28 de set. de 2011

Manchetes dos jornais

Maranhão
Jornal A Tarde: AL aumenta para 75 tempo de aposentadoria
O Estado do Maranhão: Assembleia aprova "PEC da bengala"
O Imparcial: Limite para aposentadoria passará a ser de 75 anos
Região
Diário do Pará: É hoje que o Pará e a América vão tremer
Jornal do Commercio:Só o Náutico faz a festa
Meio-Norte: Mineração: Incentivo fiscal só com mineração
O Povo: Por unanimidade, Fortaleza é absolvido
País
Correio Braziliense: Pizza, não! Acabou a farra do queijo
Folha de S. Paulo: Justiça aprova o PSD, novo partido de Kassab
Estadão: Juízes reagem a crítica de corregedora que vê 'bandidos de toga'
O Globo: No país da impunidade - Punição a juízes abre guerra na cúpula do Poder Judiciário
Valor: Unidos, bancos pequenos vão ao varejo vender CDB
Zero Hora: Nova Ponte do Guaíba sairá do papel com recursos privados

27 de set. de 2011

Machado de Assis branco suspende campanha da Caixa

    O plano de fundo é a cidade do Rio de Janeiro em setembro de 1908. O escolhido para o vídeo que comemora os 150 anos da Caixa Econômica Federal (CEF) foi o escritor Machado de Assis. Até ai, tudo bem encaminhado. Banco brasileiro, personagem também. Mas a identificação com os clientes não aconteceu. Machado, conhecido por ser mulato, foi interpretado por um ator branco, o que provocou polêmicas e dividiu opiniões dos brasileiros.
    A campanha teve que ser retirada ainda na semana passada, na quarta-feira, 21. E, em nota, o presidente da Caixa pediu desculpas à população. “O banco pede desculpas a toda a população e, em especial, aos movimentos ligados às causas raciais, por não ter caracterizado o escritor, que era afro-brasileiro, com a sua origem racial”, disse o presidente da Caixa, Jorge Hereda, em nota. A propaganda foi alvo de reclamações na internet e de uma queixa formal divulgada na segunda-feira, 19, pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir-PR), que já havia pedido correção do vídeo.
    Em sua defesa, a Caixa disse que “o banco sempre se notabilizou pela sua atuação pautada nos princípios da responsabilidade social e pelo respeito à diversidade” e lembrou de outras oportunidades em que exaltou a diversidade étnica, sexual e cultural, como na campanha “Igualdade é para valer - 2011”, para o Ano Internacional dos Afrodescentes e o patrocínio da Parada do Orgulho GLBT.
    “É claro que sabíamos que ele era mulato”, diz José Carlos Borghi, sócio da agência de propaganda Borghierh/Lowe, responsável pela criação do filme polêmico. “Queríamos ser fiéis à fisionomia do escritor na fase madura da vida. Por isso, selecionamos um ator parecido com ele nesse período”, diz. Para José Carlos, o efeito da maquiagem na montagem final foi a responsável pela discussão da cor da pele.
    José Carlos não esconde a preocupação com a dimensão que o incidente causou. “A Caixa é uma instituição que tem um forte papel político social, o que torna esse incidente mais desagradável”, desculpa-se. “Estamos estudando as possibilidades de refazer a peça publicitária ou até produzir outro diferente.”
    Para Christiano Barbosa, da Time Comunicação, muitas vezes a publicidade tende a “pasteurizar” suas mensagens e finda por deixar de lado as diferenças étnicas, culturais e sociais, sob o pretexto de atingir um público maior com sua comunicação. A presença de afrodescendentes e mestiços se justifica não apenas em função do politicamente correto, mas também pelo fato de que os estereótipos não geram identificação com o público-alvo. “Assim, a campanha da Caixa poderia ter sido mais fiel à história. Isso elevaria o orgulho de nossas populações negras e pardas, bem como o nível de nossa propaganda”, diz.
Seppir
    Para a Secretaria, a campanha que traz Machado de Assis, um dos primeiros poupadores da Caixa representado por um ator branco é uma solução publicitária de todo inadequada por contribuir para a invisibilização dos afro-brasileiros, distorcendo evidências pessoais e coletivas relevantes para a compreensão da personalidade literária de Machado de Assis, de sua obra e seu contexto histórico.
    O episódio acontece exatamente no momento em que a Secretaria e a CEF estão construindo um termo de cooperação que envolve, entre outros, aspectos relacionados à representação de pessoas negras nas ações de comunicação.
Saiba mais
A Caixa Econômica Federal tem veiculado diversas propagandas para comemorar seus 150 anos.
Cada vídeo traz passagens importantes que marcaram a história do banco. A polêmica surgiu nas redes sociais após o mais recente deles, intitulado “O Bruxo do Cosme Velho”, retratar Machado de Assis na história da Caixa por ter citado em seu testamento a conta que tinha no banco.
A campanha é composta por 12 comerciais, um por mês, que foram divididos entre as três agências que detêm a verba de comunicação da Caixa, de cerca de R$ 350 milhões. Além da Borghierh, atendem o banco também a Fischer & Friends e a Nova S/B Comunicação.
Veja o vídeo:

Movimento quer manter feriado de 20 de Novembro em Pedreiras

    Circula pela internet abaixo-assinado a favor da manutenção da Lei 1.254/2008 que tornou feriado municipal em Pedreiras (Maranhão) o Dia 20 de Novembto - "Dia Nacional da Consciência Negra". Pedreiras foi o primeiro municipio transformar a data em lei.
    Acesse o documento no endereço: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N14098
Assinam o documento:
PASTORAL OPERÁRIA
SINDICATO DOS COMERCIÁRIOS DE PEDREIRAS
SIMPROESSEMA - Pedreiras
ASSEMA
MIQCB
CENTRO DE CULTURA NEGRA DO MARANHÃO
ASSOCIAÇÃO DAS COMUNIDADES NEGRAS RURAIS QUILOMBOLAS DO ESTADO DO MARANHÃO-ACONERUQ
CONSELHO ESTADUAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE ÉTNICO RACIAL
NÚCLEO DE EXTENSÃO E PESQUISA COM COMUNIDADES NEGRAS RURAIS E QUILOMBOLAS –NURUNI-UFMA
GRUPO DE MULHRES NEGRAS MÃE ANDRESSA

Belo grupo de picaretas

Eliane Cantanhêde
BRASÍLIA - Lá se vão quase 20 anos desde que o Lula de antigamente falou e disse sobre os "300 picaretas [do Congresso], que defendem apenas seus próprios interesses".
    Eleito presidente e surfando em alta popularidade interna e externa, ele deixou essas picuinhas para lá e se esbaldou com os picaretas que antes criticava -e desprezava.
    Lá se vão também mais de seis anos desde que Roberto Jefferson detonou o "mensalão" de R$ 30 mil (em valores da época...) para parlamentares, em troca de apoio no Congresso.
    Nada parece ter mudado, a se considerar a afirmação do deputado estadual Roque Barbiere (PTB) de que 25% a 30% dos 94 membros da Assembleia Legislativa de São Paulo vendem emendas parlamentares e fazem lobby para empresas: "Tem um belo grupo que vive, sobrevive e enriquece fazendo isso". Muda a "praça", continua a prática dos "interesses pessoais".
    Nome aos bois, Barbiere, o novo Jefferson, não deu. A boiada inteira ficou marcada e seus 93 colegas têm a obrigação pessoal, política, ética e moral de investigar a acusação. Barbiere mentiu? Se falou a verdade, quem são e o que fazem exatamente os "25% a 30%"?
    Mas, peraí... se todos estão sob suspeição, quem é mesmo que vai investigar quem?
    Em tempos de Rock in Rio, vale lembrar que Os Paralamas do Sucesso pegaram carona nos "300 picaretas" de Lula e lançaram: "Luiz Inácio falou, Luiz Inácio avisou/ São 300 picaretas com anel de doutor/ Eles ficaram ofendidos com a afirmação/ Que reflete na verdade o sentimento da Nação/ É lobby, é conchavo, é propina e jetom/ Variações do mesmo tema sem sair do tom/ Brasília é uma ilha, eu falo porque eu sei/ Uma cidade que fabrica sua própria lei".
    Donde se conclui que, num ponto, Herbert Vianna errou: será que Brasília é tão ilha assim? Ao que parece, os picaretas estão por toda parte. E continuam firmes e fortes.
Da Folha de S. Paulo

Na coluna do Claudio Humberto

OS ESPECIALISTAS
Está tudo dominado: Marcelo Leal Oliveira, advogado de Fernando Sarney, e Marcelo Leonardo, defensor de Marcos Valério, réu no caso do mensalão, foram nomeados pelo presidente do Senado, José Sarney, para a comissão que vai redigir o anteprojeto do Código Penal.

Manchetes dos jornais

Maranhão
O Estado do Maranhão: Bancários entram em greve
O Imparcial: Definitivo! São Luís terá 31 vereadores em 2013
Região
Diário do Pará:Mulher é morta com 27 facadas
Jornal do Commercio:Segurança do Enem terá 2.600 policiais
Meio-Norte:Polícia perto de revelar quem matou Fernanda
O Povo:Em menos de uma semana, dois assassinatos em Benfica
País
Correio Braziliense: Choveu
Folha de S. Paulo: Crimes aumentam no Estado de SP em agosto
Estadão: Europa tenta blindar sistema financeiro contra calote grego
O Globo: BC radicalizará corte de juros, apesar da inflação
Valor: Importadores tentam negociar IPI de carros
Zero Hora: Ministro confirma metrô na Capital

26 de set. de 2011

Colunista de O Povo chama Sarney de dinossauro aliado dos governos de plantão

O FATOR SARNEY E AS CARTAS MARCADAS
O caso da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias é ainda mais emblemático. O órgão tem orçamento bilionário, para variar. Está tocando, entre outras grandes obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a Ferrovia Norte-Sul - orçada em cerca de R$ 5 bilhões. Um pote de ouro para políticos. Pelo esgoto da corrupção que se alastrou por lá já foram desviados coisa de R$ 280 milhões, segundo sustenta a CGU. Com a queda de Alfredo Nascimento, foi junto José Francisco das Neves, o Juquinha. Mas, como mostrou o jornal o Estado de S. Paulo neste fim de semana, o diretor de engenharia Luiz Carlos de Oliveira Machado, que segundo informações dos bastidores brasilienses é quem de fato dá as cartas na Valec, manteve-se no cargo. E adivinhem a quem o todo-poderoso é ligado? Acertou quem pensou em José Sarney, o dinossáurico e imortal aliado dos governos de plantão. Qualquer que seja. A propósito da Ferrovia Norte-Sul, a história do empreendimento virou figurinha carimbada nas aulas de jornalismo investigativo. Em 1987, no governo Sarney, descobriu-se que a licitação não passava de um jogo de cartas marcadas. Para provar a farsa, o resultado codificado com o nome dos ganhadores foi publicado em classificado de jornal, muitos dias antes da abertura dos envelopes. O grande furo jornalístico coube a Jânio de Freitas, do jornal Folha de S.Paulo.
Da coluna Política, de Erivaldo Carvalho

Manchetes dos jornais

Maranhão
O Estado do Maranhão -MP investiga contratos sem licitação da prefeitura
O Imparcial -Bancos fechados por tempo indeterminado
Região
O Povo:Irmãos são mortos e pai baleado em disputa por terreno
Diário do Pará:Papão vence no final. Torcidas brigam
Jornal do Commercio: Santa sai na frente e fica na vantagem
País
Correio Braziliense: Meningite deixa O DF em alerta
Folha de S. Paulo: Maioria do Senado veta nova taxa para a saúde
Estadão: Ideli admite que saúde deverá ter novo imposto
O Globo: Governo retém verbas para prevenção de desastres no Rio
Valor: BC e Fazenda divergem sobre IOF em derivativos
Zero Hora: Oito anos depois, 86% dos beneficiados seguem presos ao Bolsa-Família