28 de jul. de 2011

Viriato Corrêa e a literatura escolar

O escritor cearense Ricardo Oriá
    O escritor maranhense Viriato Corrêa, apesar de não ser historiador, defendia a difusão da história para a formação do cidadão. Viriato dizia que sem história não há pátria e aliou a literatura infantil ao desejo de levar a história às pessoas, mas não a oficial e enfadonha e sim “a história de chinelos”. Estudando Viriato e sua obra História do Brasil para Crianças (1934), o escritor e professor cearense Ricardo Oriá, atualmente morando em Brasília, escreveu o livro O Brasil contado às crianças – Viriato Corrêa e a literatura escolar brasileira (1934-1961), que acaba de ser publicado pela editora AnnaBlume.
    A obra é o resultado da tese de doutorado de Ricardo, defendida junto à Faculdade de Educação, da Universidade de São Paulo (USP) e será lançada hoje (28), na Livraria Cultura, a partir da 19 horas, seguido de um bate-papo com o autor sobre as memórias literárias da infância. Ricardo Oriá conversou com O POVO sobre a sua mais recente obra.
O POVO – Como o senhor entrou em contato com a obra de Viriato Corrêa?
Ricardo Oriá – Além de eu também escritor de livros infantis, o que me motivou foi o fato de na minha adolescência enquanto aluno do Colégio Marista Cearense, li um texto do Viriato, A Morte do Padre Mororó, que relata esse episódio em que o padre Mororó foi morto por ser membro da Confederação do Equador. Quando eu estava fazendo a pesquisa para o doutorado, me lembrei desse fato. O Viriato Corrêa é contemporâneo do Monteiro Lobato, foi tão famoso quanto o Monteiro. Ele, inclusive, editava os livros também pela Companhia Editora Nacional, que publicava os livros tanto de um quanto do outro. É importante observar que ele foi o primeiro escritor de livros infantis a ingressar na Academia Brasileira de letras em 1938, após quatro tentativas frustradas.
OP – No livro, o senhor aborda o fato de Viriato, mesmo sem ligações com o ensino de história ter escrito a obra História do Brasil para Crianças?
Ricardo Oriá – Sim. Veja bem, precisamos situar o homem em seu tempo. Ele, pelas décadas de 1920, 1930, escrevia largamente para jornais. Eram crônicas, só depois ele enveredou pela literatura infantil. Ele não era professor de história, mas havia nele a preocupação em formar cidadãos patrióticos, cientes de sua história e ele começou pelas crianças. História do Brasil para Crianças é uma narrativa pitoresca, em que um avô conta para cinco crianças a história do Brasil. Ele tinha a preocupação de divulgar a história do Brasil. Ele dizia que sem história não há pátria. E ele passa a narrar episódios do Brasil em suas histórias. Ele dizia, nas entrevistas em que eu li, que ele não estava preocupado com a erudição, que ele fazia história pra todo mundo entender, que ele deixava a erudição para os grandes historiadores. O que ele fazia era a história de chinelos, do pitoresco, do anedótico, do resgatar dessa coisa do cotidiano. O que o Viriato fazia era a petit histoire. E para crianças e jovens a história não deveria ter nada de aspectos que lhes causam bocejos, deveriam ter conhecimento interessante, palatável e não livros grossos, massudos.
OP – E o que representou para aquela época essa obra?
Ricardo Oriá – O livro teve uma aceitação tão grande que permaneceu reeditado 27 vezes por 50 anos no mercado editorial. A primeira edição é de 1934 e a última é da década de 1980. Com tiragens de três a cinco mil exemplares por ano, o que é uma tiragem considerável, tendo em vista a época. O livro teve uma penetração tremenda. E nos anos de 1960, recebeu a chancela do Ministério da Educação e passou a ser adotado nas escolas.
OP – Já na apresentação de seu livro, o senhor levanta um questionamento: História do Brasil para Crianças é uma obra de literatura infantil ou um livro didático? A que conclusão o senhor chegou?
Ricardo Oriá – Era um livro com pretensões de ser um livro infantil e que se torna um livro escolar. É interessante observar que ele foi adotado como leitura complementar, o que hoje seria a literatura paradidática. Não era um livro didático, tanto que foi editado pela Companhia Editora Nacional, mas que tinha pretensões pedagógicas. Era muito comum naquela época, nas festividades como aniversário, Natal, primeira comunhão, se dá livros de presente. E acabei me tornando um rato de sebo, e acabei encontrando vários exemplares com dedicatórias dos pais aos filhos.
OP – O senhor pode contar um pouco de como foi o processo de pesquisa de seu livro?
Ricardo Oriá – Por ser uma obra que não é mais editada, é esgotada, precisei procurar o maior número de edições que fosse possível, para saber que mudanças havia de uma edição para outra. Outro ponto de estudo, foi como era trabalhada a iconografia da época, o que a materialidade do livro representava para criança. Por exemplo, as imagens internas não eram coloridas. Mas a capa era. Tem uma edição que tinha uma capa amarela chamativa. Nesse ponto eu falo do escritor e caricaturista Bel Monte. Em outro momento analiso o papel do Viriato no contexto em que ele se inseria. Fui na Hemeroteca da Biblioteca Nacional e li as crônicas que ele escreva para os jornais, tive acesso aos arquivos na Academia Brasileira de Letras, que tem um acervo literário dos imortais, às cartas entre os escritores, aos diário de escritores, que revelam aspectos da vida dele e da sua inserção na intelectualidade do Rio de Janeiro. Além dos livros e das crônicas, Viriato foi autor de peças teatrais e teve também um programa de rádio o História de Chinelos, veiculado pela radio Ministério da Educação. Em meu livro, traço um paralelo entra a obra do Viriato e o ensino de história da época, mostrando o papel de um literato que não era um professor, mas que tinha o compromisso de divulgar esse conhecimento histórico.
OP – O senhor acredita que a obra e Viriato influenciou o ensino de história atual para essa faixa etária de 8 a 14, a que ele se destinava?
Ricardo Oriá – Claro que ela é um obra datada e que não serviria para o ensino de histórico de hoje, que mais crítico, mais analítico, mas para a época, ela atingiu seu objetivo, que era de formar um cidadão patriótico. Até porque hoje ela estaria muito defasado. Em 59 capítulos, ele fala da história colonial, passa pelo Império e termina com a proclamação da república, e conta uma história até certo ponto ufanista, o que não é errado nem certo, é condizente com o que se vivia. Mas é importante salientar que ainda tem dois títulos do Viriato que ainda são editados e que muito bem poderiam ser livro paradidáticos que é o Cazuza, uma obra autobiográfica da infância dele no Maranhão, e Curiosidades da História do Brasil, porque toda criança é curiosa e conta um pouco dessa história do tempo dos nossos avós.
SERVIÇO
Lançamento: "O Brasil contado às crianças"
Quando: hoje (28), a partir das 19h
Onde: Livraria Cultura (av. Dom Luís, 1010 – Meireles)
Páginas: 276
Editora: AnnaBlume
Quanto: R$ 51
De O Povo

Maranhão é o quarto em pagamento do DPVAT na região

    O número de indenizações pagas pelo seguro Danos Pessoas Causados por Veiculos Automotores de Via Terrestes, DPVAT, para vítimas de acidentes de trânsito fatais no primeiro semestre de 2011 no Maranhão foi de 12%. O Seguro DPVAT foi criado em 1974 para amparar as vítimas de acidentes com veículos em todo território nacional.
    Em relação ao primeiro semestre do ano passado, o total de indenizações pagas no país aumentou em 36,4%. Foram feitos 165,111 mil pagamentos entre janeiro e junho de 2011, que representaram R$ 1,127 bilhão. No primeiro semestre de 2010, foram 121,80 mil pagamentos, em um total de R$ 977 milhões.
    O estado do Maranhão pagou o terceiro maior volume em indenizações na região, superado pela Bahia (22%), Ceará e Pernmabuco (ambos com 17%), que segundo dados estatísticos da Seguradora Líder, administradora do DPVAT. O número corresponde a apenas 3% das indenizações pagas em todo o país.
    No Brasil, todo cidadão que sofre acidente de trânsito tem direito ao DPVAT. Nos casos de morte, o valor pago é único: R$ 13,5 mil. Invalidez permanente, de acordo com a graduação, pode chegar a R$ 13,5 mil, e o reembolso de despesas vai até R$ 2,7 mil. A seguradora assinou ontem convênio com os Correios para ampliar o atendimento no Ceará, Piauí e Maranhão.
O que é o seguro:
O DPVAT indeniza vítimas de acidentes causados por veículos automotores e que circulam por terra ou asfalto. Por ser destinado exclusivamente a danos pessoais, não prevê cobertura de danos materiais causados por colisão, roubo ou furto.
Confira as estatísticas as indenizações pagas por morte no país:

Augusto Pellegrini lança "O Bruxo de Concepción" no Cumudinha de Boteko

    O cantor, colunista e apresentador do programa Sexta Jazz pela Universidade FM, Augusto Pellegrini, lança no próximo sábado,30, às 20 horas, o livro "O Bruxo de Concepción" (Clara Editora), no bar Cumidinha de Buteko ( Rua 17 N 21- Cohajap). É o quarto livro de contos de Pellegrini.
    Após o lançamento do livro haverá pocket show com o escritor se apresentando ao lado dos músicos Celson Mendes (violonista), Júlio Marins (guitarra) e Miranda Neto (trompete).

Prefeitura autoriza desmatamento ilegal de área verde no Calhau

    A prefeitura de São Luís autorizou a empresa Provetec a destruir uma área verde no bairro do Calhau. Máquinas da construtora iniciaram a remoção da vegetação da área na manhã de quarta-feira, 27, sob protesto de moradores da área, em frente à Secretaria Especial da Mulher, na avenida Colares Moreira.

    Empregados da Provetex não souberam informar com precisão sobre o responsável pela autorização da destruição da área verde, segundo plano diretor de São Luís.

    Segundo informaram inicialmente a área seria de propriedade particular alugada pela empresa para instalação do almoxarifado.Os moradores formalizaram denúncia na Secretaria Municipal do Meio Ambiente, que funcionou e amanhã vão procurar a Promotoria do Meio Ambiente para que a empresa seja obrigada a recuperar a área.

Manchetes dos jornais

Maranhão
ATOS E FATOS - Ministro Lobão avança como candidato ao governo em 2014
CORREIO DE NOTÍCIAS - Roseana e presidente do BNB discurtem parceria pelo MA
JORNAL A TARDE - Roseana e novo presidente do BNB discutem parceria em prol do desenvolvimento do Maranhão 
O DEBATE - Governadora discute parceria em favor do Maranhão
O ESTADO DO MARANHÃO - Ministro visitam CLA para avaliar ações de modernização
O IMPARCIAL - Estado reduz mortalidade infantil em 17 municípios
Nacional
CORREIO BRASILIENSE:Brasil puxa o freio do dólar
FOLHA DE S. PAULO:Governo age e dólar tem maior alta em um ano
ESTADO DE MINAS:Guerra à especulação
O ESTADO DE SÃO PAULO:Governo faz sua maior intervenção no câmbio e ameaça ir mais longe
O GLOBO:Governo cria nova taxa para frear especulação com dólar
VALOR:CMN assume batalha cambial
ZERO HORA:Apenas 10% dos desmanches de carros estão regularizados
Regional
DIÁRIO DO PARÁ:Acaba carência para trocar plano de saúde
JORNAL DO COMMERCIO:Mudar de plano de saúde fica mais fácil
MEIO-NORTE:Área de litígio é "área de ninguém" no Piauí
O POVO:Pivô de escândalo admite que não fez obras

27 de jul. de 2011

Desvio de verbas no Ministério do Trabalho e Emprego repercute no Maranhão

   Suspeitas de irregularidades e desvio de verbas em entidades financiadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego se estende ao Maranhão. As entidades com sede em Sergipe seriam responsáveis pela capacitação de trabalhadores em Belém (PA), Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), na capital maranhense e em Timon (MA).
    A polícia federal investiga diretores de três das quatro entidades financiadas pelo MTE que desde 2009 já receberam mais de R$ 11,5 milhões. O processo corre em segredo de justiça. A responsabilidade do Ministério do Trabalho também está sendo alvo da investigação.
    A Associação para Organização e Administração de Eventos para Educação e Capacitação (Capacitar) e a União Multidiciplinar para Capacitação e Pesquisa (Unicapes) estão entre as principais suspeitas de desviar recursos do ministério comandado pelo pedetista Carlos Lupi. 
    A Capacitar assinou quatro convênios com o MTE no valor de R$ 6,6 milhões. Já recebeu R$ 4,5 milhões. Está entre as organizações rés no Processo na Justiça Federal do DF por suposto favorecimento do ministério. No Maranhão a entidade atuou em parceria com o Sindicato das Indústrias da Construção Civil, Fundetec (Fundação de Educação, Cultura e Desenvolvimento Tecnológico), com atuação em Timon, e Lavoro Social.
    O diretor executivo da Fundetec em Timon, Herbert Lago,  também é diretor geral da Faculdade São José, instituição que não aprovou nenhum bacharel no último Exame de Ordem.
    O ministro do Trabalho, o presidente licenciado do PDT Carlos Lupi, e mais quatro servidores do ministério devem depor sobre o caso. As relações das entidades com o PDT motivam o inquérito.
    Lupi tem como braço direito no Maranhão o ex-secretário de estado de Juventude e Esportes, Weverton Rocha. Na semana passada o ministro e o jovem pedetista estiveram reunidos com a governadora Roseana Sarney (PMDB) durante passagem pelo Maranhão.

Assessor diz que Sarney não deporá em defesa de torturador da Ditadura Militar no Brasil

    Marcelo Tognozzi, jornalista e secretário de imprensa da Presidência do Senado, assessor do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), contestou as informações contidas no artigo publicado ontem na seção Fórum (do site Congresso em Foco), “Sarney e o torturador, Ustra e o presidente”, de autoria do jornalista Luiz Cláudio Cunha. Tognozzi enviou um e-mail com seus argumentos para o próprio Luiz Cláudio Cunha, com cópia para o Congresso em Foco. Luiz Cláudio, por sua vez, respondeu a Tognozzi.
    Abaixo, as contestações do assessor de Sarney e a tréplica de Luiz Cláudio, para que o leitor tire as suas próprias conclusões:
A contestação de Tognozzi:
“Caro Luiz Cláudio,
existem algumas imprecisões de ordem técnica no seu artigo de hoje publicado no Congresso em Foco, as quais merecem retificação. Me refiro aos fatos envolvendo o presidente José Sarney narrados por você:
1. O presidente José Sarney não recebeu qualquer citação da Justiça para comparecer no Forum João Mendes e depor como testemunha de defesa do coronel Ustra. Se receber, não irá comparecer porque se recusa a participar de uma farsa armada pela defesa de Ustra com o único objetivo de atrasar o processo em curso. Sarney esteve com Ustra apenas uma vez, quando era presidente da República e o encontrou no Uruguai ocupando o posto de adido militar. Foi nesta viagem que a ex-deputada Beth Mendes acusou Ustra de tê-la torturado e o Brasil conheceu seu passado de agente da repressão. Portanto, não é correto afirmar que o senador Sarney aceitou ser testemunha do coronel Ustra e muito menos que ele irá “louvar e enaltecer o maior icone vivo da repressão mais feroz e mais longa”, conforme você escreveu.
2. Você pode verificar no andamento do
processo em anexo, documento público emitido pela Justiça de São Paulo e disponível na internet, que o juiz ainda não mandou citar as testemunhas de defesa; apenas as testemunhas de acusação. No caso do presidente Sarney e do ex-senador Jarbas Passarinho, de 91 anos, ambos arrolados pela defesa de Ustra e residentes em Brasília, o rito processual, como você conhece bem, prevê a expedição de cartas precatórias para serem ouvidos em Brasília. Jamais, portanto, Sarney poderia depor no Forum João Mendes Junior, de São Paulo às 14h30 desta quarta-feira, dia 27, conforme você informou aos seus leitores. Não apenas porque ele se recusa a testemunhar a favor de Ustra, como também pelo rito da Justiça.
3. Como você sabe, fui membro do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH) representando a ABI. Por inúmeras vezes nos deparamos com casos semelhantes a este em que a defesa opta por adotar procedimentos protelatórios com o único e claro objetivo de tumultuar e atrasar o processo. Tanto o ex-ministro Paulo Vanucchi, que presidiu o CDDPH e que é citado por você no artigo, quando o advogado de acusação, Dr Fábio Konder, podem confirmar a rotina deste tipo de conduta por parte de alguns advogados de réus acusados de tortura.
4. O presidente Sarney nunca foi camarada do coronel Ustra e jamais manteve com ele qualquer vínculo de amizade. Em 1971, quando ocorreu o assassinato do jornalista Luiz Eduardo Merlino, Sarney havia acabado de assumir uma cadeira no Senado, eleito pelo Maranhão, após governar o estado e ter mantido relações de amizade com notórios perseguidos da ditadura como o ex-presidente JK. O próprio JK escreveu a Sarney agradecendo a forma como foi tratado por ele no Maranhão, após ser recebido com honras de ex-chefe de estado no dia 11 de dezembro de 1968, dois dias antes da edição do AI-5. Em 1967, o general Dilermando Gomes Monteiro já acusava Sarney de proteger comunistas, conforme documentos da 10a Região Militar levantados pela jornalista Regina Echeverria. O mesmo general Dilermando que comandava o II Exército quando foi assassinado o operário Manoel Fiel Filho. Sarney, como mostram os fatos, esteve sempre do lado oposto ao dos torturadores.
Agradeço sua atenção e espero que as imprecisões técnicas do artigo sejam devidamente corrigidas.
Marcelo S. Tognozzi
Secretário de Imprensa da Presidência do Senado”

Manchetes dos jornais

Maranhão
JORNAL A TARDE - Estado amplia parceria com Centro de Ensino São José Operário
JORNAL EXTRA - Hoje é dia de sorteio do "Minha Casa, Minha Vida"
JORNAL PEQUENO - "Minha Casa, Minha Vida" vai ter sorteio hoje
O DEBATE - TJ deve julgar hoje ADIN contra novos municípios
O ESTADO DO MARANHÃO - Obras em pistas do aeroporto de São Luís vão alterar 8 voos
O IMPARCIAL - Distrito Industrial poibido de receber novas empresas
TRIBUNA DO NORDESTE - Distrito Industrial não pode receber empresas
Nacional
CORREIO BRASILIENSE:O dólar furado
FOLHA DE S. PAULO:Investimento externo no Brasil bate recorde
ESTADO DE MINAS:O dólar encolheu
O GLOBO:Brasil chega a 5º lugar em ranking internacional
VALOR:Cai o ritmo as importações no ano
ZERO HORA:Nova estratégiaa triplica apreensão no RS
Regional
DIÁRIO DO PARÁ:Acaba carência para trocar plano de saúde
JORNAL DO COMMERCIO:Timnu bate o Vitória e se firma no G-4
MEIO-NORTE:Juíza proibe menor de ficar na rua após 22 hs
O POVO:MP pede que Teodorico devolva aposentadoria