23 de abr de 2011

Morre mãe do deputado Sétimo Waquim

     Faleceu na madrugada de hoje, às 4hs, no Hospital São Marcos, em Teresina, Dona Violeta Waquim, matriarca da Família Waquim de Timon. Ela tinha 89 anos e deixa nove filhos.     Dona Violeta estava no sitio do casal Professor Sétimo (seu filho) e Socorro Waquim passando os dias santificados, quando ontem (22), à tarde sentiu-se mal e foi levada à pressas para o Hospital São Marcos, onde chegou a óbito hoje com o diagnóstico de avc. Seu corpo está sendo aguardado em sua residência, na Rua Maglhães de Almeida, Centro de Timon, onde será velado. A familia definiu que o sepultamento seria às 17 horas de hoje no Cemitério São Germano, no bairro Formosa.
Do Meio-Norte

Márcia Marinho silencia sobre assalto

A ex-deputada estadual e ex-prefeita de Caxias, Márcia Marinho, foi assaltada no sábado passado quando se encontrava em um dos salões de beleza da cidade de Caxias. O assalto aconteceu à luz do dias e várias senhoras da alta sociedade caxiense estavam no local quando um homem armado com revólver rendeu a todas.
    O assalto rendeu a atendente do salão e em seguida anunciou o ato às senhoras. A mulher do ex-deputado federal e também ex-prefeito de Caxias não registrou queixa do ocorrido há uma semana.Os dois foram impedidos de disputar as últimas eleições pela Justiça Eleitoral. O filho do casal,  PAulo Marinho Júnior disputou uma vaga na Câmara estadual, mas foi derrotado. Deve concorrer nas eleições municipais em 2012 na corrida sucessória do prefeito Humberto Coutinho (PDT).
    Márcia Marinho foi um das principais defensoras do governo Roseana Sarney na Assembleia Legislativa. Por várias vezes destacou a melhoria no sistema de segurança do estado, em parte do terceiro mandato sob responsabilidade do deputado estadual Raimundo Cutrim (DEM).

Moradores do Radional malham o Judas João Castelo neste Sábado de Aleluia

    Manifestação tradicional a cada sábado de aleluia, as malhações de Judas há muito deixaram de ser mera brincadeira. Se antes estavam restritas a pura diversão entre vizinhos, que se aporrinhavam uns aos outros em singelas homenagens, a figura do apóstolo traidor, geralmente feito de molambos e restos de materiais outros, tem, hoje, outro sentido.
    Vizinhos ainda se aporrinham no romper das aleluias, mas há tempos, os Judas pendurados em postes têm a cara – e a pança – de figuras públicas, em geral políticos.
    Moradores da Rua C, no Conjunto Radional, prestarão anti-homenagem a João Castelo (PSDB), prefeito municipal. O Judas confeccionado por eles trará a imagem de “João Buracão”, apelido dado ao alcaide, com sua foto, já clássica, em que aparece dormindo em evento de que participava.
     “É nossa forma de protestar contra esse desgoverno. A cidade está um caos. Para todo lado é lama e buracos, às vésperas de ano eleitoral e dos 400 anos da cidade. É uma reivindicação contra as mazelas de São Luís”, desabafou uma revoltada moradora.
    A malhação do Judas Castelo acontece hoje (23), a partir das 16h. Um testamento bem humorado, escrito coletivamente, será apresentado na ocasião. Nele, em rimas, a revolta dos moradores.

Casa Fanti_ashanti corre risco de desmoronar

    Um dos mais tradicionais e importantes terreiros de cultos-afros do país, a Casa Fanti-Ashanti, no Cruzeiro do Anil, corre o risco de desmoronamento. As fortes chuvas que têm caído em São Luís comprometeram a estrutura do principal salão do templo, que agora está prestes a ser engolido por uma enorme cratera que se abriu com a enxurrada em um terreno ao lado da Casa.
    O líder da Casa, Talabyan Euclides Menezes Ferreira, está apreensivo com a gravidade da situação e faz um apelo às autoridades para evitar que o pior aconteça. “No ano passado o pessoal do Governo (do Estado) chegou a fazer uma obra aqui para conter a erosão, mas a chuva destruiu tudo e ficou pior ainda. Estou muito preocupado, pois não temos como resolver o problema”.
    Com 53 anos de existência a Casa Fanti-Ashanti é uma importante organização religiosa de matriz africana. Seus adeptos dedicam-se ao culto de orixás, voduns, caboclos e gentis. O Babalorixá “Pai” Euclides é um grande fomentador da cultura afro-maranhense, autor de diversas produções artísticas, pesquisas científicas, edições de diversos livros e tem diversas premiações.

Rompendo Aleluia no Laborarte

Neste Sábado de Aleluia, dia 23 de abril, a partir das 16h no Laborarte – Rua Jansen Muller, 42 – centro, acontece mais uma versão do Rompendo Aleluia. Com exibição de vídeo do Cine Laborarte, brincadeiras infantis, roda de capoeira, cantigas de roda com Rosa Reis, o ponto alto da programação será a leitura do testamento e malhação de judas e tambor de crioula.

Reflexões para os 400 anos de São Luís I - historiadores e historiografia

Ananias Martins
    400 anos é uma datação da era humana que propicia muitos registros para os historiadores lapidarem. Cada povo de um lugar pode ter inúmeras abordagens e versões. Se for uma cidade, além de tudo, ressuscita temáticas como marcos iniciais e intermediários, e também transformações estruturais.
    Como em muitos locais do mundo, em São Luís há um movimento de debate sobre fundação e desenvolvimento da cidade, iniciado recentemente. Há disponível uma pequena biblioteca da literatura histórica sobre o assunto, antiga e contemporânea, ou historiografia.
    Os autores desta biblioteca, historiadores de profissão ou diletantes, pertenceram ou serviram, em cada tempo, a interesses específicos. São como a história, datados. Uma abordagem da cidade feita no século XIX por um membro da elite imperial provavelmente vem carregada de conceitos e preconceitos, de contextos. A rigor, dificilmente se encontrará, quanto mais distante no tempo histórico de nossa sociedade, um escrito que não seja de elite, pois poucos tinham acesso à escrita e à leitura.
    Hoje, a história mais acessível e suas novas abordagens sobre a cidade trazem outras construções, culturalmente das novas gerações. Revisam-se documentos estudados, se encontra novas fontes não escritas, se procura outras classes e categorias sociais, entram os não privilegiados, e se refuta velhos escritos de historiadores e a história dominante de antes. Ainda assim, ao usar os antigos escritores, para em seguida contrapô-los, se credencia uma historiografia, como resultado de seu tempo.
    Conservação e mudança é uma lei da qual não se foge, ou a história não seria eterna enquanto disciplina, que se renovará. E a cidade de São Luís não fugirá desta lógica, sendo demolida e reconstruída, diluída ou reagrupada em novas fronteiras, dentro da literatura histórica. Hoje há quem desconstrua a idéia de fundação no período francês.
    De forma geral, cidades e países são fundados com “lugares do futuro” e não com a visão construída no passado. De um ponto qualquer onde estavam os pensadores da história estabeleceu-se o que foi a história anterior. Resumindo, são os chamados historiadores culpados da história de marcos fundadores existirem, mais que isso.
    Se os quatro cantos da cidade disserem que comemorarão 400 anos da fundação de São Luís no ano de 2012, favorece a perpetuação de um mito antigo e a consagração dele, pois quatrocentos anos atrás não havia a cidade que conhecemos, mais certeiramente, nem havia cidade aqui. Há, porém, uma data na historiografia da fundação da cidade, 8 de setembro de 1612, de uma precisão inabalável, como se a urbes fora planejada, implantada e inaugurada.
    A data referida de 1612 era, naquele momento, apenas um evento que compunha um conjunto de eventos que ocorreram no início do século XVII, na disputa por territórios nas Américas entre os europeus, no caso, um ritual católico dos franceses. Historiadores questionam se os franceses fizeram parte da fundação de São Luís, outros se há uma fundação definida.
    Na botânica diferenciamos semente de árvore, apesar de a primeira gerar a segunda, ou não haver árvore que não tenha sido semente. Em termos mundiais, não há instituição geopolítica que não tenha ou não aceite um marco fundador, como se fora a “semente originária”; seja como o mito de Rômulo e Remo, seja por um decreto frio de gabinete sobre um território vazio, e outras diversas formas de fundação. No caso de São Luís, foram algumas décadas de construção historiográfica, fundamentada em documentos e interpretações não isentas de interesses, perpetuada para o cotidiano em discursos, aulas, publicações diversas, nomes de prédios, toponímia da cidade.
    Vieses para a fundamentação histórica do marco inicial datado, conhecido atualmente, é o que não falta, dependendo da leitura interpretativa.
    Escolha um terreno e plante uma semente: Imagine-se entrando em um grande mar oceânico, chegando numa vastidão de terras que gostaria de dominar, habitadas por diversos nativos, inóspitos ao projeto de conquista, e, ainda, o fato daquelas terras estarem sob o julgo de outra nação bélica, formalizado pelo Papa. Você percorre a vastidão, ancora em vários pontos, penínsulas, ilhas, cabos e finalmente escolhe um, onde vai ser o seu quartel general, ponto de apoio e construção do forte, por razões geopolíticas da época. Quatrocentos anos depois aquele lugar será resultado de algo que você plantou, mas não chegou a ver o que se tornaria. Sucessivos acontecimentos consolidam a sua escolha, se aproveitam de sua primeira estrutura e naquele lugar surge uma pequena cidade, 400 anos depois, a São Luís de hoje.
    Esta versão, em forma simplificada de ocorrência histórica, lança São Luís nos quatrocentos anos de fundação. Prioriza o território escolhido e ocupado, o “marco inicial” ; condensa o “vir a ser” ao “ido”, num movimento quase anti-horário. Como Cronos (deus grego do tempo) que engole seus filhos, depois que nascem, num sentido horário. A história de uma ocorrência pretende engolir todos os pedacinhos que a criou, na ganância de ser abrangente. Contrapor-se a uma de suas versões é dar mais filhos para serem engolidos e confirmar um lugar de debate como legítimo.
    Se a história desejar regredir mais, para definir a cidade a partir da ocupação nativa, dos tupinambás, se complica. O conceito de cidade ou burgo, tal como foi desenvolvido, é implantado pelas conquistas européias na América. Somente a conquista européia do território poderia lançar qualquer pilar para isso.
    A fundação de uma cidade antiga no Brasil é quase sempre uma construção, que pode ter como referência uma feitoria, uma fazenda, um forte. Razão pela qual prefiro a São Luís quatro centenária, construída com sua data de fundação precisa, em um calendário também de construção datada, feito para o universo cristão ocidental.
    De outro modo, é bom para história engajada nas discussões sociais que haja datas de mobilização da reflexão coletiva. Assim foi para os quinhentos anos do Brasil, onde todos se envolverem, mesmo os historiadores que não aceitam a chegada de Cabral como marco. Com esse argumento refletiu-se sobre que Brasil é este que construímos, e o que ele poderá ser no futuro. Foi além, mergulhando no pré-quinhentos, na história dos nativos, habitantes mais antigos, suas culturas e lutas hoje.
    Se a Roma da loba mítica de 753 a.C. é ensinada ainda hoje às crianças das periferias da cidade nos livros didáticos, que São Luís tenha os seus longos anos igualmente registrados nos livros de história, sejam quais forem as versões historiográficas. Não se pode é ficar sem o registro, debate e principalmente popularização deste conhecimento de nossa civilização.
    Quanto aos historiadores, é preciso questionar o ambiente ufano que muitos escritos tentam produzir sobre a cidade. Ela é construída somando lutas de incluídos contra excluídos e o inverso, de fratricídios, da higenização social das ruas pelas elites em diversos momentos, disputas territoriais, com desapropriações e ocupações, corrupção de dirigentes e diversos males urbanos. Mas foi e é lugar de abrigo, em ruas, feiras e espaços coletivos; referência e norteamento do citadino, identidade, lugar de construção de culturas.
    Por sua vez, o leitor da história da cidade (e outras) não deve lhe atribuir somente beleza, nostalgia, epopéia, estética literária e narrativa fantástica de coisas do passado. O escrito da história da cidade às vezes é duro, trás crueldades cometidas, escravidões e pode ser cansativo. Entretanto, é uma das literaturas mais instrutivas da humanidade, estratégica na formação do cidadão e de grande valor para a erudição. Lembre-se que os historiadores da cidade, por mais que sejam culturalmente globais, são reféns do seu mundo, através de suas escritas, de suas teses e livros.
Ananias Martins é historiador. ananiasmartins@uol.com.br

No Painel da Folha de S. Paulo

Removendo... O líder do governo no Senado, Romero Jucá, foi escalado para vencer as resistências de Fernando Collor (PTB-AL) e José Sarney (PMDB-AP) ao fim do sigilo eterno de documentos classificados ultrassecretos. Eles dizem, em privado, preferir a manutenção do segredo para alguns documentos.
...barreiras O aval de ambos é tido pelo Planalto como vital para a aprovação do projeto a tempo de ser sancionado no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa (3 de maio), como quer Dilma.
Por Renata Lo Prete

Em nome do pai, Rubens Paiva

Ana Lúcia tinha 13 anos. Estudava no colégio de freiras Sion. No dia 20 de janeiro de 1971, militares com metralhadoras invadiram a casa da família, junto à praia, no Rio de Janeiro. Levaram o pai de Ana Lúcia, o deputado federal Rubens Paiva, cassado em 1964 após o golpe. No dia seguinte, levaram a mãe, Eunice. Durante 12 dias, os cinco filhos ficaram sem pai nem mãe, cercados, convivendo com militares. A mãe voltou magra e em total silêncio. O pai, nunca mais.
    Desde então, a cada 20 de janeiro, onde estiver, Nalu – o apelido familiar – entra numa igreja. “Nunca contei para meus irmãos”, me disse Nalu. Neste domingo, eles completarão 40 Páscoas sem saber o que foi feito com o pai. Quem o torturou e por quê. Como foi morto. Onde foi enterrado. “Tenho esperança, sim, de encontrar o corpo, ou alguma parte de meu pai. Dizem que foi esquartejado. É a hipótese mais provável.”
   Otimista, ela acredita que, pela primeira vez, o Brasil esteja disposto a resgatar a memória da ditadura. “Quando escuto histórias de desaparecidos em guerras convencionais, sinto algo difícil de descrever, uma identificação, um espaço branco, um silêncio. Um luto que não pôde se concretizar.” Nalu é matemática, tem 54 anos, três filhos e está no Brasil há dois meses, após 20 anos em Paris.
    O Rubens Paiva conhecido dos jovens é outro, Marcelo, irmão mais novo de Nalu, autor de Feliz ano velho. O pai, deputado bonachão que ajudava amigos a fugir para o exílio ou os escondia em casa, é um total desconhecido. Quando sumiu, tinha 41 anos. A mulher dele, Eunice, estudou Direito para provar que o marido não era terrorista. Hoje, ela tem 81 anos e sofre de Alzheimer, um mal que apaga as lembranças. Na próxima semana, Eunice será levada pelos filhos ao memorial inaugurado em São Paulo em homenagem ao pai. Eles sabem que a mãe vai se emocionar, mas devem isso a ela. Pela primeira vez, a família Paiva está se permitindo chorar junta.
    Pela primeira vez também, embora contaminada por clichês, a ditadura chega às novelas de televisão: Amor e revolução, no SBT, exibe cenas de tortura. Na vida real, a Comissão da Verdade estimulada pelo governo Dilma promete esclarecer fatos incômodos da história recente. Não é revanchismo. É uma tentativa honesta de resgatar nossa caixa-preta no oceano profundo da amnésia nacional. Sem colocar em questão a Lei da Anistia, Nalu acha, porém, que o Brasil precisa de um julgamento simbólico, “com os nomes de todos os torturadores”.
    Assisti a dois filmes recentemente. Um é Santiago 73, baseado na história de um chileno apolítico que datilografava os relatórios de necropsia. No dia 11 de setembro de 1973, ele vê, sobre a maca fria do necrotério, o corpo de Salvador Allende. A enfermeira e amiga lhe diz: “Eles (os militares) o mataram. Ele não se suicidou”. Agora, quase quatro décadas depois, a Justiça chilena acaba de mandar exumar o corpo de Allende. A necropsia, pedida pela filha, a senadora Isabel Allende, esclarecerá se ele se matou ou foi morto pelos soldados do general Pinochet que invadiram o palácio La Moneda.
    O outro filme que vi é um documentário, Os caminhos da memória, com os espanhóis que testemunharam a ditadura de Franco. Numa escola, um estudante contesta o professor: “Acho melhor não remexer o passado e passar a cuidar do presente e do futuro”. O professor pergunta: “Alguém de sua família morreu ou desapareceu no franquismo?”. “Não”, responde o garoto. E o professor diz: “Negar a história é permitir que ela se repita”.
    É a convicção de João Ricardo Dornelles, professor de direitos humanos da PUC-Rio: “Uma política de memória e verdade é fundamental. Pode, ou não, levar aos atos de justiça. Depende de cada processo histórico. Eu, por exemplo, gostaria de saber se o velhinho sorridente que pega o elevador diariamente comigo foi torturador ou mandante de violações. Quem foi perseguido pela ditadura tem o seu passado conhecido ou distorcido. Quem foi violador vive sob o manto do esquecimento e do sigilo”.
    Até onde a verdade virá à tona no Brasil? Seria desumano negar às famílias das vítimas o direito de saber. Seria um pecado histórico condenar as novas gerações à ignorância. Para virar a página, é preciso que seja escrita.
Ruth de Aquino é colunista de ÉPOCA. raquino@edglobo.com.brAna

No claudiohumberto.com.br

Marimbondo
O senador José Sarney é o preferido atual das denúncias de escândalos das revistas semanais. Chama-se a isto: antibiografia. Ele parece não acusar o golpes. Está acostumado.

Sonia Racy - Direto da Fonte

De fé

Pedro Novais, do Turismo, foi à Nossa Senhora Aparecida discutir viagens religiosas, semana passada. Com Dom Raymundo Damasceno Assis, esboçou estratégia para emplacar o turismo brasileiro na agência Opera Romana - a maior do seguimento no mundo.
Saiu com uma imagem da padroeira, presente do cardeal.

Vida, vida

Ferreira Goulart (sic) conseguiu. O MinC aprovou captação de R$ 1,3 milhão para a adaptação teatral de Homem Como Invenção de Si Mesmo.
Do Estado de S. Paulo

Manchetes dos jornais

Maranhão
O ESTADO DO MARANHÃO – Lago Verde: Seis crianças morrem em naufrágio
Nacional
CORREIO BRASILIENSE:A via-crúcis dos brasilienses...
FOLHA DE SÃO PAULO:Ditadura da Síria mata mais de 80 opositores
O ESTADO DE MINAS:Alta de preço dos imóveis dificulta compra com FGTS
O ESTADO DE S. PAULO:Repressão na Síria deixa 76 mortos
O GLOBO:Governo vai lançar plano contra falta de mão de obra
ZERO HORA:Temporal provoca mortes e deixa mais de 200 mil sem luz
Regional
DIÁRIO DO PARÁ:2 mortos e 19 feridos na estrada
JORNAL DO COMMERCIO:Decretado estado de alerta no Recife
MEIO-NORTE:Acidentes de trânsito matam 15 no feriado
O POVO:Quem vai pagar por sua vbelhice

Após 4 meses no poder, 11 governadores têm mandato contestado

    Em quase quatro meses do início do atual mandato, 11 dos 27 governadores são acusados de condutas como abuso de poder político e econômico, uso indevido de meios de comunicação e compra de votos.
    Se considerados culpados pela Justiça Eleitoral, esses chefes do Executivo terão de deixar os cargos e ainda correm o risco de ficarem inelegíveis, por causa da Lei da Ficha Limpa.
    O levantamento foi feito pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). As informações são do jornal 'O Estado de S.Paulo'.
    Os governadores com mandato contestado são Antonio Anastasia (MG-PSDB), Tião Viana (AC-PT), Roseana Sarney (MA-PMDB), José de Anchieta Junior (RR-PSDB), Wilson Martins (PI-PSB), Siqueira Campos (TO-PSDB), Rosalba Ciarlini (RN-DEM), Omar Aziz (AM-PMN), Cid Gomes (CE-PSB), Teotônio Vilela (AL-PSDB), e Silval Barbosa (MG-PMDB).
    Todos os 11 governadores, por meio de seus advogados, dizem nos processos que são inocentes, que não cometeram ilícitos eleitorais e que estão sendo perseguidos pelos adversários derrotados nas eleições.
Do Jornal do Brasil