1 de dez de 2010

Roseana faz cena em Imperatriz, passa carão em Max Barros e diz que não deixará dívidas para ela

    Ao receber em audiência os vereadores em sua residência, ontem à tarde, em Imperatriz, a governadora Roseana Sarney demonstrou surpresa com a notícia em torno dos serviços de duplicação da rodovia Pedro Neiva de Santana, que estariam paradas ou em ritmo lento. Aos vereadores, afirmou que não tinha conhecimento dos atrasos e lembrou que em reunião anterior exigiu da construtora agilidade na obra e que tinha dinheiro em caixa para pagá-la.
    "Estou terminando este mandato. Estou cumprindo o que está empenhado, não posso pagar sem empenho ou com problema. Não deixarei nada para o governo que vai começar", disse.
    Afirmou ainda que determinou ao deputado estadual Max Barros, que integrou a comitiva e já está definido seu retorno para a Secretaria de Infraestrutura, que acompanhe tudo relacionado à obra e veja o porquê dos atrasos no cronograma.
    "O Max Barros veio comigo e, ao ser informada sobre a forma pela qual estão sendo conduzidos os serviços, pedi a ele que veja tudo para que não haja desculpas. Preciso saber detalhes sobre a situação, pois não sabia destes atrasos e quero o quanto antes a sua conclusão", afirmou.
    O engenheiro Osório Guterrez, diretor da empresa responsável pelos serviços, disse ontem que os trabalhos não estão parados, mas houve redução em função da falta de recursos. "Estamos conversando com a secretaria para que sejam liberadas as parcelas em atraso, pois o último recebimento ocorreu ainda em agosto e relacionado a julho. Por conta disso, tivemos que reduzir o número de operários, mas é uma questão transitória que deve ser normalizada a partir da segunda quinzena de dezembro", enfatizou.
De O Progresso

1 comentários:

Blog do Josué Moura disse...

Obra "feita nas coxas"

Mas o problema da Pedro Neiva de Santana não é só atraso de pagamento dos serviços e consequente atraso na consecução da obra, que tanto tem incomodado os moradores e transeuntes ao longo do trecho de aproximadamente 12 quilômetros.

Outro problema grave e de fácil constatação é a pessima qualidade dos serviços que ali estão sendo realizados. Na visão de um engenheiro que prefere não se identificar, se houvesse um olhar mais cuidadoso do Ministério Público seria até o caso de paralisação da obra, ante o que ele classifica de uma verdadeira "lambança" , desperdício de recursos que trarão prejuízos para os cofres públicos.

Assim como não sabia do atraso no pagamento da Guterrez, a governadora também deve desconhecer essa situação? (http://www.josuemoura.blogspot.com)

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