17 de ago de 2011

No claudiohumberto.com.br

    Apesar das queixas pela falta de pagamento de emendas e da insegurança gerada pelas denúncias na Esplanada, a base de Dilma Rousseff no Congresso pode não sofrer grave abalo numérico e até crescer no curto prazo, contrariando previsões mais apocalípticas. No PR, magoado pela "faxina" nos Transportes, mesmo a "independência", declarada ontem por Alfredo Nascimento, é objeto de controvérsia interna.
    Enquanto isso, o PV dá sinais de que prepara seu retorno ao seio da aliança governista. Para completar, amanhã Gilberto Kassab e correligionários farão um tour por gabinetes de Brasília para deixar claro que o PSD, se vingar, já estreará alinhado ao Planalto.
Em progresso
Segundo o líder do PV na Câmara, Sarney Filho (MA) "a possibilidade [de volta à base] está latente", mas o partido "ainda não tomou decisão". Ele diz que a posição de Dilma em relação ao Código Florestal e às "questões éticas" contribui para a aproximação. "Mas não queremos cargo."
Empate técnico
Assessores palacianos acham injusto conceder a Pedro Novais (Turismo) o título de ministro mais baixinho da Esplanada. Injusto com Paulo Passos (Transportes), que mereceria ao menos se classificar para a final do torneio.

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