12 de abr de 2011

Pastor Porto deve ser nome do PPS à sucessão de Sebastião Madeira em Imperatriz

Willian Marinho
     Em café da manhã realizado nesta segunda-feira, 11, em um hotel da cidade, o ex-vice-governador Luiz Carlos Porto assinou a ficha de filiação do Partido Popular Socialista (PPS). O encontro, comandado pelo presidente estadual da legenda, Paulo Matos, contou com as presenças dos dirigentes do partido em Imperatriz e da imprensa. Matos informou que o PPS deverá mesmo participar com nome próprio na disputa pelo comando de Imperatriz.
    Segundo ele, o objetivo do partido, com a chegada de Luiz Porto, é exatamente o de oferecer opção para os eleitores, e mais: "Pelo que estamos acompanhando, a tendência é de que as eleições do ano que vem serão disputadas por dois grupos: Madeira com Roseana e Lobão, e o nosso partido pretende apresentar Porto como candidato do grupo do ex-governador Jackson Lago".
    Ele justificou esta decisão ao fato de que o novo filiado esteve por todos os momentos ao lado do ex-governador, sendo seu vice. "Não que Luiz Porto esteja pretendendo tirar proveitos do cacife eleitoral do ex-governador, mas em Imperatriz ele representa exatamente este perfil".
     Para Paulo Matos, a aproximação de Madeira com Roseana vai confirmando o afastamento do PPS do prefeito. "Não há como ficar ao seu lado, caso seja realmente feita esta aliança. Por isso, estamos iniciando a pavimentação de um candidato próprio".
    O ex-vice-governador cassado pelo TSE, Luiz Carlos Porto, informou à imprensa que ele vai, sim, trabalhar determinado para viabilizar seu nome. "Sou neste momento o único pré-candidato evangélico à prefeitura de Imperatriz, cidade que possui trinta por cento da sua população evangélica. Fui parceiro de todos os momentos do ex-governador e juntos realizamos um trabalho positivo em Imperatriz. Portanto, me considero com potencial para disputar e vencer a eleição", frisou.
    O distanciamento do PPS da base do governo municipal ainda está sendo amadurecido, mas a continuar os entendimentos com o PMDB, o partido sairá de vez da base e irá trilhar seus próximos caminhos, como afirmou Francisco Carvalho, presidente municipal do PPS. "Na verdade, não foi cumprido nada do que foi acordado com o prefeito Madeira. Nem mesmo entendimentos ou explicações sobre a forma como o partido está sendo tratado. Portanto, no governo municipal a impressão é de que não estamos participando e, quanto ao secretário, este foi indicação pessoal do próprio prefeito", afirmou Carvalho.
De O Progresso

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