26 de set. de 2011

Colunista de O Povo chama Sarney de dinossauro aliado dos governos de plantão

O FATOR SARNEY E AS CARTAS MARCADAS
O caso da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias é ainda mais emblemático. O órgão tem orçamento bilionário, para variar. Está tocando, entre outras grandes obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a Ferrovia Norte-Sul - orçada em cerca de R$ 5 bilhões. Um pote de ouro para políticos. Pelo esgoto da corrupção que se alastrou por lá já foram desviados coisa de R$ 280 milhões, segundo sustenta a CGU. Com a queda de Alfredo Nascimento, foi junto José Francisco das Neves, o Juquinha. Mas, como mostrou o jornal o Estado de S. Paulo neste fim de semana, o diretor de engenharia Luiz Carlos de Oliveira Machado, que segundo informações dos bastidores brasilienses é quem de fato dá as cartas na Valec, manteve-se no cargo. E adivinhem a quem o todo-poderoso é ligado? Acertou quem pensou em José Sarney, o dinossáurico e imortal aliado dos governos de plantão. Qualquer que seja. A propósito da Ferrovia Norte-Sul, a história do empreendimento virou figurinha carimbada nas aulas de jornalismo investigativo. Em 1987, no governo Sarney, descobriu-se que a licitação não passava de um jogo de cartas marcadas. Para provar a farsa, o resultado codificado com o nome dos ganhadores foi publicado em classificado de jornal, muitos dias antes da abertura dos envelopes. O grande furo jornalístico coube a Jânio de Freitas, do jornal Folha de S.Paulo.
Da coluna Política, de Erivaldo Carvalho

Manchetes dos jornais

Maranhão
O Estado do Maranhão -MP investiga contratos sem licitação da prefeitura
O Imparcial -Bancos fechados por tempo indeterminado
Região
O Povo:Irmãos são mortos e pai baleado em disputa por terreno
Diário do Pará:Papão vence no final. Torcidas brigam
Jornal do Commercio: Santa sai na frente e fica na vantagem
País
Correio Braziliense: Meningite deixa O DF em alerta
Folha de S. Paulo: Maioria do Senado veta nova taxa para a saúde
Estadão: Ideli admite que saúde deverá ter novo imposto
O Globo: Governo retém verbas para prevenção de desastres no Rio
Valor: BC e Fazenda divergem sobre IOF em derivativos
Zero Hora: Oito anos depois, 86% dos beneficiados seguem presos ao Bolsa-Família

14 de set. de 2011

Ministro usa servidor como chofer particular da mulher

Funcionário da Câmara é flagrado fazendo compras para Novais em Brasília
Deputado contratou motorista após ida de Novais para o governo, mas servidor nunca foi visto no gabinete
ANDREZA MATAIS
DIMMI AMORA
DE BRASÍLIA
    A mulher do ministro do Turismo, Pedro Novais, usa irregularmente um funcionário da Câmara dos Deputados como motorista particular.
    O servidor fica dia e noite à disposição da mulher do ministro, Maria Helena de Melo, 65, que é funcionária pública aposentada e não trabalha no Congresso.
    A Folha flagrou o motorista nas últimas duas semanas fazendo compras para Novais em supermercados, buscando comida em restaurantes e levando Maria Helena para visitar lojas de Brasília.
    O servidor chama-se Adão dos Santos Pereira. Foi contratado em julho como secretário no gabinete do deputado Francisco Escórcio (PMDB-MA), mas nunca deu expediente ali. Outros funcionários do gabinete disseram à Folha que nunca tinham ouvido falar no nome dele.
    De acordo com o regulamento do Congresso, funcionários contratados pelos gabinetes parlamentares devem servir aos congressistas em atividades ligadas ao exercício de seus mandatos.
    Funcionários do Executivo, como o ministro, são proibidos por decreto de usar servidores públicos para serviços particulares. O cargo de ministro assegura a Novais o direito a um carro oficial e um motorista particular.
    A Folha revelou ontem que Novais pagou com dinheiro público o salário de sua governanta por sete anos, levando o Palácio do Planalto a pressionar o ministro para que se afaste do governo.
    Até dezembro, Adão estava lotado no gabinete de Novais, que foi deputado federal por seis mandatos antes de aceitar o convite de Dilma para assumir o Turismo.
    O servidor foi exonerado ontem, depois de Escórcio saber que a Folha preparava reportagem sobre o caso.
    Funcionários que têm o mesmo cargo que Adão ocupava recebem de R$ 901,61 a R$ 1.803,22 por mês, dependendo das gratificações a que têm direito.
    O chofer começava a trabalhar para a mulher do ministro às 8h. No feriado do dia Sete de Setembro, ele também esteve de plantão à disposição de Maria Helena.
    O carro que ele dirigia, um Vectra, está registrado em nome da Dalcar Service Ltda., uma empresa do Maranhão que, de abril de 2009 a dezembro de 2010, recebeu R$ 159 mil do gabinete do então deputado Novais.
    Segundo a Câmara, os pagamentos mensais teriam como finalidade a "locação de veículo automotor". A Dalcar informou à Folha que alugou diretamente para o ministro o carro usado por sua mulher em Brasília. De acordo com a empresa, Novais paga R$ 6.000 por mês pelo Vectra.
    Adão estacionava o automóvel no prédio do apartamento em que Novais e sua mulher moram atualmente.
    Novais e Escórcio são aliados políticos e apadrinhados da família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). O gabinete de Escórcio contratou pelo menos outras três pessoas que antes trabalhavam para Novais.
OUTRO LADO
Novais diz que empregou chofer como deputado e não responde sobre mulher
DE BRASÍLIA
    O ministro do Turismo, Pedro Novais, não respondeu ontem por que a mulher usa um servidor do Congresso como motorista particular.
    Em nota divulgada à noite, o ministro diz que Adão dos Santos Pereira foi seu motorista até ser exonerado em dezembro, quando Novais deixou a Câmara para assumir o ministério. A nota diz que Adão dirigia o mesmo carro usado pela mulher do ministro nas últimas semanas e afirma que o carro é alugado.
    A Folha entrou em contato com Adão. Ele atendeu o telefone, mas disse que não estava conseguindo ouvir e desligou. Depois, não atendeu mais as ligações. O servidor foi exonerado ontem, de acordo com o setor de recursos humanos da Câmara.
    O dono da Dalcar Service, Daniel Albuquerque, disse que a empresa alugou diretamente para o ministro o carro usado por sua mulher em Brasília. Segundo ele, a empresa tem contratos de longo prazo para aluguel de veículos. Ele não quis dizer quantos clientes a empresa tem.
    "Somos de uma família idônea, que não tem envolvimento político com ninguém", disse Albuquerque.
    O deputado Francisco Escórcio (PMDB-MA) disse que não conhece Adão e que só o chefe de seu gabinete poderia esclarecer por que ele não dava expediente regular na Câmara, mas a Folha não conseguiu resposta até a conclusão desta edição. (DA E AM)
Dilma espera que Pedro Novais se demita do Turismo
Vice-presidente Michel Temer também dá sinais de que não deseja mais manter seu correligionário no cargo
Ideli Salvatti cobra explicações de Novais publicamente; PMDB já discute nomes para eventual substituto
NATUZA NERY
MARIA CLARA CABRAL
DE BRASÍLIA
O ministro do Turismo, Pedro Novais, 81, ficou isolado ontem ao perder o apoio de setores do PMDB que ainda apostavam na chance de sua manutenção.
    A presidente Dilma Rousseff demonstrou a aliados sinais de que espera que o ministro peça demissão.
    A avaliação geral no Executivo é que a situação do titular da pasta ficou ainda mais delicada após reportagem da Folha revelar que ele usou recursos públicos para pagar uma governanta.
    O deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), a única liderança do partido que saiu em defesa de Novais ontem à tarde, à noite já discutia no partido nomes para a sucessão do ministro.
    Nem mesmo o vice-presidente Michel Temer dá demonstrações de que deseja manter o correligionário.
    Segundo a Folha apurou, o Planalto prefere uma saída "a pedidos", pois uma demissão à revelia poderia acentuar a insatisfação da legenda em relação ao governo.
    O partido reclama do pouco espaço político nas decisões e das nomeações represadas para o segundo escalão do governo.
    Para dois importantes interlocutores da presidente, entre manter o ministro alvejado por denúncias e administrar o desgaste de uma nova baixa, a segunda opção ainda parece a melhor.
    Em nove meses, Dilma perdeu quatro auxiliares diretos, três deles por problemas de ordem ética.
    Conforme relatos obtidos pela Folha, a presidente ficou irritada ao tomar conhecimento de mais uma polêmica envolvendo o auxiliar.
    Há nove meses, Novais já havia sido acusado de custear as despesas de um motel com dinheiro da Câmara.
    Recentemente, sua pasta estava no centro de investigação policial que prendeu vários servidores da pasta.
    A nomeação de Pedro Novais nunca foi vista com entusiasmo pela presidente Dilma. A indicação só vingou porque Eduardo Alves, líder influente na bancada, chancelou o nome do aliado.
REFORMA MINISTERIAL
    Para o PMDB, a melhor alternativa seria aguardar uma reforma para exonerar o ministro, mas nenhum dirigente de peso dá sinais de que pretende transformar essa solução em bandeira.
    A mudança na equipe está prevista para ocorrer em 2012.
    Ontem, a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) foi questionada sobre as atividades do colega.
    "Ele é quem deve responder. O comportamento da presidente tem sido o mesmo: que preste todos os esclarecimentos. O modelo é esse", afirmou a articuladora política do governo Dilma.
    Nas crises que resultaram na queda de ministros, o protocolo foi um só: cabe ao ministro-alvo dar argumentos convincentes para salvar a própria pele. Até agora, nenhum resistiu à pressão.

PMDB, partido do ministro, pede sua saída do governo
Ministério Público Federal do DF vai investigar o uso de verba pública por Novais para pagar sua governanta
'Não tem outra forma, ele precisa sair. Passa o tempo se explicando', diz vice-presidente da Câmara, do seu partido
DE BRASÍLIA
    A pressão pela saída de Pedro Novais (Turismo) ganhou força até no PMDB, partido do ministro. O uso de verba pública para pagar sua governanta foi condenado por peemedebistas ontem.
    O Ministério Público Federal do Distrito Federal decidiu que irá analisar os pagamentos de forma preliminar.
    Em seguida, decidirá se abre inquérito para apurar suspeita de improbidade administrativa.
    O senador Pedro Simon (PMDB-RS) afirmou que o episódio é uma oportunidade para a presidente Dilma formar um governo com pessoas com a ficha limpa.
    "Este senhor já está há não sei quantos anos como deputado e não tem tradição ou história. Ocupa uma pasta importante para o país que terá Copa do Mundo e Olimpíada. Vamos ver agora se não tem mesmo toma lá, dá cá", disse Simon.
    A frase do senador faz referência ao que disse a presidente, no programa "Fantástico", da TV Globo, de que não haveria "toma lá dá cá" com o Congresso.
    Para o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), a nova acusação foi a "gota d'água" para a sua saída do governo. "É incrível como ele se mantém no cargo."
    Na avaliação da vice-presidente da Câmara, deputada Rose de Freitas (PMDB-ES), o Ministério do Turismo está "refém" das suspeitas de irregularidades.
    "Não tem outra maneira, ele precisa sair. Pois passa o tempo todo se explicando, não há ação do ministério. Não dá para tapar os olhos e os ouvidos."
    Rose disse que irá com outros deputados conversar com o líder do partido, Henrique Eduardo Alves (RN), para que ele tome uma atitude com relação ao colega.
    Alves é padrinho político do ministro e ontem foi um dos poucos que defendeu a permanência do colega.
    Apesar do apoio do líder, a situação de Novais é classificada como delicada pela bancada da Câmara.
    Eles dizem que o ministro conta com o apoio apenas do líder e sua saída é dada como certa.
PROCURADORIA
    O PSDB anunciou que entrará na Procuradoria-Geral da República com representação pedindo abertura de ação por improbidade administrativa contra o ministro.
    O líder do partido na Câmara, Duarte Nogueira (SP), disse que a reportagem sobre os pagamentos à governanta mostra o "claro uso do cargo para benefício pessoal".
    Em resposta, o procurador-geral, Roberto Gurgel, disse que a denúncia vai "se somar a todos os procedimentos que se encontram no Ministério Público, alguns que já são objeto de investigação". (MARIA CLARA CABRAL E ANDREZA MATAIS)
Da Folha S. Paulo

Manchetes dos jornais

MARANHÃO
O ESTADO DO MARANHÃO: MP denuncia Castelo por impobridade administrativa
REGIONAL
DIÁRIO DO PARÁ: Casa de ex-governador é assaltada
JORNAL DO COMMERCIO: Novo investimento bilionário em Suape
O POVO: Relatório do TCE amplia lista de investigados
MEIO-NORTE:Boa escola no PI é a de tempo integral
NACIONAL
CORREIO BRAZILIENSE:Brasiliense lota hospitais e consumo de água é recorde
ESTADO DE MINAS:Os salvadores da economia mineira
FOLHA DE S. PAULO: MEC quer acrescentar 20 dias ao ano escolar
O ESTADO DE S. PAULO: Estoque de carros cresce com redução de crédito
O GLOBO:Radiografia – Saúde concentra um terço do desvio de verba federal
VALOR ECONÔMICO:Remessa de lucros volta a crescer com crise europeia
ZERO HORA: RS lidera a adesão ao desarmamento

10 de set. de 2011

Manchetes dos jornais

Maranhão
JORNAL PEQUENO - Filho de vereado de Tuntum é assassinado a tiros em balneário
O ESTADO DO MARANHÃO - Maranhão tem maior custo da construção civil da região
O IMPARCIAL - Governo vai entregar mais quatro unidades de saúde
Nacional
CORREIO BRASILIENSE:Em Brasília, alerta. No Sul, calamidade
ESTADO DE MINAS:A seca chegou ao seu bolso
FOLHA DE S. PAULO:Anvisa alerta contra uso de antidiabético em regimes
O ESTADO DE S. PAULO:Crise europeia piora e bolsas desabam
O GLOBO:Dólar tem novo ciclo de alta e ameaça controle da inflação
ZERO HORA:Três anos depois, o drama se repete no Vale do Itajaí
Regional
DIÁRIO DO PARÁ:Briga termina com 44 presos
MEIO-NORTE:50 empresas disputam gás e petróleo no Piauí
O POVO:Saúde: Pronto Atendimento - Unidades estão concluídas, mas não funcionam

9 de set. de 2011

Christian Caselli participa de bate-papo no Sebo do Chiquinho

    O cineasta carioca Christian Caselli é o convidado desta excepcional sexta-feira,9, no Papoético, bate-papo organizado pelo jornalista e poeta Paulo Mello Souza no Sebo do Chiquinho (Rua de São João - Centro), a partir das 19 horas, com entrada franca.
    Caselli fez direção, roteiro e edição de cerca de 30 clipes e curtas de baixo orçamento. Seu filme mais conhecido é "O Paradoxo da espera do ônibus", com mais de 450 mil acessos no Youtube, selecionado em cerca de 12 festivais e vencedor de 4 prêmios. Atualmente seu vídeo mais assistido é o doc "Proibido parar".
    Ganhou sessões retrospectivas em festivais como os de SP, de Belo Horizonte, de Londrina, Festival Brasileiro de Cinema Universitário, Curta Santos, Trash (GO), além do programa "À meia-noite com Christian Caselli", em Santa Maria da Feira (Portugal). Trabalha na Mostra do Filme Livre (RJ) e no projeto Maranhão na Tela (MA), onde atua como professor de vídeo, artista videográfico (making ofs, vinhetas etc) e curador de curtas e longas-metragens.
    Outros prêmios de Christian Caselli: "Este Documentário" (Estímulo do Júri - Gramado Cine Vídeo 2003), "Automusic" (Edição no FAM - Florianópolis Audiovisual Mercosul 2005) e "Baiestorf: filmes de sangueira e mulher pelada" (Diretor e Contribuição à Linguagem Cinematográfica, no Recine 2006; Melhor Filme na 1ª Mostra de Cinema de Pitangui), "Suzy Brasil, a Deusa da Penha Circular" (melhor edição - Festival Guarnicê).
Assista aqui "O paradoxo da espera do ônibus":

Roseana evita confronto com Aged e Lourenço Vieira da Silva em congresso nacional de agronomia

    Mais de mil agrônomos do Maranhão e de outros estados do país esperaram em vão a governadora Roseana Sarney (PMDB) para abertura do XXVII Congresso Brasileiro de Agronomia, realizado no Hotel Pestana Resort, em São Luís, que não justificou a ausência no evento realizado entre 5 e 8 de setembro.
    O presidente da Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil (Confaeab), Levi Montebel, esteve presente no congresso.
    A governadora esbarrou na mobilizaçao do Sindicato dos Fiscais da Agência de Defesa Agropecuária do Maranhão (Sinfa) em defesa da aprovação do PCCR do Grupo Ada da Aged pelo governo do estado e na condecoração do agrônomo Lourenço Vieira da Silva, ex-secretário de Agricultura do governo José Reinaldo Tavares e de Educação do governo Jackson Lago.
    Em seu discurso, Vieira da Silva enfatizou o desmantelo do sistema de agricultura do estado pela governadora Roseana Sarney em seu primeiro mandato, com grandes consequências para a economia do estado na década de 90.

Toque de recolher entra em vigor nesta final de semana em Teresina

     Neste final de semana entrará oficialmente em vigor o toque de recolher em Teresina (PI). A portaria proíbe a circulação de menores de idade em ruas e avenidas após às 23 horas sem autorização dos responsáveis. A juíza da 1ª da Vara da Infância e Adolescência de Teresina, Maria Luíza Moura, responsável pela portaria, lembra que o instrumento está “regulamentando o que já está previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Constituição Federal”.
    “A medida visa impedir a circulação de menores em lugares indevidos para este público alvo que esteja em situações de risco, bebendo, se drogando, se prostituindo”, completou. Os locais que permitirem a permanência de menores após às 23 horas serão multados, terão suspensos os alvarás de funcionamento e podem ser fechados.
    “Os estabelecimentos estão sendo notificados para se enquadrarem e tomarem ciência da portaria e da proibição da venda de bebidas alcóolicas para adolescentes. Aqueles que não se enquadrarem, naturalmente serão punidos de multa, a suspensão ou cassação do alvará de funcionamento do estabelecimento”.
     A promotora Leida Diniz já se manifestou contrária à portaria. Segundo ela, a decisão é arbitrária. “A Constituição Federal garante o direito de ir e vir, não se pode tolher a dignidade das crianças e dos jovens”, disse Leida Diniz.
Do Meio-Norte