB pras Crianças”, CD recém lançado pelo selo Biscoitinho, da gravadora Biscoito Fino. A produção é de Analécia Santana

Quem é quem no Boca

Poliana Monteiro – Soprano
Fábio Eça – 1º Tenor/Percussão Vocal
Neto Moura – 2º Tenor
Hiran Monteiro – Barítono/Percussão Vocal
Arno Jr. – Baixo/Percussão Vocal

Seis deputados da bancada maranhense não votaram criação do piso nacional para policiais

     Seis deputados federais da bancada federal maranhense estiveram ausente do segundo dia de votação votação da Proposta de Emenda Constitucional 300/08 que cria o piso salarial nacional para policiais militares,bombeiros e polícia civil. Dos 513 deputados federais, 396 estiveram presente à sessão na terça-feira. Doze dos 18 deputados da bancada federal do Maranhão votaram favoráveis à aprovação da proposta.
    
     Os deputados Pinto da Itamaraty (PSDB), Nice Lobão (DEM), Pedro Novais (PMDB), Benê Camacho (PTB), Flávio Dino (PCdoB) e Zé Vieira (PP) não compareceram à votação da PEC 300/08 que estabelece piso salarial provisório entre R$ 3,5 mil e R$7 mil para praças e oficiais (Veja posição da bancada maranhense abaixo).

     Quatro destaques terão que ser votados para que seja concluída a apreciação da proposta pela Câmara Federal em primeiro turno.  Na sessão plenária de ontem os deputados aprovaram a extensão do benefício aos inativos e pensionistas da polícias e Corpo de Bombeiro do ex-territórios federais: Amapá, Rondônio e Roraima.
    
     Na votação houve 322 votos favoráveis à aprovação do destaque. Houve denúncias de manobras para adiamento da votação, consequência da pressão dos governadores que não podem cumprir o pagamento do piso aos policiais.Para manter o texto base, aprovado na terça-feira pela Câmara, serão necessários ao menos 308 votos dos deputados federais. São osn governistas apontados como obstruidores da votação da PEC 300/08.
    
     A bancada petista pede prudência da bancada. Alguns parlamentares preveem que mesmo aprovada pelo Congresso a proposta poderá ser derrubada pelo Judiciário pela inconstitucionalidade da matéria.

Como votou a bancada do Maranhão

Carlos Brandão (PSDB) - Sim

Cleber Verde (PRB) - Sim

Clóvis Fecury (DEM) - Sim

Davi Alves Silva Júnior (PR) - Sim

Domingos Dutra (PT) - Sim

Julião Amin (PDT) - Sim

Pedro Fernandes (PTB) - Sim

Professor Setimo (PMDB) - Sim

Ribamar Alves (PSB) - Sim

Roberto Rocha (PSDB) - Sim

Sarney Filho (PV) - Sim

Washington Luiz (PT) - Sim

Frase do dia

"A liberdade do possível inclui o real, não ignora o real: abraça o real, vai até as entranhas do real e tira do real os desejos de alguma coisa que o real ainda não é". Alfredo Bosi, historiador e membro da Academia Brasileira de Letras. Epígrafe do livro "Sob o signo da morte: O poder oligárquico de Viroino a Sarney", de Wagner Cabral da Costa

Manchetes dos jornais

AQUI-MA - Caso Santa Luzia do Paruá - Plano: alugar mais armas

ATOS & FATOS - Governistas bate na segurança do Estado

CORREIO DE NOTÍCIAS - AL "incja" a sua folha de pagamento

GAZETA DA ILHA - Apagaram foguinho

JORNAL EXTRA - Profesores do além!!! Escola para defunto

JORNAL PEQUENO - Alunos ficam sem aulas porque escolas estão caindo aos pedaços

O ESTADO DO MARANHÃO – Candidatos terão de apresentar certidão criminal na internet

O DEBATE - Municípios vão receber água da Caema

O IMPARCIAL – 15 fóruns arrombados para resgate de armas

O QUARTO PODER –No São Raimundo: Apagaram foguinho

TRIBUNA DO NORDESTE- Deputado denuncia a tragédia da educação